Catecismo da Igreja Católica

§ 679

Cristo é Senhor da vida eterna. O pleno direito de julgar definitivamente as obras e os corações dos homens pertence-Lhe a Ele, enquanto redentor do mundo. Ele «adquiriu» este direito pela sua cruz. Por isso, o Pai entregou «ao Filho todo o poder de julgar» (Jo 5, 22)656. Ora, o Filho não veio para julgar, mas para salvar657 e dar a vida que tem em Si658. É pela recusa da graça nesta vida que cada qual se julga já a si próprio659, recebe segundo as suas obras660 e pode, mesmo, condenar-se para a eternidade, recusando o Espírito de amor661.

Notas

  1. Cf. Jo 5, 27: Mt 25, 31: Act 10, 42: 17, 31: 2 Tm 4, 1. ↩
  2. Cf. Jo 3, 17. ↩
  3. Cf. Jo 5, 26. ↩
  4. Cf. Jo 3, 18: 12, 48. ↩
  5. Cf. 1 Cor 3, 12-15. ↩
  6. Cf. Mt 12, 32; Heb 6, 4-6; 10, 26-31. ↩

No índice analítico

Na Liturgia Diária

Este parágrafo acompanha as leituras da missa nestes dias:

No Catecismo de São Pio X

129. Como se manifestará a glória de Jesus Cristo no Juízo universal? No Juízo universal há de manifestar-se a glória de Jesus Cristo, porque, tendo Ele sido injustamente condenado pelos homens, aparecerá então à face do mundo inteiro como Juiz supremo de todos. Ler no Catecismo de São Pio X →