Desde o princípio do ministério público de Jesus, fariseus e partidários de Herodes, com sacerdotes e escribas, puseram-se de acordo para lhe dar a morte338. Por alguns dos seus atos (expulsões de demônios339; perdão dos pecados340 curas em dia de sábado341; interpretação original dos preceitos de pureza legal342: trato familiar com publicanos e pecadores públicos343, Jesus pareceu a alguns, mal intencionados, suspeito de possessão diabólica344. Foi acusado de blasfêmia345 e de falso profetismo346, crimes religiosos que a Lei castigava com a pena de morte por apedrejamento347.