Muitas atitudes e palavras de Jesus foram, portanto, «sinal de contradição»348 para as autoridades religiosas de Jerusalém, a quem o Evangelho de São João muitas vezes chama simplesmente «os Judeus»349, mais ainda do que para o comum do Povo de Deus350. Sem dúvida que as suas relações com os fariseus não foram unicamente polêmicas: são fariseus que O previnem do perigo que corre351. Jesus louva alguns de entre eles, como o escriba de Mc 12, 34, e em várias ocasiões come em casa de fariseus352. Jesus confirma doutrinas partilhadas por esta elite religiosa do povo de Deus: a ressurreição dos mortos353 formas de piedade (esmola, jejum e oração354) e o hábito de se dirigir a Deus como Pai, o caráter central do mandamento do amor de Deus e do próximo355.
Notas
No índice analítico
- Autoridade › Autoridades religiosas de Jerusalém e Jesus
- Cristo › Acusações contra Jesus
- Fariseus › Relações de Jesus com os Fariseus
- Israel › Jesus e Israel
- Mandamento/preceito › Mandamento do amor primeiro mandamento
- Sinais › Sinais da contradição de Jesus
Na Liturgia Diária
Este parágrafo acompanha as leituras da missa nestes dias:
- 13 de dezembro de 2026 · Jo 1,6-8.19-28
- 9 de novembro de 2026 · Jo 2,13-22
- 31 de outubro de 2026 · Lc 14,1.7-11
- 30 de outubro de 2026 · Lc 14,1-6
- 29 de outubro de 2026 · Lc 13,31-35
- 25 de outubro de 2026 · Mt 22,34-40