"Eu sou a "Ressurreição e a Vida"
§ 994Mas há mais: Jesus liga a fé na ressurreição à sua própria pessoa: «Eu sou a Ressurreição e a Vida» (Jo 11, 25).
Água fonte de vida e de fecundidade
§ 1218Desde o princípio do mundo, a água, esta criatura humilde e admirável, é a fonte da vida e da fecundidade.
Cristo ponto de encontro da morte e da vida
§ 625A permanência do corpo de Cristo no túmulo constitui o laço real entre o estado passível de Cristo antes da Páscoa e o seu estado glorioso atual de ressuscitado.
Dar a vida pelos amigos
§ 609Ao partilhar, no seu coração humano, o amor do Pai para com os homens, Jesus «amou-os até ao fim» (Jo 13, 1), «pois não há maior amor do que dar a vida por aqueles que se ama» (Jo 15, 13).
a Dignidade da vida do corpo humano
§ 364O corpo do homem participa na dignidade da «imagem de Deus»: é corpo humano precisamente por ser animado pela alma espiritual, e a pessoa humana na sua totalidade é que é destinada a tornar-se, no Corpo (Místico) de…
§ 365A unidade da alma e do corpo é tão profunda que se deve considerar a alma como a «forma» do corpo; quer dizer, é graças à alma espiritual que o corpo, constituído de matéria, é um corpo humano e vivo.
Enfermidade e dor afectam a vida humana
§ 1500A doença e o sofrimento estiveram sempre entre os problemas mais graves que afligem a vida humana.
Jesus "Príncipe da vida"
§ 635Cristo, portanto, desceu aos abismos da morte, para que «os mortos ouvissem a voz do Filho do Homem e os que a ouvissem, vivessem» (Jo 5, 25).
Ministério da vida dever fundamental do casamento e da família
§ 1653A fecundidade do amor conjugal estende-se aos frutos da vida moral, espiritual e sobrenatural que os pais transmitem aos filhos pela educação.
Morte fim da vida terrestre
§ 1013A morte é o fim da peregrinação terrena do homem, do tempo de graça e misericórdia que Deus lhe oferece para realizar a sua vida terrena segundo o plano divino e para decidir o seu destino último.
a Mudar a vida pela conversão
§ 1431A penitência interior é uma reorientação radical de toda a vida, um regresso, uma conversão a Deus de todo o nosso coração, uma rotura com o pecado, uma aversão ao mal, com repugnância pelas más ações que cometemos.
Natureza sagrada da vida humana
§ 2258«A vida humana é sagrada porque, desde a sua origem, postula a ação criadora de Deus e mantém-se para sempre numa relação especial com o Criador, seu único fim.
§ 2319Toda a vida humana, desde o momento da concepção até à morte, é sagrada, porque a pessoa humana foi querida por si mesma e criada à imagem e semelhança do Deus vivo e santo.
Palavra de Deus e seu Sopro na origem da vida
§ 703A Palavra de Deus e o seu Espírito estão na origem do ser e da vida de todas as criaturas.
Somente Deus Senhor da vida
§ 2258«A vida humana é sagrada porque, desde a sua origem, postula a ação criadora de Deus e mantém-se para sempre numa relação especial com o Criador, seu único fim.
Vida do homem no paraíso terrestre
§ 376Todas as dimensões da vida do homem eram fortalecidas pela irradiação desta graça.
Vida do homem luta contra o mal
§ 386O pecado está presente na história do homem.
§ 409Esta dramática situação do mundo, que «está todo sob o poder do Maligno» (1 Jo 5, 19), transforma a vida do homem num combate: «Um duro combate contra os poderes das trevas atravessa toda a história dos homens.
§ 1707«Seduzido pelo Maligno desde o começo da história, o homem abusou da sua liberdade».
Vida ligada à morte
§ 1007A morte é o termo da vida terrena.
§ 1012A visão cristã da morte é expressa de modo privilegiado na liturgia da Igreja: «Para os que crêem em Vós, Senhor, a vida não acaba, apenas se transforma: e, desfeita a morada deste exílio terrestre, adquirimos no céu…
Aborto
§ 2271A Igreja afirmou, desde o século I, a malícia moral de todo o aborto provocado.
§ 2322Desde que foi concebida, a criança tem direito à vida.
Eutanásia
§ 2276Aqueles que têm uma vida deficiente ou enfraquecida reclamam um respeito especial.
§ 2277Quaisquer que sejam os motivos e os meios, a eutanásia direta consiste em pôr fim à vida de pessoas deficientes, doentes ou moribundas.
§ 2278A cessação de tratamentos médicos onerosos, perigosos, extraordinários ou desproporcionados aos resultados esperados, pode ser legítima.
§ 2279Mesmo que a morte seja considerada iminente, os cuidados habitualmente devidos a uma pessoa doente não podem ser legitimamente interrompidos.
Homicídio voluntário
§ 2268O quinto mandamento proíbe, como gravemente pecaminoso, o homicídio direto e voluntário.
§ 2269O quinto mandamento proíbe fazer seja o que for com a intenção de provocar indiretamente a morte duma pessoa.
Infanticídio
§ 2271A Igreja afirmou, desde o século I, a malícia moral de todo o aborto provocado.
Intervenção no embrião
§ 2275«Devem considerar-se lícitas as intervenções no embrião humano, sempre que respeitem a vida e a integridade do mesmo e não envolvam para ele riscos desproporcionados, antes tenham em vista a sua cura, as melhoria das…
Suicídio
§ 2280Cada qual é responsável perante Deus pela vida que Ele lhe deu, Deus é o senhor soberano da vida; devemos recebê-la com reconhecimento e preservá-la para sua honra e salvação das nossas almas.
§ 2281O suicídio contraria a inclinação natural do ser humano para conservar e perpetuar a sua vida.
§ 2282Se for cometido com a intenção de servir de exemplo, sobretudo para os jovens, o suicídio assume ainda a gravidade do escândalo.
§ 2283Não se deve desesperar da salvação eterna das pessoas que se suicidaram.
Regulação de nascimento
§ 2368Um aspecto particular desta responsabilidade diz respeito à regulação da procriação.
§ 2370A continência periódica, os métodos de regulação dos nascimentos baseados na auto-observação e no recurso aos períodos infecundos, são conformes aos critérios objetivos da moralidade.
Transmissão da vida ordenada por Deus
§ 372O homem e a mulher são feitos «um para o outro»: não é que Deus os tenha feito «a meias» e «incompletos»; criou-os para uma comunhão de pessoas, em que cada um pode ser «ajuda» para o outro, uma vez que são, ao mesmo…
Transmissão da vida colaboração na obra do Criador
§ 372O homem e a mulher são feitos «um para o outro»: não é que Deus os tenha feito «a meias» e «incompletos»; criou-os para uma comunhão de pessoas, em que cada um pode ser «ajuda» para o outro, uma vez que são, ao mesmo…
§ 2367Chamados a dar a vida, os esposos participam do poder criador e da paternidade de Deus.
§ 2398A fecundidade é um bem, um dom, uma finalidade do matrimônio.
Transmissão da vida finalidade do amor conjugal
§ 2363Pela união dos esposos realiza-se o duplo fim do matrimônio: o bem dos próprios esposos e a transmissão da vida.
§ 2366A fecundidade é um dom, uma finalidade do matrimônio, porque o amor conjugal tende naturalmente a ser fecundo.
Vida conjugal e fecundidade
§ 1654Os esposos a quem Deus não concedeu a graça de ter filhos podem, no entanto, ter uma vida conjugal cheia de sentido, humana e cristãmente falando.
§ 1664A unidade, a indissolubilidade e a abertura à fecundidade são essenciais ao Matrimônio.
Vida conjugal e presença de Cristo
§ 1642Cristo é a fonte desta graça.
Vida conjugal fundada pelo Criador e dotada de suas leis
§ 1660A aliança matrimonial, pela qual um homem e uma mulher constituem entre si uma comunidade íntima de vida e de amor; foi fundada e dotada das suas leis próprias pelo Criador: Pela sua natureza, ordena-se ao bem dos…
Vida Consagrada
§ 916A partir daí, o estado de vida consagrada aparece como uma das maneiras de viver uma consagração «mais íntima», radicada no Batismo e totalmente dedicada a Deus.
Consagração e missão
§ 931Entregando-se a Deus amado sobre todas as coisas, aquele que pelo Batismo já Lhe estava devotado, encontra-se, assim, mais intimamente consagrado ao serviço divino e dedicado ao bem da Igreja.
§ 932Na Igreja, que é como o sacramento, isto é, o sinal e o instrumento da vida de Deus, a vida consagrada surge como um sinal particular do mistério da Redenção.
§ 933Quer este testemunho seja público, como no estado religioso, quer seja mais discreto ou mesmo secreto, a vinda de Cristo é, para todos os consagrados, a origem e a meta das suas vidas: «Como o povo de Deus não tem na…
Conselhos evangélicos e profissão
§ 914«O estado de vida constituído pela profissão dos conselhos evangélicos, embora não pertença à estrutura hierárquica da Igreja, está, no entanto, incontestavelmente ligado à sua vida e santidade».
§ 915Os conselhos evangélicos são, na sua multiplicidade, propostos a todos os discípulos de Cristo.
§ 916A partir daí, o estado de vida consagrada aparece como uma das maneiras de viver uma consagração «mais íntima», radicada no Batismo e totalmente dedicada a Deus.
§ 944A vida consagrada a Deus caracteriza-se pela profissão pública dos conselhos evangélicos de pobreza, castidade e obediência, num estado de vida estável reconhecido pela Igreja.
Definição de Vida Consagrada
§ 916A partir daí, o estado de vida consagrada aparece como uma das maneiras de viver uma consagração «mais íntima», radicada no Batismo e totalmente dedicada a Deus.
Formas diversas de Vida Consagrada
§ 917«Tal como uma árvore se ramifica maravilhosa e variadamente no campo do Senhor, a partir de uma semente lançada por Deus, assim surgiram diversas formas de vida solitária ou comum, e várias famílias religiosas que vêm…
§ 918«Desde as origens da Igreja, houve homens e mulheres que se propuseram, pela prática dos conselhos evangélicos, seguir mais livremente Cristo e imitá-Lo de modo mais fiel.
§ 919Os bispos devem esforçar-se sempre por discernir os novos dons de vida consagrada, confiados pelo Espírito Santo à sua Igreja.
Instituto seculares
§ 829«Na pessoa da Santíssima Virgem, a Igreja alcançou já aquela perfeição, sem mancha nem ruga, que lhe é própria.
§ 928«Instituto secular é o instituto de vida consagrada, em que os fiéis, vivendo no século, se esforçam por atingir a perfeição da caridade e por contribuir, sobretudo a partir de dentro, para a santificação do mundo».
Reconhecimento da Igreja da Vida Consagrada
§ 915Os conselhos evangélicos são, na sua multiplicidade, propostos a todos os discípulos de Cristo.
Significação da Vida Consagrada na Igreja
§ 32O mundo: A partir do movimento e do devir, da contingência, da ordem e da beleza do mundo, pode chegar-se ao conhecimento de Deus: como origem e fim do universo.
Sociedades de Vida Apostólica
§ 930Aproximam-se das diversas formas de vida consagrada, «as sociedades de vida apostólica, cujos membros, sem votos religiosos, prosseguem o fim apostólico próprio da sociedade e, vivendo em comum a vida fraterna, de…
Vida eremítica
§ 920Os eremitas nem sempre fazem profissão pública dos três conselhos evangélicos; mas, «por meio de um mais estrito apartamento do mundo, do silêncio na solidão, da oração assídua e da penitência, consagram a sua vida ao…
§ 921Os eremitas manifestam o aspecto interior do mistério da Igreja que é a intimidade pessoal com Cristo.
Vida religiosa
§ 925Nascida no Oriente, nos primeiros séculos do cristianismo, e vivida em institutos canonicamente eretos pela Igreja, a vida religiosa distingue-se das outras formas de vida consagrada pelo aspecto cultual, pela…
§ 926A vida religiosa faz parte do mistério da Igreja.
§ 927Todos os religiosos, isentos ou não, têm o seu lugar entre os cooperadores do bispo diocesano na sua função pastoral.
Virgens e viúvas consagradas
§ 922Já desde os tempos apostólicos, apareceram virgens e viúvas cristãs, chamadas pelo Senhor a unirem-se a Ele sem partilha, numa maior liberdade de coração, de corpo e de espírito, que tomaram a decisão, aprovada pela…
§ 923As virgens, «emitindo o santo propósito de seguir mais de perto a Cristo, são consagradas a Deus pelo Bispo diocesano segundo o rito litúrgico aprovado, desposam-se misticamente com Cristo Filho de Deus e dedicam-se ao…
§ 924«Próxima das outras formas de vida consagrada», a ordem das virgens estabelece a mulher que vive no mundo (ou a monja) na oração, na penitência, no serviço dos seus irmãos e no trabalho apostólico, segundo o estado e…
§ 1537A palavra Ordem, na antiguidade romana, designava corpos constituídos no sentido civil, sobretudo o corpo dos que governavam, Ordinatio designa a integração num ordo.
§ 1672Certas bênçãos têm um alcance duradouro: são as que têm por fim consagrar pessoas a Deus e reservar objetos e lugares para usos litúrgicos.
Anjos ajuda para a vida cristã
§ 336Desde o seu começo até à morte, a vida humana é acompanhada pela sua assistência e intercessão.
Catecumenato formação da vida cristã
§ 1248O catecumenato, ou formação dos catecúmenos, tem por finalidade permitir a estes, em resposta à iniciativa divina e em união com uma comunidade eclesial, conduzir à maturidade a sua conversão e a sua fé.
Eucaristia "fonte e ápice de toda a vida cristã"
§ 1324A Eucaristia é «fonte e cume de toda a vida cristã».
§ 1391A Comunhão aumenta a nossa união com Cristo.
§ 1392O que o alimento material produz na nossa vida corporal, realiza-o a Comunhão, de modo admirável, na nossa vida espiritual.
Família primeira escola da vida cristã
§ 1657É aqui que se exerce, de modo privilegiado, o sacerdócio batismal do pai de família, da mãe, dos filhos, de todos os membros da família, «na recepção dos sacramentos, na oração e ação de graças, no testemunho da…
Oração elemento indispensável da vida cristã
§ 2701A oração vocal é um elemento indispensável da vida cristã.
§ 2745Oração e vida cristã são inseparáveis, porque se trata do mesmo amor e da mesma renúncia que procede do amor; da mesma conformidade filial e amorosa com o desígnio de amor do Pai; da mesma união transformante no…
§ 2764O sermão da montanha é doutrina de vida e a oração dominical é prece; mas num e noutra, o Espírito do Senhor dá uma forma nova aos nossos desejos, a esses movimentos interiores que animam a nossa vida.
Preceitos da vida eterna no Sermão da Montanha
§ 1966A Lei nova é a graça do Espírito Santo, dada aos fiéis pela fé em Cristo.
Religiosidade popular enriquece a vida cristã
§ 1679Além da liturgia, a vida cristã nutre-se das variadas formas da piedade popular, enraizadas nas diferentes culturas.
Sacramento fundamento e ajuda da vida cristã
§ 1210Os sacramentos da nova Lei foram instituídos por Cristo e são em número de sete, a saber: o Batismo, a Confirmação, a Eucaristia, a Penitência, a Unção dos Enfermos, a Ordem e o Matrimônio.
§ 1212Através dos sacramentos da iniciação cristã – Batismo, Confirmação e Eucaristia são lançados os alicerces de toda a vida cristã.
§ 1213O santo Batismo é o fundamento de toda a vida cristã, o pórtico da vida no Espírito («vitae spiritualis ianua – porta da vida espiritual») e a porta que dá acesso aos outros sacramentos.
Sagrada Escritura alimento e regra da vida cristã
§ 141«A Igreja sempre venerou as Divinas Escrituras, tal como o próprio Corpo do Senhor» ambos alimentam e regem toda a vida cristã.
Santíssima Trindade mistério central da vida cristã
§ 234O mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã.
Vida cristã e caminho da perfeição
§ 2015O caminho desta perfeição passa pela cruz.
Vida cristã e comunhão com as Pessoas divinas
§ 259Obra ao mesmo tempo comum e pessoal, toda a economia divina faz conhecer não só a propriedade das pessoas divinas, mas também a sua única natureza.
Vida cristã e participação na morte e ressurreição de Cristo
§ 1002Se é verdade que Cristo nos há-de ressuscitar «no último dia», também é verdade que, de certo modo, nós já ressuscitamos com Cristo.
Vida espiritual Vida no Espírito
§ 1699A vida no Espírito Santo realiza a vocação do homem (Capítulo primeiro).
"Que devo fazer de bom para ter a vida eterna?"
§ 2052«Mestre, que devo fazer de bom para ter a vida eterna?»
§ 2075«Que devo fazer de bom para ter a vida eterna; – Se queres entrar na vida, observa os mandamentos» (Mt 19, 16-17).
"Quem come a minha carne... tem a vida eterna"
§ 1406Jesus diz: «Eu sou o pão vivo descido do céu.
§ 1524Àqueles que vão deixar esta vida, a Igreja oferece-lhes, além da Unção dos Enfermos, a Eucaristia como viático.
Batismo "selo da vida eterna"
§ 1274O «selo do Senhor» («dominicus character») é o selo com que o Espírito Santo nos marcou «para o dia da redenção» (Ef 4, 30).
Creio na vida eterna
§ 1020O cristão, que une a sua própria morte à de Jesus, encara a morte como chegada até junto d'Ele, como entrada na vida eterna.
Cristo Senhor da vida eterna
§ 679Cristo é Senhor da vida eterna.
Deus quer dar a vida eterna ao homem
§ 55Esta Revelação não foi interrompida pelo pecado dos nossos primeiros pais.
Deus será "tudo para todos" na vida eterna
§ 1050«Pois todos os bens da dignidade humana, da comunhão fraterna e da liberdade, ou seja, todos os frutos excelentes da natureza e do nosso esforço, depois de os termos propagado pela terra, no Espírito do Senhor e…
§ 1060No fim dos tempos, o Reino de Deus chegará à sua plenitude.
Pecado grave impedimento para alcançar a vida eterna
§ 1472Para compreender esta doutrina e esta prática da Igreja, deve ter-se presente que o pecado tem uma dupla consequência.
Penhor da vida eterna nos sacramentos
§ 1130A Igreja celebra o mistério do seu Senhor «até que Ele venha» e «Deus seja tudo em todos»(1 Cor 11, 26; 15, 28).
Ressurreição dos mortos e vida eterna
§ 989Nós cremos e esperamos firmemente que, tal como Cristo ressuscitou verdadeiramente dos mortos e vive para sempre, assim também os justos, depois da morte, viverão para sempre com Cristo ressuscitado, e que Ele os…
§ 990A palavra «carne» designa o homem na sua condição de fraqueza e mortalidade «Ressurreição da carne» significa que, depois da morte, não haverá somente a vida da alma imortal, mas também os nossos «corpos mortais» (Rm…
§ 994Mas há mais: Jesus liga a fé na ressurreição à sua própria pessoa: «Eu sou a Ressurreição e a Vida» (Jo 11, 25).
§ 997O que é ressuscitar?
§ 998Quem ressuscitará?
Somente Deus tem "palavra de vida eterna"
§ 1016Pela morte, a alma é separada do corpo; mas, na ressurreição, Deus restituirá a vida incorruptível ao nosso corpo transformado, reunindo-o à nossa alma.
§ 1336O primeiro anúncio da Eucaristia dividiu os discípulos, tal como o anúncio da paixão os escandalizou: «Estas palavras são insuportáveis!
Vida eterna dos santos plena posse dos frutos da Redenção
§ 1026Pela sua morte e ressurreição, Jesus Cristo «abriu-nos» o céu.
Vida eterna prémio dos justos
§ 1038A ressurreição de todos os mortos, «justos e pecadores» (At 24, 15), há-de preceder o Juízo final.
§ 2002A livre iniciativa de Deus reclama a resposta livre do homem, porque Deus criou o homem à sua imagem, conferindo-lhe, com a liberdade, o poder de O conhecer e de O amar.
Vocação para a vida eterna dom gratuito de Deus
§ 1998Esta vocação para a vida eterna é sobrenatural.
Direito à vida
§ 2264O amor para consigo mesmo permanece um princípio fundamental de moralidade.
§ 2273O inalienável direito à vida, por parte de todo o indivíduo humano inocente, é um elemento constitutivo da sociedade civil e da sua legislação: «Os direitos inalienáveis da pessoa deverão ser reconhecidos e respeitados…
Fins da vida: conhecer a Deus amá-lo e servi-lo
§ 1Deus, infinitamente perfeito e bem-aventurado em Si mesmo, num desígnio de pura bondade, criou livremente o homem para o tornar participante da sua vida bem-aventurada.
§ 68Por amor, Deus revelou-Se e deu-Se ao homem.
Paz e respeito à vida
§ 2304O respeito e o crescimento da vida humana exigem a paz.
Respeito à vida humana desde o momento da conceção
§ 227É ter confiança em Deus, em todas as circunstâncias, mesmo na adversidade.
§ 228«Escuta, Israel!
§ 229A fé em Deus leva-nos a voltarmo-nos só para Ele, como a nossa primeira origem e o nosso último fim, e a nada Lhe preferir ou por nada O substituir:
§ 230Deus, ao revelar-Se, continua mistério inefável: «Se O compreendesses, não seria Deus».
§ 231O Deus da nossa fé revelou-Se como Aquele que é: deu-Se a conhecer como «cheio de misericórdia e fidelidade» (Ex 34, 6).
§ 232Os cristãos são batizados «em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo» (Mt 28, 19).
§ 233Os cristãos são batizados «em nome» do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e não «nos nomes» deles porque não há senão um só Deus – o Pai Onipotente, o Seu Filho Unigênito e o Espírito Santo: a Santíssima Trindade.
§ 234O mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã.
§ 235Neste parágrafo se exporá brevemente de que maneira foi revelado o mistério da Santíssima Trindade (I), como é que a Igreja formulou a doutrina da fé sobre este mistério (II) e, por fim, como é que, pelas missões…
§ 236Os Padres da Igreja distinguem entre «Theologia» e «Oikonomia», designando pelo primeiro termo o mistério da vida íntima de Deus-Trindade e, pelo segundo, todas as obras de Deus pelas quais Ele Se revela e comunica a…
§ 237A Trindade é um mistério de fé em sentido estrito, um dos «mistérios ocultos em Deus, que não podem ser conhecidos se não forem revelados lá do alto»
§ 238A invocação de Deus como «Pai» é conhecida em muitas religiões.
§ 239Ao designar Deus com o nome de «Pai», a linguagem da fé indica principalmente dois aspectos: que Deus é a origem primeira de tudo e a autoridade transcendente, e, ao mesmo tempo, que é bondade e solicitude amorosa para…
§ 240Jesus revelou que Deus é «Pai» num sentido inédito: não o é somente enquanto Criador: é Pai eternamente em relação ao seu Filho único, o qual, eternamente, só é Filho em relação ao Pai: «Ninguém conhece o Filho senão o…
§ 241É por isso que os Apóstolos confessam que Jesus é «o Verbo [que] estava [no princípio] junto de Deus» e que é Deus (Jo 1, 1), «a imagem do Deus invisível» (Cl 1, 15), «o resplendor da sua glória e a imagem da sua…
§ 242Na esteira deles, seguindo a tradição apostólica, no primeiro concílio ecumênico de Niceia, em 325, a Igreja confessou que o Filho é «consubstancial» ao Pai, quer dizer, um só Deus com Ele.
§ 243Antes da sua Páscoa, Jesus anuncia o envio de um «outro Paráclito»(Defensor), o Espírito Santo.
§ 244A origem eterna do Espírito revela-se na sua missão temporal.
§ 245A fé apostólica relativamente ao Espírito foi confessada pelo segundo concilio ecumênico, reunido em Constantinopla em 381:«Nós acreditamos no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai».
§ 246A tradição latina do Credo confessa que o Espírito «procede do Pai e do Filho (Filioque)».
§ 247A afirmação do Filioque não figurava no Símbolo de Constantinopla de 381.
§ 248A tradição oriental exprime, antes de mais, o caráter de origem primeira do Pai em relação ao Espírito.
§ 249A verdade revelada da Santíssima Trindade esteve, desde a origem, na raiz da fé viva da Igreja. principalmente por meio do Batismo.
§ 250No decurso dos primeiros séculos, a Igreja preocupou-se com formular mais explicitamente a sua fé trinitária, tanto para aprofundar a sua própria inteligência da fé, como para a defender contra os erros que a deformavam.
§ 251Para a formulação do dogma da Trindade, a Igreja teve de elaborar uma terminologia própria, com a ajuda de noções de origem filosófica: «substância», «pessoa» ou «hipóstase», «relação», etc.
§ 252A Igreja utiliza o termo «substância» (às vezes também traduzido por «essência» ou «natureza») para designar o ser divino na sua unidade; o termo «pessoa» ou «hipóstase» para designar o Pai, o Filho e o Espírito Santo…
§ 253A Trindade é una.
§ 254As pessoas divinas são realmente distintas entre Si.
§ 255As pessoas divinas são relativas umas às outras.
§ 256São Gregório de Nazianzo, também chamado «o Teólogo», confia aos catecúmenos de Constantinopla o seguinte resumo da fé trinitária: «Antes de mais nada, guardai-me este bom depósito, pelo qual vivo e combato, com o qual…
§ 257«O lux beata Trinitas et principalis Unitas! – Ó Trindade.
§ 258Toda a economia divina é obra comum das três pessoas divinas.
§ 259Obra ao mesmo tempo comum e pessoal, toda a economia divina faz conhecer não só a propriedade das pessoas divinas, mas também a sua única natureza.
§ 260O fim último de toda a economia divina é o acesso das criaturas à unidade perfeita da bem-aventurada Trindade.
§ 261O mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã.
§ 262A Encarnação do Filho de Deus revela que Deus é o Pai eterno, e que o Filho é consubstancial ao Pai, quer dizer que n'Ele e com Ele é o mesmo e único Deus.
§ 263A missão do Espírito Santo, enviado pelo Pai em nome do Filho e pelo Filho «de junto do Pai» (Jo 15, 26), revela que Ele é, com Eles, o mesmo e único Deus.
§ 264«O Espírito Santo procede do Pai enquanto fonte primeira; e, pelo dom eterno do Pai ao Filho, procede do Pai e do Filho em comunhão».
§ 265Pela graça do Batismo «em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo», (Mt 28, 19), somos chamados a participar na vida da Trindade bem-aventurada; para já, na obscuridade da fé, e depois da morte na luz eterna.
§ 266«Fides autem catholica haec est, ut unum Deum in Trinitate, et Trinitatem in unitate veneremur, neque confundentes personas, neque substantiam separantes; alia enim est persona Patris, alia Filii, alia Spiritus Sancti…
§ 267Inseparáveis no que são, as pessoas divinas são também inseparáveis no que fazem.
§ 268De todos os atributos divinos, só a onipotência é nomeada no Símbolo: confessá-la é de grande alcance para a nossa vida.
§ 269As Sagradas Escrituras confessam, a cada passo, o poder universal de Deus.
§ 270Deus é o Pai todo-poderoso.
§ 271A onipotência divina não é, de modo algum, arbitrária: «Em Deus, o poder e a essência, a vontade e a inteligência, a sabedoria e a justiça, são uma só e a mesma coisa, de modo que nada pode estar no poder divino que…
§ 272A fé em Deus Pai todo-poderoso pode ser posta à prova pela experiência do mal e do sofrimento.
§ 273Só a fé pode aderir aos caminhos misteriosos da onipotência de Deus.
§ 274«Portanto, nada é mais próprio para firmar a nossa fé e a nossa esperança do que a convicção, profundamente arraigada nas nossas almas, de que nada é impossível a Deus.
§ 275Confessamos com o justo Job: «Eu sei que podeis tudo e que, para Vós, nenhum projeto é impossível» (Job 42, 2).
§ 1123«Os sacramentos estão ordenados à santificação dos homens, à edificação do corpo de Cristo e, por fim, a prestar culto a Deus; como sinais, têm também a função de instruir.
§ 2322Desde que foi concebida, a criança tem direito à vida.
Respeito à vida humana e pena de morte
§ 2266O esforço do Estado em reprimir a difusão de comportamentos que lesam os direitos humanos e as regras fundamentais da convivência civil, corresponde a uma exigência de preservar o bem comum.
§ 2267Durante muito tempo, considerou-se o recurso à pena de morte por parte da autoridade legítima, depois de um processo regular, como uma resposta adequada à gravidade de alguns delitos e um meio aceitável, ainda que…
Respeito à vida humana em legitima defesa
§ 2263A defesa legítima das pessoas e das sociedades não é uma exceção à proibição de matar o inocente que constitui o homicídio voluntário.
§ 2264O amor para consigo mesmo permanece um princípio fundamental de moralidade.
§ 2265A legítima defesa pode ser não somente um direito, mas até um grave dever para aquele que é responsável pela vida de outrem.
§ 2266O esforço do Estado em reprimir a difusão de comportamentos que lesam os direitos humanos e as regras fundamentais da convivência civil, corresponde a uma exigência de preservar o bem comum.
§ 2267Durante muito tempo, considerou-se o recurso à pena de morte por parte da autoridade legítima, depois de um processo regular, como uma resposta adequada à gravidade de alguns delitos e um meio aceitável, ainda que…
§ 2321A proibição de matar não derroga o direito de retirar ao injusto agressor a possibilidade de fazer mal.
Respeito à vida humana
§ 2559«A oração é a elevação da alma para Deus ou o pedido feito a Deus de bens convenientes».
§ 2560«Se conhecesses o dom de Deus!» (Jo 4, 10).
§ 2561«Tu é que Lhe terias pedido e Ele te daria água viva» (Jo 4, 10).
§ 2562De onde procede a oração do homem?
§ 2563O coração é a morada onde estou, onde habito (e segundo a expressão semítica ou bíblica, aonde eu «desço»).
§ 2564A oração cristã é uma relação de aliança entre Deus e o homem em Cristo.
§ 2565Na Nova Aliança, a oração é a relação viva dos filhos de Deus com o seu Pai infinitamente bom, com o seu Filho Jesus Cristo e com o Espírito Santo.
§ 2566O homem anda à procura de Deus.
§ 2567Mas é Deus que primeiro chama o homem.
§ 2568A revelação da oração no Antigo Testamento inscreve-se entre a queda e o levantar-se do homem, entre o doloroso chamamento de Deus pelos seus primeiros filhos: «Onde estás? [...] Porque fizeste isso?» (Gn 3, 9,13), e a…
§ 2569Antes de mais, é a partir das realidades da criação que a oração se vive.
§ 2570Quando Deus o chama, Abraão parte «como o Senhor lhe tinha mandado» (Gn 12, 4).
§ 2571Tendo acreditado em Deus caminhando na sua presença e em aliança com Ele, o patriarca está pronto para acolher na sua tenda o Hóspede misterioso: é a admirável hospitalidade de Mambré, prelúdio da Anunciação do…
§ 2572Como última purificação da sua fé, é pedido ao «depositário das promessas» (Heb 11, 17) que sacrifique o filho que Deus lhe deu.
§ 2573Deus renova a sua promessa a Jacob, o antepassado das doze tribos de Israel.
§ 2574Quando começa a realizar-se a promessa (a Páscoa, o Êxodo, o dom da Lei e a conclusão da Aliança), a oração de Moisés é a tocante figura da oração de intercessão, que terá a sua realização no «Mediador único entre Deus…
§ 2575Também aqui, a iniciativa é de Deus.
§ 2576«O Senhor falava com Moisés frente a frente, como um homem fala com o seu amigo» (Ex 33, 11).
§ 2577Nesta intimidade com o Deus fiel, lento em irar-Se e cheio de amor, Moisés hauriu a força e a tenacidade da sua intercessão.
§ 2578A oração do povo de Deus vai expandir-se à sombra da morada de Deus: a arca da aliança e, mais tarde, o templo.
§ 2579David é, por excelência, o rei «segundo o coração de Deus», o pastor que ora pelo seu povo e em nome dele, aquele cuja submissão à vontade de Deus, cujo louvor e cujo arrependimento serão o modelo da oração do povo.
§ 2580O templo de Jerusalém, a casa de oração que David queria construir, será obra do seu filho Salomão.
§ 2581O templo devia ser, para o povo de Deus, o lugar da sua educação para a oração: as peregrinações, as festas, os sacrifícios, a oblação vespertina, o incenso, os «pães da proposição», todos esses sinais da santidade e…
§ 2582Elias é o pai dos profetas, da geração dos que procuram a Deus, dos que procuram a face do Deus de Jacob.
§ 2583Depois de ter aprendido a misericórdia no seu retiro na torrente de Querit, ensina à viúva de Sarepta a fé na Palavra de Deus, fé que ele confirma com a sua oração insistente: Deus faz voltar à vida o filho da viúva.
Definição de vida moral
§ 2047A vida moral é um culto espiritual.
Fé fonte da vida moral
§ 2087A nossa vida moral tem a sua fonte na fé em Deus, que nos revela o seu amor.
Impedimentos para a vida moral
§ 1740Ameaças à liberdade.
Lei natural rege a vida moral
§ 1955A lei «divina e natural» mostra ao homem o caminho a seguir para praticar o bem e atingir o seu fim.
Paixões e vida moral
§ 1767Em si mesmas, as paixões não são nem boas nem más.
§ 1768Os grandes sentimentos não determinam nem a moralidade nem a santidade das pessoas; são o reservatório inesgotável das imagens e afetos com que se exprime a vida moral.
§ 1769Na vida cristã, o próprio Espírito Santo realiza a sua obra mobilizando todo o ser, mesmo as dores, temores e tristezas, como se vê claramente na agonia e paixão do Senhor.
§ 1770A perfeição moral consiste em que o homem não seja movido para o bem só pela vontade, mas também pelo apetite sensível, segundo esta palavra do Salmo: «O meu coração e a minha carne exultam no Deus vivo» (Sl 84, 3).
Vida moral dá liberdade espiritual
§ 1821Podemos, portanto, esperar a glória do céu prometida por Deus àqueles que O amam e fazem a sua vontade.
Vida moral deve completar-se na vida eterna
§ 1715Quem crê em Cristo possui a vida nova no Espírito Santo.
Vida moral e dignidade da pessoa
§ 1706Mediante a sua razão, o homem conhece a voz de Deus que o impele «a fazer [...] o bem e a evitar o mal».
Vida moral e Magistério da Igreja
§ 2032A Igreja, «coluna e fundamento da verdade» (1 Tm 3, 15), «recebeu dos Apóstolos o solene mandamento de Cristo de anunciar a verdade da salvação».
§ 2033O Magistério dos pastores da Igreja, em matéria moral, exerce-se ordinariamente na catequese e na pregação, com a ajuda das obras dos teólogos e autores espirituais.
§ 2034O Romano Pontífice e os bispos, como «doutores autênticos, investidos na autoridade de Cristo, pregam ao povo a eles confiado a fé que deve ser acreditada e aplicada aos costumes».
§ 2035O grau supremo na participação da autoridade de Cristo está garantido pelo carisma da infalibilidade.
§ 2036A autoridade do Magistério estende-se também aos preceitos específicos da lei natural, porque a sua observância, exigida pelo Criador, é necessária à salvação.
§ 2037A Lei de Deus, confiada à Igreja, é ensinada aos fiéis como caminho de vida e de verdade.
§ 2038Na tarefa do ensino e da aplicação da moral cristã, a Igreja precisa da dedicação dos pastores, da ciência dos teólogos, do contributo de todos os cristãos e homens de boa vontade.
§ 2039Os ministérios devem exercer-se num espírito de serviço fraterno e de dedicação à Igreja, em nome do Senhor.
§ 2040Assim, pode desenvolver-se entre os cristãos um verdadeiro espírito filial em relação à Igreja.
§ 2049O magistério dos pastores da Igreja em matéria moral exerce-se ordinariamente na catequese e na pregação, com base no Decálogo, que enuncia os princípios da vida moral válidos para todo o homem.
§ 2050O Romano Pontífice e os bispos, na qualidade de doutores autênticos, pregam ao povo de Deus a fé que deve ser acreditada e aplicada nos costumes.
§ 2051A infalibilidade do Magistério dos pastores abrange todos os elementos de doutrina, mesmo moral, sem os quais as verdades salvíficas da fé não podem ser guardadas, expostas ou observadas.
Vida moral condição para o crescimento da Igreja e do Reino
§ 2045Porque são membros do corpo cuja cabeça é Cristo, os cristãos contribuem, pela constância das suas convicções e dos seus costumes, para a edificação da Igreja.
§ 2046Vivendo segundo Cristo, os cristãos apressam a vinda do Reino de Deus, do «Reino da justiça, da verdade e da paz».
Vida moral condição primeira para o anúncio do Evangelho
§ 2044A fidelidade dos batizados é condição primordial para o anúncio do Evangelho e para a missão da Igreja no mundo.
Vida moral culto espiritual
§ 2031A vida moral é um culto espiritual.
§ 2047A vida moral é um culto espiritual.
Virtudes e dons do Espírito Santo ajudam a vida moral
§ 1804As virtudes humanas são atitudes firmes, disposições estáveis, perfeições habituais da inteligência e da vontade, que regulam os nossos atos, ordenam as nossas paixões e guiam o nosso procedimento segundo a razão e a fé.
§ 1808A fortaleza é a virtude moral que, no meio das dificuldades, assegura a firmeza e a constância na prossecução do bem.
§ 1830A vida moral dos cristãos é sustentada pelos dons do Espírito Santo.
Vida nova vida divina cf. Graça
§ 684O Espírito Santo, pela sua graça, é o primeiro no despertar da nossa fé e na vida nova que consiste em conhecer o Pai e Aquele que Ele enviou, Jesus Cristo.
Batismo fonte de vida nova
§ 1254Em todos os batizados, crianças ou adultos, a fé deve crescer depois do Batismo.
§ 1279O fruto do Batismo ou graça batismal é uma realidade rica que inclui: a remissão do pecado original e de todos os pecados pessoais; o renascimento para uma vida nova, pela qual o homem se torna filho adotivo do Pai…
Catequese da vida nova
§ 1697Na catequese, importa revelar com toda a clareza a alegria e as exigências do caminho de Cristo.
Comunhão com a vida divina fim da criação
§ 760«O mundo foi criado em ordem à Igreja», diziam os cristãos dos primeiros tempos.
Deus quer comunicar sua vida aos homens
§ 52Deus, que «habita numa luz inacessível» (1 Tm 6, 16), quer comunicar a sua própria vida divina aos homens que livremente criou, para fazer deles, no seu Filho único, filhos adotivos.
§ 541«Depois de João ter sido preso, Jesus partiu para a Galileia.
Frutos da vida nova em Cristo segundo o Espírito
§ 740Estas «maravilhas de Deus», oferecidas aos crentes nos sacramentos da Igreja, dão os seus frutos na vida nova em Cristo, segundo o Espírito (será este o objeto da terceira parte do Catecismo).
Graça participação na vida de Deus
§ 375A Igreja, interpretando de modo autêntico o simbolismo da linguagem bíblica à luz do Novo Testamento e da Tradição, ensina que os nossos primeiros pais, Adão e Eva, foram constituídos num estado de santidade e de…
§ 1997A graça é uma participação na vida de Deus, introduz-nos na intimidade da vida trinitária: pelo Batismo, o cristão participa na graça de Cristo, cabeça do seu corpo; como «filho adotivo», pode doravante chamar «Pai» a…
Liturgia fonte da vida nova
§ 1071Obra de Cristo, a Liturgia é também uma ação da sua Igreja.
§ 1072«A liturgia não esgota toda a ação da Igreja».
Participação na vida divina não vem da vontade da carne mas de Deus
§ 505Jesus, o novo Adão, inaugura, pela sua conceição virginal, o novo nascimento dos filhos de adoção, no Espírito Santo, pela fé, «Como será isso?» (Lc 1, 34).
Ressurreição de Cristo abre as portas de uma vida nova
§ 654Existe um duplo aspecto no mistério pascal: pela sua morte, Cristo liberta-nos do pecado; pela sua ressurreição, abre-nos o acesso a uma nova vida.
Vida divina oferecida aos homens nos sacramentos
§ 694A água.
§ 1131Os sacramentos são sinais eficazes da graça, instituídos por Cristo e confiados à Igreja, pelos quais nos é dispensada a vida divina.
Vida nova e pecado
§ 1420Pelos sacramentos da iniciação cristã, o homem recebe a vida nova de Cristo.
Vida nova merecida por Cristo
§ 1708Pela sua paixão, Cristo livrou-nos de Satanás e do pecado e mereceu-nos a vida nova no Espírito Santo.
Vida nova possibilitada pelo Espírito Santo
§ 735Ele dá-nos então as «arras» ou as «primícias» da nossa herança: a própria vida da Santíssima Trindade, que consiste em amar «como Ele nos amou».
Vida nova recebida mediante a Igreja no Batismo
§ 168É, antes de mais, a Igreja que crê, e que assim suporta, nutre e sustenta a minha fé.
§ 628O Batismo, cujo sinal original e pleno é a imersão, significa eficazmente a descida ao túmulo, por parte do cristão que morre para o pecado com Cristo, com vista a uma vida nova.
§ 683«Ninguém pode dizer "Jesus é o Senhor" a não ser pela ação do Espírito Santo» (1Cor 12, 3).
Bem comum e vida social
§ 1906Por bem comum deve entender-se «o conjunto das condições sociais que permitem, tanto aos grupos como a cada um dos seus membros, atingir a sua perfeição, do modo mais completo e adequado».
§ 1911As dependências humanas intensificam-se.
§ 1924O bem comum abrange «o conjunto das condições sociais que permitem aos grupos e às pessoas atingir a sua perfeição, do modo mais pleno e fácil».
Caridade na vida social
§ 1889Sem a ajuda da graça, os homens não seriam capazes de «descobrir o caminho, muitas vezes estreito, entre a cobardia que cede ao mal e a violência que, julgando combatê-lo, o agrava».
Família e vida social
§ 2207A família é a célula originária da vida social.
§ 2210A importância da família na vida e no bem-estar da sociedade implica uma responsabilidade particular desta no apoio e fortalecimento do matrimônio e da família.
Modo de governo de Deus deve ser imitado na vida social
§ 1884Deus não quis reservar só para Si o exercício de todos os poderes.
Organização da vida social
§ 2442Não compete aos pastores da Igreja intervir diretamente na construção política e na organização da vida social.
Participação na vida social
§ 1882Certas sociedades, como a família e a comunidade civil, correspondem de modo mais imediato à natureza do homem.
§ 1897«A sociedade humana não estará bem constituída nem será fecunda, se a ela não presidir uma autoridade legítima que salvaguarde as instituições e dedique o necessário trabalho e esforço ao bem comum».
§ 1898Toda a comunidade humana tem necessidade de uma autoridade que a governe.
§ 1899A autoridade exigida pela ordem moral emana de Deus: «Submeta-se cada qual às autoridades constituídas.
§ 1900O dever de obediência impõe a todos a obrigação de tributar à autoridade as honras que lhe são devidas e de rodear de respeito e, segundo o seu mérito, de gratidão e benevolência, as pessoas que a exercem.
§ 1901Se a autoridade remete para uma ordem fixada por Deus, já «a determinação dos regimes políticos, tal como a designação dos seus dirigentes, devem ser deixados à livre vontade dos cidadãos».
§ 1903A autoridade só é exercida legitimamente na medida em que procurar o bem comum do respectivo grupo e em que, para o atingir, empregar meios moralmente lícitos.
§ 1904«É preferível que todo o poder seja equilibrado por outros poderes e outras competências que o mantenham no seu justo limite.
§ 1905Em conformidade com a natureza social do homem, o bem de cada um está necessariamente relacionado com o bem comum.
§ 1906Por bem comum deve entender-se «o conjunto das condições sociais que permitem, tanto aos grupos como a cada um dos seus membros, atingir a sua perfeição, do modo mais completo e adequado».
§ 1907Supõe, em primeiro lugar, o respeito da pessoa como tal.
§ 1908Em segundo lugar, o bem comum exige o bem-estar social e o desenvolvimento da própria sociedade.
§ 1909Finalmente, o bem comum implica a paz, quer dizer, a permanência e segurança duma ordem justa.
§ 1910Se cada comunidade humana possui um bem comum que lhe permite reconhecer-se como tal, é na comunidade política que se encontra a sua realização mais completa.
§ 1911As dependências humanas intensificam-se.
§ 1912O bem comum está sempre orientado para o progresso das pessoas: «A ordem das coisas deve estar subordinada à ordem das pessoas, e não o inverso».
§ 1913Participação é o empenhamento voluntário e generoso da pessoa nas permutas sociais.
§ 1914A participação realiza-se, primeiro, ao encarregar-se alguém dos setores de que assume a responsabilidade pessoal: pelo cuidado que põe na educação da família, pela consciência com que realiza o seu trabalho, o homem…
§ 1915Os cidadãos devem, tanto quanto possível, tomar parte ativa na vida pública.
§ 1916A participação de todos na promoção do bem comum implica, como qualquer dever ético, uma conversão incessantemente renovada dos parceiros sociais.
§ 1917Incumbe àqueles que exercem cargos de autoridade garantir os valores que atraem a confiança dos membros do grupo e os incitam a colocar-se ao serviço dos seus semelhantes.
Revelação cristã e vida social
§ 2419«A Revelação cristã conduz [...] a uma inteligência mais penetrante das leis da vida social».
Vida social e protecção da vida particular
§ 1907Supõe, em primeiro lugar, o respeito da pessoa como tal.
Vida social necessária ao homem
§ 1879A pessoa humana tem necessidade da vida social.
§ 1891Para se desenvolver em conformidade com a sua natureza, a pessoa humana tem necessidade da vida social.