Catecismo da Igreja Católica · índice analítico

Moralidade

22 parágrafos do Catecismo em 8 entradas do índice analítico. Cada trecho abre o parágrafo inteiro, com as notas e os temas ligados.

Amor a si mesmo princípio fundamental da moralidade

§ 2264O amor para consigo mesmo permanece um princípio fundamental de moralidade.

Circunstância intenção e moralidade dos atos

§ 1756É, portanto, errôneo julgar a moralidade dos atos humanos tendo em conta apenas a intenção que os inspira, ou as circunstâncias (meio, pressão social, constrangimento ou necessidade de agir, etc.) que os enquadram.

Consciência moral e dignidade da pessoa

§ 1780A dignidade da pessoa humana implica e exige a retidão da consciência moral.

§ 1794A consciência boa e pura é iluminada pela fé verdadeira.

Fontes da moralidade

§ 1750A moralidade dos atos humanos depende: – do objeto escolhido; – do fim que se tem em vista ou da intenção: – das circunstâncias da ação.

§ 1751O objeto escolhido é um bem para o qual a vontade tende deliberadamente.

§ 1752Em face do objeto, a intenção coloca-se do lado do sujeito que age.

§ 1753Uma intenção boa (por exemplo: ajudar o próximo) não torna bom nem justo um comportamento em si mesmo desordenado (como a mentira e a maledicência).

§ 1754As circunstâncias, incluindo as consequências, são elementos secundários dum ato moral.

Igreja e moralidade

§ 2420A Igreja emite um juízo moral em matéria econômica e social, «quando os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigem».

Juízo sobre a moralidade dos atos humanos

§ 1756É, portanto, errôneo julgar a moralidade dos atos humanos tendo em conta apenas a intenção que os inspira, ou as circunstâncias (meio, pressão social, constrangimento ou necessidade de agir, etc.) que os enquadram.

§ 1768Os grandes sentimentos não determinam nem a moralidade nem a santidade das pessoas; são o reservatório inesgotável das imagens e afetos com que se exprime a vida moral.

Moralidade das paixões

§ 1762A pessoa humana ordena-se à bem-aventurança através dos seus atos deliberados: as paixões ou sentimentos que experimenta podem dispô-la nesse sentido e contribuir para isso.

§ 1763O termo «paixões» pertence ao patrimônio cristão.

§ 1764As paixões são componentes naturais do psiquismo humano, constituem o lugar de passagem e garantem a ligação entre a vida sensível e a vida do espírito.

§ 1765São numerosas as paixões.

§ 1766«Amar é querer bem a alguém».

§ 1767Em si mesmas, as paixões não são nem boas nem más.

§ 1768Os grandes sentimentos não determinam nem a moralidade nem a santidade das pessoas; são o reservatório inesgotável das imagens e afetos com que se exprime a vida moral.

§ 1769Na vida cristã, o próprio Espírito Santo realiza a sua obra mobilizando todo o ser, mesmo as dores, temores e tristezas, como se vê claramente na agonia e paixão do Senhor.

§ 1770A perfeição moral consiste em que o homem não seja movido para o bem só pela vontade, mas também pelo apetite sensível, segundo esta palavra do Salmo: «O meu coração e a minha carne exultam no Deus vivo» (Sl 84, 3).

Reconhecimento e protecção da moralidade

§ 2210A importância da família na vida e no bem-estar da sociedade implica uma responsabilidade particular desta no apoio e fortalecimento do matrimônio e da família.

§ 2294É ilusório reivindicar a neutralidade moral da investigação científica e das suas aplicações.

§ 2498«Cabem às autoridades civis deveres particulares em razão do bem comum. [...] Os poderes públicos devem defender e proteger a verdadeira e justa liberdade de informação».