Ato humano moralmente bom
§ 1755O ato moralmente bom pressupõe, em simultâneo, a bondade do objeto, da finalidade e das circunstâncias.
§ 1760O ato moralmente bom pressupõe, em simultâneo, a bondade do objeto, da finalidade e das circunstâncias.
Ato humano moralmente desordenado
§ 1761Há comportamentos concretos pelos quais é sempre errado optar, porque a sua escolha inclui uma desordem da vontade, isto é, um mal moral.
Circunstâncias e consequências do ato humano
§ 1754As circunstâncias, incluindo as consequências, são elementos secundários dum ato moral.
Consentimento matrimonial como ato humano
§ 1625Os protagonistas da aliança matrimonial são um homem e uma mulher batizados, livres para contrair Matrimônio e que livremente exprimem o seu consentimento.
§ 1626A Igreja considera a permuta dos consentimentos entre os esposos como o elemento indispensável «que constitui o Matrimônios.
§ 1627O consentimento consiste num «ato humano pelo qual os esposos se dão e se recebem mutuamente»: «Eu recebo-te por minha esposa.
§ 1628O consentimento deve ser um ato da vontade de cada um dos contraentes, livre de violência ou de grave temor externo.
§ 1629Por este motivo (ou por outras razões, que tornem nulo ou não realizado o casamento), a Igreja pode, depois de examinada a situação pelo tribunal eclesiástico competente, declarar «a nulidade do Matrimônio», ou seja…
§ 1630O sacerdote (ou o diácono), que assiste à celebração do Matrimônio, recebe o consentimento dos esposos em nome da Igreja e dá a bênção da Igreja.
§ 1631É por esse motivo que, normalmente, a Igreja exige para os seus fiéis a forma eclesiástica da celebração do Matrimônio.
§ 1632Para que o «sim» dos esposos seja um ato livre e responsável, e para que a aliança matrimonial tenha bases humanas e cristãs sólidas e duradoiras, é de primordial importância a preparação para o matrimônio: O exemplo e…
Fé como ato humano
§ 154O ato de fé só é possível pela graça e pelos auxílios interiores do Espírito Santo.
§ 155Na fé, a inteligência e a vontade humanas cooperam com a graça divina: «Credere est atas intellectus assentientis veritati divinae ex imperio voluntatis, a Deo motae per gratiam» — «Crer é o ato da inteligência que…
§ 180«Crer» é um ato humano, consciente e livre, que está de acordo com a dignidade da pessoa humana.
Intenção do ato humano
§ 1752Em face do objeto, a intenção coloca-se do lado do sujeito que age.
§ 1753Uma intenção boa (por exemplo: ajudar o próximo) não torna bom nem justo um comportamento em si mesmo desordenado (como a mentira e a maledicência).
§ 1756É, portanto, errôneo julgar a moralidade dos atos humanos tendo em conta apenas a intenção que os inspira, ou as circunstâncias (meio, pressão social, constrangimento ou necessidade de agir, etc.) que os enquadram.
Liberdade do ato humano
§ 1731A liberdade é o poder, radicado na razão e na vontade, de agir ou não agir, de fazer isto ou aquilo, praticando assim, por si mesmo, ações deliberadas.
§ 1744A liberdade é a capacidade de agir ou não agir e, assim, de realizar por si mesmo ações deliberadas.
§ 1745A liberdade caracteriza os atos propriamente humanos.
§ 1782O homem tem o direito de agir em consciência e em liberdade a fim de tomar pessoalmente decisões morais.
§ 2008O mérito do homem perante Deus, na vida cristã, provém do fato de que Deus dispôs livremente associar o homem à obra da sua graça.
§ 2106«Que em matéria religiosa ninguém seja forçado a agir contra a própria consciência, nem impedido de proceder dentro dos justos limites segundo a mesma, em privado e em público, só ou associado com outros».
Moralidade do ato humano
§ 1709Quem crê em Cristo torna-se filho de Deus.
§ 1749A liberdade faz do homem um sujeito moral.
§ 1750A moralidade dos atos humanos depende: – do objeto escolhido; – do fim que se tem em vista ou da intenção: – das circunstâncias da ação.
§ 1751O objeto escolhido é um bem para o qual a vontade tende deliberadamente.
§ 1752Em face do objeto, a intenção coloca-se do lado do sujeito que age.
§ 1753Uma intenção boa (por exemplo: ajudar o próximo) não torna bom nem justo um comportamento em si mesmo desordenado (como a mentira e a maledicência).
§ 1754As circunstâncias, incluindo as consequências, são elementos secundários dum ato moral.
§ 1755O ato moralmente bom pressupõe, em simultâneo, a bondade do objeto, da finalidade e das circunstâncias.
§ 1756É, portanto, errôneo julgar a moralidade dos atos humanos tendo em conta apenas a intenção que os inspira, ou as circunstâncias (meio, pressão social, constrangimento ou necessidade de agir, etc.) que os enquadram.
§ 1757O objeto, a intenção e as circunstâncias constituem as três «fontes» da moralidade dos atos humanos.
§ 1758O objeto escolhido especifica moralmente o ato da vontade, conforme a razão o reconhece e o julga bom ou mau.
§ 1759«Não se pode justificar uma ação má feita com boa intenção».
§ 1760O ato moralmente bom pressupõe, em simultâneo, a bondade do objeto, da finalidade e das circunstâncias.
§ 1761Há comportamentos concretos pelos quais é sempre errado optar, porque a sua escolha inclui uma desordem da vontade, isto é, um mal moral.
§ 1805Há quatro virtudes que desempenham um papel de charneira.
§ 1813As virtudes teologais fundamentam, animam e caracterizam o agir moral do cristão, Informam e vivificam todas as virtudes morais.
§ 1853Os pecados podem distinguir-se segundo o seu objeto, como todo o ato humano; ou segundo as virtudes a que se opõem; por excesso ou por defeito; ou segundo os mandamentos que violam.
§ 1954O homem participa na sabedoria e na bondade do Criador, que lhe confere o domínio dos seus atos e a capacidade de se governar em ordem à verdade e ao bem.
§ 2085O Deus único e verdadeiro revela, antes de mais, a sua glória a Israel.
§ 2157O cristão começa o seu dia, as suas orações, as suas atividades, pelo sinal da cruz «em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Objecto do ato humano
§ 1751O objeto escolhido é um bem para o qual a vontade tende deliberadamente.