Uma intenção boa (por exemplo: ajudar o próximo) não torna bom nem justo um comportamento em si mesmo desordenado (como a mentira e a maledicência). O fim não justifica os meios. Assim, não se pode justificar a condenação dum inocente como meio legítimo para salvar o povo. Pelo contrário, uma intenção má acrescentada (por exemplo, a vanglória) torna mau um ato que, em si, pode ser bom (como a esmola41).
Notas
- Cf. Mt 6, 2-4. ↩
No índice analítico
- Ato humano › Intenção do ato humano
- Ato humano › Moralidade do ato humano
- Intenção › Fim não justifica os meios
- Intenção › Má intenção torna os atos em si bons em maus
- Mal cf bem › Mal e moralidade das ações humanas
- Moralidade › Fontes da moralidade