Catecismo da Igreja Católica

§ 574

Desde o princípio do ministério público de Jesus, fariseus e partidários de Herodes, com sacerdotes e escribas, puseram-se de acordo para lhe dar a morte338. Por alguns dos seus atos (expulsões de demônios339; perdão dos pecados340 curas em dia de sábado341; interpretação original dos preceitos de pureza legal342: trato familiar com publicanos e pecadores públicos343, Jesus pareceu a alguns, mal intencionados, suspeito de possessão diabólica344. Foi acusado de blasfêmia345 e de falso profetismo346, crimes religiosos que a Lei castigava com a pena de morte por apedrejamento347.

Notas

  1. Cf. Mc 3, 6. ↩
  2. Cf. Mt 12, 24. ↩
  3. Cf. Mc 2, 7. ↩
  4. Cf. Mc 3, 1-6. ↩
  5. Cf. Mc 7, 14-23. ↩
  6. Cf. Mc2, 14-17. ↩
  7. Cf. Mc 3, 22: Jo 8, 48: 10, 20. ↩
  8. Cf. Mc 2, 7; Jo 5, 18; 10, 33. ↩
  9. Cf. Jo 7, 12; 52. ↩
  10. Cf. Jo 8, 59; 10, 31. ↩

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