Catecismo da Igreja Católica · índice analítico

Pecado

135 parágrafos do Catecismo em 84 entradas do índice analítico. Cada trecho abre o parágrafo inteiro, com as notas e os temas ligados.

Amor mais forte do que o pecado

§ 2844A oração cristã vai até ao perdão dos inimigos.

Concupiscência leva para o pecado

§ 978«No momento em que fazemos a nossa primeira profissão de fé, ao receber o santo Batismo que nos purifica, o perdão que recebemos é tão pleno e total que não fica absolutamente nada por apagar, quer da falta original…

Definição de pecado

§ 1849O pecado é uma falta contra a razão, a verdade, a reta consciência.

§ 1850O pecado é uma ofensa a Deus: «Pequei contra Vós, só contra Vós, e fiz o mal diante dos vossos olhos» (Sl 51, 6).

Modos de evitar o pecado

§ 943Graças à sua missão real, os leigos têm o poder de vencer em si mesmos e no mundo o império do pecado, mediante a abnegação e a santidade de vida.

Pecado dos anjos

§ 392A Escritura fala dum pecado destes anjos.

§ 393É o caráter irrevogável da sua opção, e não uma falha da infinita misericórdia de Deus, que faz com que o pecado dos anjos não possa ser perdoado.

Pecado na Igreja

§ 827«Enquanto que Cristo, santo e inocente, sem mancha, não conheceu o pecado, mas veio somente expiar os pecados do povo, a Igreja, que no seu próprio seio encerra pecadores, é simultaneamente santa e chamada a…

Pecado mal gravíssimo

§ 1488Aos olhos da fé, não existe mal mais grave do que o pecado; nada tem piores consequências para os próprios pecadores, para a Igreja e para todo o mundo.

Raiz do pecado

§ 1853Os pecados podem distinguir-se segundo o seu objeto, como todo o ato humano; ou segundo as virtudes a que se opõem; por excesso ou por defeito; ou segundo os mandamentos que violam.

Realidade do pecado

§ 385Deus é infinitamente bom e todas as suas obras são boas.

§ 386O pecado está presente na história do homem.

§ 387A realidade do pecado e, dum modo particular, a do pecado das origens, só se esclarece à luz da Revelação divina.

Responsabilidade de quem coopera com os pecados de outros

§ 1868O pecado é um ato pessoal.

Satanás causa dos pecados

§ 2852«Assassino desde o princípio, [...] mentiroso e pai da mentira» (Jo 8, 44), «Satanás, que seduz o universo inteiro» (Ap 12, 9), foi por ele que o pecado e a morte entraram no mundo, e é pela sua derrota definitiva que…

Vínculo profundo do homem com Deus e conhecimento do pecado

§ 286Não há dúvida de que a inteligência humana é capaz de encontrar uma resposta para a questão das origens.

§ 287A verdade da criação é tão importante para toda a vida humana que Deus, na sua bondade, quis revelar ao seu povo tudo quanto é salutar conhecer-se a esse propósito.

§ 288Assim, a revelação da criação é inseparável da revelação e da realização da Aliança de Deus, o Deus Único, com o seu povo.

Apego prejudicial às criaturas

§ 1472Para compreender esta doutrina e esta prática da Igreja, deve ter-se presente que o pecado tem uma dupla consequência.

Luta entre o Espírito e a carne

§ 2516No homem, porque é um ser integrado de espírito e corpo, já existe uma certa tensão.

Morte do Filho de Deus

§ 312Assim, com o tempo, é possível descobrir que Deus, na sua onipotente Providência, pode tirar um bem das consequências dum mal (mesmo moral), causado pelas criaturas: «Não, não fostes vós – diz José a seus irmãos – que…

Penas do pecado

§ 1472Para compreender esta doutrina e esta prática da Igreja, deve ter-se presente que o pecado tem uma dupla consequência.

§ 1473O perdão do pecado e o restabelecimento da comunhão com Deus trazem consigo a abolição das penas eternas do pecado.

Privação da comunhão com Deus

§ 761A reunião do povo de Deus começa no instante em que o pecado destrói a comunhão dos homens com Deus e entre si.

§ 1472Para compreender esta doutrina e esta prática da Igreja, deve ter-se presente que o pecado tem uma dupla consequência.

Privação da semelhança com Deus

§ 705Desfigurado pelo pecado e pela morte, o homem permanece «à imagem de Deus», à imagem do Filho, mas está «privado da glória de Deus», privado da «semelhança».

Privação da vida eterna

§ 1472Para compreender esta doutrina e esta prática da Igreja, deve ter-se presente que o pecado tem uma dupla consequência.

Vícios e más inclinações

§ 1426A conversão a Cristo, o novo nascimento do Batismo, o dom do Espírito Santo, o corpo e sangue de Cristo recebidos em alimento, tornaram-nos «santos e imaculados na sua presença» (Ef 1, 4), tal como a própria Igreja…

§ 1865O pecado arrasta ao pecado; gera o vício, pela repetição dos mesmos atos.

Vida cristã debilitada

§ 1420Pelos sacramentos da iniciação cristã, o homem recebe a vida nova de Cristo.

Vida do pecador debilitada

§ 1459Muitos pecados prejudicam o próximo.

Distinção dos pecados segundo a gravidade

§ 1854Os pecados devem ser julgados segundo a sua gravidade.

Distinção dos pecados segundo o objecto

§ 1853Os pecados podem distinguir-se segundo o seu objeto, como todo o ato humano; ou segundo as virtudes a que se opõem; por excesso ou por defeito; ou segundo os mandamentos que violam.

"Pecado social"

§ 1869Assim, o pecado torna os homens cúmplices uns dos outros, faz reinar entre eles a concupiscência, a violência e a injustiça.

Abuso da liberdade dada por Deus ao homem

§ 1739Liberdade e pecado.

Ameaças à unidade e à comunhão da Igreja

§ 814Desde a origem, no entanto, esta Igreja apresenta-se com uma grande diversidade, proveniente ao mesmo tempo da variedade dos dons de Deus e da multiplicidade das pessoas que os recebem.

§ 1440O pecado é, antes de mais, ofensa a Deus, ruptura da comunhão com Ele.

Ato pessoal

§ 1868O pecado é um ato pessoal.

Cismas heresias apostasias

§ 817De fato, «nesta Igreja de Deus una e única, já desde os primórdios surgiram algumas cisões, que o Apóstolo censura asperamente como condenáveis.

Mal moral entrado no mundo

§ 311Os anjos e os homens, criaturas inteligentes e livres, devem caminhar para o seu último destino por livre escolha e amor preferencial.

§ 1869Assim, o pecado torna os homens cúmplices uns dos outros, faz reinar entre eles a concupiscência, a violência e a injustiça.

Morte na história da humanidade

§ 400A harmonia em que viviam, graças à justiça original, ficou destruída; o domínio das faculdades espirituais da alma sobre o corpo foi quebrado; a união do homem e da mulher ficou sujeita a tensões; as suas relações…

§ 1008A morte é consequência do pecado.

Obra da carne

§ 1852É grande a variedade dos pecados.

Ofensa feita a Deus

§ 431Nesta história da salvação, Deus não Se contenta com libertar Israel «da casa da escravidão» (Dt 5, 6), fazendo-o sair do Egito.

§ 1850O pecado é uma ofensa a Deus: «Pequei contra Vós, só contra Vós, e fiz o mal diante dos vossos olhos» (Sl 51, 6).

Pecado prejudica a comunhão humana

§ 761A reunião do povo de Deus começa no instante em que o pecado destrói a comunhão dos homens com Deus e entre si.

§ 953A comunhão da caridade: na sanctorum communio, «nenhum de nós vive para si mesmo, e nenhum de nós morre para si mesmo» (Rm 14, 7).

Rejeição de Deus

§ 398Neste pecado, o homem preferiu-se a si próprio a Deus, e por isso desprezou Deus: optou por si próprio contra Deus, contra as exigências da sua condição de criatura e, daí, contra o seu próprio bem.

Batismo liberta do pecado

§ 977Nosso Senhor ligou o perdão dos pecados à fé e ao Batismo: «Ide por todo o mundo e proclamai a Boa-Nova a todas as criaturas.

§ 978«No momento em que fazemos a nossa primeira profissão de fé, ao receber o santo Batismo que nos purifica, o perdão que recebemos é tão pleno e total que não fica absolutamente nada por apagar, quer da falta original…

§ 985O Batismo é o primeiro e principal sacramento para o perdão dos pecados: une-nos a Cristo morto e ressuscitado e dá-nos o Espírito Santo.

§ 1213O santo Batismo é o fundamento de toda a vida cristã, o pórtico da vida no Espírito («vitae spiritualis ianua – porta da vida espiritual») e a porta que dá acesso aos outros sacramentos.

§ 1237E porque o Batismo significa a libertação do pecado e do diabo, seu instigador, pronuncia-se sobre o candidato um ou vários exorcismos.

§ 1263Pelo Batismo todos os pecados são perdoados: o pecado original e todos os pecados pessoais, bem como todas as penas devidas ao pecado.

§ 1264No batizado permanecem, no entanto, certas consequências temporais do pecado, como os sofrimentos, a doença, a morte, ou as fragilidades inerentes à vida, como as fraquezas de caráter, etc., assim como uma inclinação…

Cristo perdoa os pecados

§ 987«Na remissão dos pecados, os sacerdotes e os sacramentos são instrumentos mediante os quais nosso Senhor Jesus Cristo, único autor e dispensador da salvação, nos concede a remissão dos pecados e a graça da justificação».

§ 1441Só Deus perdoa os pecados.

Cristo satisfaz o Pai pelos nossos pecados

§ 615«Como pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, pela obediência de um só, muitos se tornarão justos» (Rm 5, 19).

§ 1708Pela sua paixão, Cristo livrou-nos de Satanás e do pecado e mereceu-nos a vida nova no Espírito Santo.

Cristo "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo"

§ 523São João Batista é o precursor imediato do Senhor, enviado para Lhe preparar o caminho.

§ 536Da parte de Jesus, o seu batismo é a aceitação e a inauguração da sua missão de Servo sofredor.

§ 608Depois de ter aceitado dar-Lhe o batismo como aos pecadores, João Batista viu e mostrou em Jesus o «Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo».

Cristo "propiciação pelos nossos pecados"

§ 457O Verbo fez-Se carne para nos salvar, reconciliando-nos com Deus: «Foi Deus que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados» (1 Jo 4, 10).

§ 604Entregando o seu Filho pelos nossos pecados, Deus manifesta que o seu plano sobre nós é um desígnio de amor benevolente, independente de qualquer mérito da nossa parte: «Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos…

Cura dos homens do pecado

§ 211O nome divino «Eu sou» ou «Ele é» exprime a fidelidade de Deus, que, apesar da infidelidade do pecado dos homens e do castigo que merece, «conserva a sua benevolência em favor de milhares de pessoas» (Ex 34, 7).

§ 549Ao libertar certos homens dos males terrenos da fome, da injustiça da doença e da morte – Jesus realizou sinais messiânicos; no entanto, Ele não veio para abolir todos os males deste mundo, mas para libertar os homens…

§ 1989A primeira obra da graça do Espírito Santo é a conversão, que opera a justificação, segundo a mensagem de Jesus no princípio do Evangelho: «Convertei-vos, que está perto o Reino dos céus» (Mt 4, 17).

§ 1990A justificação desliga o homem do pecado, que está em contradição com o amor de Deus, e purifica-lhe o coração.

§ 1999A graça de Cristo é dom gratuito que Deus nos faz da sua vida, infundida pelo Espírito Santo na nossa alma para a curar do pecado e a santificar.

§ 2057O Decálogo compreende-se, antes de mais nada, no contexto do Êxodo que é o grande acontecimento libertador de Deus, no centro da Antiga Aliança.

§ 2097Adorar a Deus é reconhecer, com respeito e submissão absoluta, o «nada da criatura», que só por Deus existe.

Deus fez Cristo "pecado por causa de nós"

§ 602Consequentemente, Pedro pôde formular assim a fé apostólica no plano divino da salvação: «fostes resgatados da vã maneira de viver herdada dos vossos pais, pelo sangue precioso de Cristo, como de um cordeiro sem…

§ 603Jesus não conheceu a reprovação como se tivesse pecado pessoalmente.

Deus não abandona o homem ao império da morte

§ 410Depois da queda, o homem não foi abandonado por Deus.

§ 411A Tradição cristã vê nesta passagem um anúncio do «novo Adão» que, pela sua «obediência até à morte de cruz» (Fl 2, 8), repara super‑abundantemente a desobediência de Adão.

§ 1609Na sua misericórdia, Deus não abandonou o homem pecador.

Lei divina auxílio dos feridos pelo pecado

§ 1949Chamado à bem-aventurança, mas ferido pelo pecado, o homem tem necessidade da salvação de Deus.

Modos de obter o perdão dos pecados

§ 1434A penitência interior do cristão pode ter expressões muito variadas.

§ 1435A conversão realiza-se na vida quotidiana por gestos de reconciliação, pelo cuidado dos pobres, o exercício e a defesa da justiça e do direito, pela confissão das próprias faltas aos irmãos, pela correção fraterna, a…

§ 1436Eucaristia e Penitência.

§ 1437A leitura da Sagrada Escritura, a oração da Liturgia das Horas e do Pai Nosso, todo o ato sincero de culto ou de piedade reavivam em nós o espírito de conversão e de penitência e contribuem para o perdão dos nossos…

§ 1438Os tempos e os dias de penitência no decorrer do Ano Litúrgico (tempo da Quaresma, cada sexta-feira em memória da morte do Senhor) são momentos fortes da prática penitencial da Igreja.

§ 1439O dinamismo da conversão e da penitência foi maravilhosamente descrito por Jesus na parábola do «filho pródigo», cujo centro é «o pai misericordioso»: o deslumbramento duma liberdade ilusória e o abandono da casa…

Oblação de Cristo pelos pecados do homem

§ 606O Filho de Deus, «descido do céu, não para fazer a sua vontade mas a do seu Pai, que O enviou», «diz, ao entrar no mundo: [...] Eis-me aqui, [...] ó Deus, para fazer a tua vontade. [...] E em virtude dessa mesma…

§ 607Este desejo de fazer seu o plano do amor de redenção do seu Pai, anima toda a vida de Jesus.

§ 608Depois de ter aceitado dar-Lhe o batismo como aos pecadores, João Batista viu e mostrou em Jesus o «Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo».

§ 609Ao partilhar, no seu coração humano, o amor do Pai para com os homens, Jesus «amou-os até ao fim» (Jo 13, 1), «pois não há maior amor do que dar a vida por aqueles que se ama» (Jo 15, 13).

§ 610Jesus exprimiu de modo supremo a oblação livre de Si mesmo na refeição que tornou com os doze Apóstolos, na «noite em que foi entregue» (1 Cor 11, 23).

§ 611A Eucaristia, que neste momento instituiu, será o «memorial» do seu sacrifício.

§ 612O cálice da Nova Aliança, que Jesus antecipou na Ceia, oferecendo-Se a Si mesmo, é aceito seguidamente por Jesus das mãos do Pai, na agonia no Getsêmani, fazendo-Se «obediente até à morte» (Fl 2, 8).

§ 613A morte de Cristo é, ao mesmo tempo, o sacrifício pascal que realiza a redenção definitiva dos homens por meio do «Cordeiro que tira o pecado do mundo», e o sacrifício da Nova Aliançaque restabelece a comunhão entre o…

§ 614Este sacrifício de Cristo é único, leva à perfeição e ultrapassa todos os sacrifícios.

§ 615«Como pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, pela obediência de um só, muitos se tornarão justos» (Rm 5, 19).

§ 616É o «amor até ao fim» que confere ao sacrifício de Cristo o valor de redenção e reparação, de expiação e satisfação.

§ 617«Sua sanctissima passione in ligno crucis nobis justificationem meruit – Pela sua santíssima paixão no madeiro da cruz, Ele mereceu-nos a justificação» – ensina o Concílio de Trento, sublinhando o caráter único do…

§ 618A cruz é o único sacrifício de Cristo, mediador único entre Deus e os homens.

Oração para não entrarmos no caminho do pecado

§ 2846Esta petição atinge a raiz da precedente, porque os nossos pecados são fruto do consentimento na tentação.

Penitência interior caminho para superar o pecado

§ 1431A penitência interior é uma reorientação radical de toda a vida, um regresso, uma conversão a Deus de todo o nosso coração, uma rotura com o pecado, uma aversão ao mal, com repugnância pelas más ações que cometemos.

Só Deus pode perdoar os pecados

§ 270Deus é o Pai todo-poderoso.

§ 277Deus manifesta a sua onipotência convertendo-nos dos nossos pecados e restabelecendo-nos na sua amizade pela graça («Deus qui omnipotentiam tuam parcendo maxime et miserando manifestas» – «Senhor; que dais a maior…

§ 430Em hebraico, Jesus quer dizer «Deus salva».

§ 431Nesta história da salvação, Deus não Se contenta com libertar Israel «da casa da escravidão» (Dt 5, 6), fazendo-o sair do Egito.

Violência e multiplicidade do pecado manifestadas na paixão de Cristo

§ 1851É precisamente na paixão, em que a misericórdia de Cristo o vai vencer, que o pecado manifesta melhor a sua violência e a sua multiplicidade: incredulidade, ódio assassino, rejeição e escárnio por parte dos chefes e do…

Modos de pecar contra o amor de Deus

§ 2094Pode-se pecar contra o amor de Deus de diversas maneiras: a indiferença descuida ou recusa a consideração da caridade divina; desconhece-lhe o cuidado preveniente e nega-lhe a força.

Pecados de pensamento de palavra por Ação e por omissão

§ 1853Os pecados podem distinguir-se segundo o seu objeto, como todo o ato humano; ou segundo as virtudes a que se opõem; por excesso ou por defeito; ou segundo os mandamentos que violam.

"Quem não ama permanece na morte"

§ 1033Não podemos estar em união com Deus se não escolhermos livremente amá-Lo.

Condições: matéria grave pleno conhecimento pleno consentimento

§ 1858A matéria grave é precisada pelos dez Mandamentos, segundo a resposta que Jesus deu ao jovem rico: «Não mates, não cometas adultério, não furtes, não levantes falsos testemunhos, não cometas fraudes, honra pai e mãe»…

§ 1859Para que o pecado seja mortal tem de ser cometido com plena consciência e total consentimento.

consequências

§ 1855O pecado mortal destrói a caridade no coração do homem por uma infração grave à Lei de Deus.

§ 1861O pecado mortal é uma possibilidade radical da liberdade humana, tal como o próprio amor.

Distinção entre pecado mortal e pecado venial

§ 1854Os pecados devem ser julgados segundo a sua gravidade.

Imputabilidade da culpa

§ 1860A ignorância involuntária pode diminuir, ou mesmo desculpar, a imputabilidade duma falta grave.

Morte em pecado mortal e Penas eternas reservadas a quem morre em pecado mortal

§ 1033Não podemos estar em união com Deus se não escolhermos livremente amá-Lo.

§ 1035A doutrina da Igreja afirma a existência do Inferno e a sua eternidade.

Perdão dos pecados mortais pela contrição perfeita

§ 1452Quando procedente do amor de Deus, amado sobre todas as coisas, a contrição é dita «perfeita» (contrição de caridade).

§ 1856O pecado mortal, atacando em nós o princípio vital que é a caridade, torna necessária uma nova iniciativa da misericórdia de Deus e uma conversão do coração que normalmente se realiza no quadro do sacramento da…

Condições da matéria do conhecimento e do consentimento

§ 1862Comete-se um pecado venial quando, em matéria leve, não se observa a medida prescrita pela lei moral ou quando, em matéria grave, se desobedece à lei moral, mas sem pleno conhecimento ou sem total consentimento.

Confissão dos pecados veniais

§ 1458Sem ser estritamente necessária, a confissão das faltas quotidianas (pecados veniais) é contudo vivamente recomendada pela Igreja.

§ 1863O pecado venial enfraquece a caridade, traduz um afeto desordenado aos bens criados, impede o progresso da pessoa no exercício das virtudes e na prática do bem moral; e merece penas temporais.

Ato sexual fora do Matrimónio

§ 2390Há união livre quando homem e mulher recusam dar forma jurídica e pública a uma ligação que implica intimidade sexual.

Blasfémia contra o Espírito Santo

§ 1864«Todo o pecado ou blasfêmia será perdoado aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não lhes será perdoada» (Mt 12, 31).

Blasfémia

§ 2148A blasfêmia opõe-se diretamente ao segundo mandamento.

Homicídio

§ 2268O quinto mandamento proíbe, como gravemente pecaminoso, o homicídio direto e voluntário.

Inveja

§ 2539A inveja é um vício capital.

Ira

§ 2302Evocando o preceito «Não matarás» (Mt 5, 21), nosso Senhor pede a paz do coração e denuncia a imoralidade da cólera assassina e do ódio: A ira é um desejo de vingança.

Maldade

§ 1860A ignorância involuntária pode diminuir, ou mesmo desculpar, a imputabilidade duma falta grave.

Mentira

§ 2484A gravidade da mentira mede-se pela natureza da verdade que ela deforma, atendendo às circunstâncias, às intenções de quem a comete e aos danos causados àqueles que são suas vítimas.

Ódio

§ 2303O ódio voluntário é contra a caridade.

Pecados contra a esperança

§ 2091O primeiro mandamento visa igualmente os pecados contra a esperança, que são o desespero e a presunção: Pelo desespero, o homem deixa de esperar de Deus a sua salvação pessoal, os socorros para a atingir, ou o perdão…

Pecados contra a fé

§ 2088O primeiro mandamento ordena-nos que alimentemos e guardemos com prudência e vigilância a nossa fé, rejeitando tudo quanto a ela se opõe.

§ 2089A incredulidade é o desprezo da verdade revelada ou a recusa voluntária de lhe prestar assentimento.

Sacrilégio

§ 2120O sacrilégio consiste em profanar ou em tratar indignamente os sacramentos e outras ações litúrgicas, bem como as pessoas, as coisas e os lugares consagrados a Deus.

Transgressão da obrigação de participar da Eucaristia nos dias de preceito

§ 2181A Eucaristia dominical fundamenta e sanciona toda a prática cristã.

"Pecados que clamam ao céu"

§ 1867A tradição catequética lembra também a existência de «pecados que bradam ao céu».

Pecados capitais geradores de outros pecados

§ 1866Os vícios podem classificar-se segundo as virtudes a que se opõem, ou relacionando-os com os pecados capitais que a experiência cristã distinguiu, na sequência de São João Cassiano e São Gregório Magno.

Amor de Deus causa da remissão dos pecados

§ 734Uma vez que estamos mortos, ou pelo menos feridos pelo pecado, o primeiro efeito do dom do Amor é a remissão dos nossos pecados.

Autoridade e poder de desligar e absolver os pecados

§ 533A vida oculta de Nazaré permite a todos os homens entrar em comunhão com Jesus, pelos diversos caminhos da vida quotidiana: «Nazaré é a escola em que se começa a compreender a vida de Jesus, é a escola em que se inicia…

§ 976O Símbolo dos Apóstolos liga a fé no perdão dos pecados à fé no Espírito Santo, mas também à fé na Igreja e na comunhão dos santos.

§ 1441Só Deus perdoa os pecados.

§ 1442Cristo quis que a sua Igreja fosse, toda ela, na sua oração, na sua vida e na sua atividade, sinal e instrumento do perdão e da reconciliação que Ele nos adquiriu pelo preço do seu sangue.

§ 1443Durante a sua vida pública.

§ 1444Ao tornar os Apóstolos participantes do seu próprio poder de perdoar os pecados, o Senhor dá-lhes também autoridade para reconciliar os pecadores com a Igreja.

§ 1445As palavras ligar e desligar significam: aquele que vós excluirdes da vossa comunhão, ficará também excluído da comunhão com Deus; aquele que de novo receberdes na vossa comunhão, também Deus o acolherá na sua.

§ 1461Uma vez que Cristo confiou aos Apóstolos o ministério da reconciliação os bispos, seus sucessores, e os presbíteros, colaboradores dos bispos, continuam a exercer tal ministério.

§ 2042O primeiro preceito («Ouvir missa inteira e abster-se de trabalhos servis nos domingos e festas de guarda») exige aos fiéis que santifiquem o dia em que se comemora a ressurreição do Senhor, bem como as principais…

Confissão e absolvição

§ 1424É chamado sacramento da confissão, porque o reconhecimento, a confissão dos pecados perante o sacerdote é um elemento essencial deste sacramento.

Purificação da penas do pecado

§ 1475Na comunhão dos santos, «existe, portanto, entre os fiéis – os que já estão na pátria celeste, os que foram admitidos à expiação do Purgatório, e os que vivem ainda peregrinos na terra – um constante laço de amor e uma…

Remissão dos pecados e reconciliação com a Igreja

§ 1443Durante a sua vida pública.

Remissão dos pecados efeito da justificação

§ 2018A justificação, tal como a conversão, apresenta duas faces.

Sacramentos da remissão dos pecados

§ 1421O Senhor Jesus Cristo, médico das nossas almas e dos nossos corpos, que perdoou os pecados ao paralítico e lhe restituiu a saúde do corpo quis que a sua Igreja continuasse, com a força do Espírito Santo, a sua obra de…

§ 1486O perdão dos pecados cometidos depois do Batismo é concedido por meio dum sacramento próprio, chamado sacramento da Conversão, da Confissão, da Penitência ou da Reconciliação.

§ 1520Um dom particular do Espírito Santo.

Unção dos enfermos e remissão dos pecados

§ 1520Um dom particular do Espírito Santo.