Catecismo da Igreja Católica

§ 575

Muitas atitudes e palavras de Jesus foram, portanto, «sinal de contradição»348 para as autoridades religiosas de Jerusalém, a quem o Evangelho de São João muitas vezes chama simplesmente «os Judeus»349, mais ainda do que para o comum do Povo de Deus350. Sem dúvida que as suas relações com os fariseus não foram unicamente polêmicas: são fariseus que O previnem do perigo que corre351. Jesus louva alguns de entre eles, como o escriba de Mc 12, 34, e em várias ocasiões come em casa de fariseus352. Jesus confirma doutrinas partilhadas por esta elite religiosa do povo de Deus: a ressurreição dos mortos353 formas de piedade (esmola, jejum e oração354) e o hábito de se dirigir a Deus como Pai, o caráter central do mandamento do amor de Deus e do próximo355.

Notas

  1. Cf. Lc 2, 34. ↩
  2. CL Jo 1, 19; 2, 18; 5, 10; 7, 13; 9, 22 18, 12: 19, 38; 20, 19. ↩
  3. Cf. Jo 7, 48-49. ↩
  4. Cf. Lc 13, 31. ↩
  5. Cf. Lc 7, 36; 14, 1. ↩
  6. Cf. Mt 22, 23-34; Lc 20, 39. ↩
  7. Cf. Mt 6, 2-18. ↩
  8. Cf. Mc 12, 28-34. ↩

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Na Liturgia Diária

Este parágrafo acompanha as leituras da missa nestes dias: