Catecismo da Igreja Católica · índice analítico

Juízo

40 parágrafos do Catecismo em 10 entradas do índice analítico. Cada trecho abre o parágrafo inteiro, com as notas e os temas ligados.

Antecipação do juízo na Penitência

§ 1470Neste sacramento, o pecador, remetendo-se ao juízo misericordioso de Deus, de certo modo antecipa o julgamento a que será submetido no fim desta vida terrena.

Dia do juízo

§ 681No dia do Juízo, no fim do mundo, Cristo virá na sua glória para completar o triunfo definitivo do bem sobre o mal, os quais, como o trigo e o joio, terão crescido juntos no decurso da história.

Juízo da consciência

§ 1777Presente no coração da pessoa, a consciência moral leva-a, no momento oportuno, a fazer o bem e a evitar o mal.

§ 1778A consciência moral é um juízo da razão, pelo qual a pessoa humana reconhece a qualidade moral dum ato concreto que vai praticar, que está prestes a executar ou que já realizou.

§ 1779Importa que cada um esteja suficientemente presente a si mesmo para ouvir e seguir a voz da sua consciência.

§ 1780A dignidade da pessoa humana implica e exige a retidão da consciência moral.

§ 1781A consciência permite assumir a responsabilidade dos atos praticados.

§ 1782O homem tem o direito de agir em consciência e em liberdade a fim de tomar pessoalmente decisões morais.

§ 1783A consciência deve ser informada e o juízo moral esclarecido.

§ 1786Perante a necessidade de decidir moralmente, a consciência pode emitir um juízo reto, de acordo com a razão e a lei de Deus, ou, pelo contrário, um juízo errôneo, que se afaste delas.

§ 1787Por vezes, o homem vê-se confrontado com situações que tornam o juízo moral menos seguro e a decisão difícil.

§ 1806A prudência é a virtude que dispõe a razão prática para discernir, em qualquer circunstância, o nosso verdadeiro bem e para escolher os justos meios de o atingir.

§ 1848Como afirma São Paulo: «Onde abundou o pecado, superabundou a graça» (Rm 5, 20).

§ 2039Os ministérios devem exercer-se num espírito de serviço fraterno e de dedicação à Igreja, em nome do Senhor.

Juízo da Igreja

§ 119«Cabe aos exegetas trabalhar, de harmonia com estas regras, por entender e expor mais profundamente o sentido da Sagrada Escritura, para que, mercê deste estudo, de algum modo preparatório, amadureça o juízo da Igreja.

§ 553Jesus confiou a Pedro uma autoridade específica: «Dar-te-ei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que desligares na terra será desligado nos céus» (Mt 16, 19).

§ 2032A Igreja, «coluna e fundamento da verdade» (1 Tm 3, 15), «recebeu dos Apóstolos o solene mandamento de Cristo de anunciar a verdade da salvação».

§ 2246Faz parte da missão da Igreja «proferir um juízo moral, mesmo acerca das realidades que dizem respeito à ordem política, sempre que os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem utilizando todos…

§ 2420A Igreja emite um juízo moral em matéria econômica e social, «quando os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigem».

§ 2423A doutrina social da Igreja propõe princípios de reflexão, salienta critérios de julgamento e fornece orientações para a ação: Todo o sistema, segundo o qual as relações sociais forem inteiramente determinadas pelos…

Juízo falso

§ 1790O ser humano deve obedecer sempre ao juízo certo da sua consciência.

§ 1791Muitas vezes, tal ignorância pode ser imputada à responsabilidade pessoal.

§ 1792A ignorância a respeito de Cristo e do seu Evangelho, os maus exemplos dados por outros, a escravidão das paixões, a pretensão de uma mal entendida autonomia da consciência, a rejeição da autoridade da Igreja e do seu…

§ 1793Se, pelo contrário, a ignorância é invencível, ou o juízo errôneo sem responsabilidade do sujeito moral, o mal cometido pela pessoa não pode ser-lhe imputado.

§ 1794A consciência boa e pura é iluminada pela fé verdadeira.

§ 2409Todo o processo de se apoderar e de reter injustamente o bem alheio, mesmo que não esteja em desacordo com as disposições da lei civil, é contrário ao sétimo mandamento.

§ 2477O respeito pela reputação das pessoas proíbe toda e qualquer atitude ou palavra suscetíveis de lhes causar um dano injusto.

Juízo final escatológico

§ 677A Igreja não entrará na glória do Reino senão através dessa última Páscoa, em que seguirá o Senhor na sua morte e ressurreição.

§ 678Na sequência dos profetas e de João Batista, Jesus anunciou, na sua pregação, o Juízo do último dia.

§ 1023Os que morrerem na graça e na amizade de Deus e estiverem perfeitamente purificados, viverão para sempre com Cristo.

§ 1038A ressurreição de todos os mortos, «justos e pecadores» (At 24, 15), há-de preceder o Juízo final.

§ 1039É perante Cristo, que é a Verdade, que será definitivamente posta descoberto a verdade da relação de cada homem com Deus.

§ 1040O Juízo final terá lugar quando acontecer a vinda gloriosa de Cristo.

§ 1041A mensagem do Juízo final é um apelo à conversão, enquanto Deus dá ainda aos homens «o tempo favorável, o tempo da salvação» (2 Cor 6, 2).

Juízo particular

§ 1021A morte põe termo à vida do homem, enquanto tempo aberto à aceitação ou à rejeição da graça divina, manifestada em Jesus Cristo.

§ 1022Ao morrer, cada homem recebe na sua alma imortal a retribuição eterna, num juízo particular que põe a sua vida em referência a Cristo, quer através duma purificação, quer para entrar imediatamente na felicidade do céu…

Juízo temerário

§ 2477O respeito pela reputação das pessoas proíbe toda e qualquer atitude ou palavra suscetíveis de lhes causar um dano injusto.

§ 2478Para evitar o juízo temerário, cada um procurará interpretar em sentido favorável, tanto quanto possível, os pensamentos, as palavras e os atos do seu próximo: «Todo o bom cristão deve estar mais pronto a interpretar…

Julgamento de Cristo

§ 679Cristo é Senhor da vida eterna.

Limites do juízo crítico

§ 1861O pecado mortal é uma possibilidade radical da liberdade humana, tal como o próprio amor.

§ 2497Pela própria natureza da sua profissão na imprensa, os seus responsáveis têm a obrigação, na difusão da informação, de servir a verdade sem ofender a caridade.