É, portanto, errôneo julgar a moralidade dos atos humanos tendo em conta apenas a intenção que os inspira, ou as circunstâncias (meio, pressão social, constrangimento ou necessidade de agir, etc.) que os enquadram. Há atos que, por si e em si mesmos, independentemente das circunstâncias e das intenções, são sempre gravemente ilícitos em razão do seu objeto; por exemplo, a blasfêmia e o jurar falso, o homicídio e o adultério. Não é permitido fazer o mal para que dele resulte um bem.
No índice analítico
- Ato humano › Intenção do ato humano
- Ato humano › Moralidade do ato humano
- Adultério › Gravidade do adultério
- Blasfémia › Gravidade da blasfémia
- Homicídio › Gravidade e condenação do homicídio voluntário
- Intenção › Julgar a moralidade das ações independentemente da intenção
- Mal cf bem › Mal e moralidade das ações humanas
- Moralidade › Circunstância intenção e moralidade dos atos
- Moralidade › Juízo sobre a moralidade dos atos humanos
- Perjúrio › Gravidade do perjúrio