Ao partilhar, no seu coração humano, o amor do Pai para com os homens, Jesus «amou-os até ao fim» (Jo 13, 1), «pois não há maior amor do que dar a vida por aqueles que se ama» (Jo 15, 13). Assim, no sofrimento e na morte, a sua humanidade tornou-se instrumento livre e perfeito do seu amor divino, que quer a salvação dos homens470. Com efeito, Ele aceitou livremente a sua paixão e morte por amor do Pai e dos homens a quem o Pai quer salvar: «Ninguém Me tira a vida. Sou Eu que a dou espontaneamente» (Jo 10, 18). Daí, a liberdade soberana do Filho de Deus, quando Ele próprio vai ao encontro da morte471.
Notas
No índice analítico
- Amigo › Dar a vida pelos amigos
- Cristo › Amor de Cristo
- Cristo › Morte de Cristo como oblação
- Liberdade › Liberdade de Jesus obediente ao Pai
- Morte › Jesus aceita a morte
- Pecado › Oblação de Cristo pelos pecados do homem
- Remissão dos pecados cf. penitência e reconciliação › Oblação de Cristo ao Pai pelos nossos pecados
- Vida › Dar a vida pelos amigos