Amor paixão fundamental
§ 1765São numerosas as paixões.
Consumação das paixões
§ 1769Na vida cristã, o próprio Espírito Santo realiza a sua obra mobilizando todo o ser, mesmo as dores, temores e tristezas, como se vê claramente na agonia e paixão do Senhor.
Definição obras e origem das paixões
§ 1763O termo «paixões» pertence ao patrimônio cristão.
§ 1764As paixões são componentes naturais do psiquismo humano, constituem o lugar de passagem e garantem a ligação entre a vida sensível e a vida do espírito.
Domínio das paixões
§ 908Fazendo-se obediente até à morte, Cristo comunicou aos seus discípulos o dom de régia liberdade, para que «com abnegação de si mesmos e santidade de vida, vençam em si próprios o reino do pecado».
§ 1804As virtudes humanas são atitudes firmes, disposições estáveis, perfeições habituais da inteligência e da vontade, que regulam os nossos atos, ordenam as nossas paixões e guiam o nosso procedimento segundo a razão e a fé.
§ 1809A temperança é a virtude moral que modera a atração dos prazeres e proporciona o equilíbrio no uso dos bens criados.
§ 2339A castidade implica uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana.
§ 2341A virtude da castidade gira na órbita da virtude cardial da temperança, a qual visa impregnar de razão as paixões e os apetites da sensibilidade humana.
Moralidade das paixões
§ 96O que Cristo confiou aos Apóstolos, estes o transmitiram, pela sua pregação e por escrito, sob a inspiração do Espírito Santo, a todas as gerações, até à vinda gloriosa de Cristo.
§ 1762A pessoa humana ordena-se à bem-aventurança através dos seus atos deliberados: as paixões ou sentimentos que experimenta podem dispô-la nesse sentido e contribuir para isso.
§ 1763O termo «paixões» pertence ao patrimônio cristão.
§ 1764As paixões são componentes naturais do psiquismo humano, constituem o lugar de passagem e garantem a ligação entre a vida sensível e a vida do espírito.
§ 1765São numerosas as paixões.
§ 1766«Amar é querer bem a alguém».
§ 1767Em si mesmas, as paixões não são nem boas nem más.
§ 1768Os grandes sentimentos não determinam nem a moralidade nem a santidade das pessoas; são o reservatório inesgotável das imagens e afetos com que se exprime a vida moral.
§ 1769Na vida cristã, o próprio Espírito Santo realiza a sua obra mobilizando todo o ser, mesmo as dores, temores e tristezas, como se vê claramente na agonia e paixão do Senhor.
§ 1770A perfeição moral consiste em que o homem não seja movido para o bem só pela vontade, mas também pelo apetite sensível, segundo esta palavra do Salmo: «O meu coração e a minha carne exultam no Deus vivo» (Sl 84, 3).
Paixões em si mesmas nem boas nem más
§ 1767Em si mesmas, as paixões não são nem boas nem más.
Proibição das paixões desmedidas
§ 2536O décimo mandamento condena a avidez e o desejo duma apropriação desmesurada dos bens terrenos; e proíbe a cupidez desregrada, nascida da paixão imoderada das riquezas e do seu poder.
Razão de discernir a moralidade das paixões
§ 1768Os grandes sentimentos não determinam nem a moralidade nem a santidade das pessoas; são o reservatório inesgotável das imagens e afetos com que se exprime a vida moral.
Servilismo às paixões
§ 1792A ignorância a respeito de Cristo e do seu Evangelho, os maus exemplos dados por outros, a escravidão das paixões, a pretensão de uma mal entendida autonomia da consciência, a rejeição da autoridade da Igreja e do seu…