Eutanásia voluntária como homicídio
§ 2324A eutanásia voluntária, quaisquer que sejam as formas e os motivos, é um homicídio.
Gravidade e condenação do homicídio voluntário
§ 1756É, portanto, errôneo julgar a moralidade dos atos humanos tendo em conta apenas a intenção que os inspira, ou as circunstâncias (meio, pressão social, constrangimento ou necessidade de agir, etc.) que os enquadram.
§ 2261A Escritura determina a proibição contida no quinto mandamento: «Não causarás a morte do inocente e do justo» (Ex 23, 7).
§ 2268O quinto mandamento proíbe, como gravemente pecaminoso, o homicídio direto e voluntário.
Homicídio em legítima defesa OU Homicídio involuntário
§ 2263A defesa legítima das pessoas e das sociedades não é uma exceção à proibição de matar o inocente que constitui o homicídio voluntário.
§ 2264O amor para consigo mesmo permanece um princípio fundamental de moralidade.
§ 2265A legítima defesa pode ser não somente um direito, mas até um grave dever para aquele que é responsável pela vida de outrem.
§ 2269O quinto mandamento proíbe fazer seja o que for com a intenção de provocar indiretamente a morte duma pessoa.
Homicídio pecado grave
§ 1447No decorrer dos séculos, a forma concreta segundo a qual a Igreja exerceu este poder recebido do Senhor variou muito.
Homicídio pecado que clama ao céu
§ 1867A tradição catequética lembra também a existência de «pecados que bradam ao céu».
Origem do homicida
§ 2517O coração é a sede da personalidade moral: «Do coração procedem as más intenções, os assassínios, os adultérios, as prostituições» (Mt 15, 19).
Perdão para o pecado de homicídio
§ 1447No decorrer dos séculos, a forma concreta segundo a qual a Igreja exerceu este poder recebido do Senhor variou muito.
Quem odeia é homicida
§ 1033Não podemos estar em união com Deus se não escolhermos livremente amá-Lo.
Somente Deus senhor da vida
§ 2258«A vida humana é sagrada porque, desde a sua origem, postula a ação criadora de Deus e mantém-se para sempre numa relação especial com o Criador, seu único fim.