Catecismo da Igreja Católica · índice analítico

Liturgia

171 parágrafos do Catecismo em 56 entradas do índice analítico. Cada trecho abre o parágrafo inteiro, com as notas e os temas ligados.

Anjos na liturgia

§ 335Na sua liturgia, a Igreja associa-se aos anjos para adorar a Deus três vezes santo; invoca a sua assistência (como na oração "In paradisum deducant te angeli – conduzam-te os anjos ao paraíso" da Liturgia dos Defuntos…

Fins da liturgia

§ 1068É este mistério de Cristo que a Igreja proclama e celebra na sua liturgia, para que os fiéis dele vivam e dele dêem testemunho no mundo.

Igreja lugar próprio da oração litúrgica

§ 2691A igreja, casa de Deus, é o lugar próprio da oração litúrgica para a comunidade paroquial.

§ 2695Os ministros ordenados, a vida consagrada, a catequese, os grupos de oração, a «direção espiritual» prestam, na Igreja, ajuda à oração.

Liturgia celeste

§ 1090«Na liturgia da terra, participamos, saboreando-a de antemão, na liturgia celeste, celebrada na cidade santa de Jerusalém, para a qual nos dirigimos como peregrinos e onde Cristo está sentado à direita de Deus, como…

§ 1137O Apocalipse de São João, lido na liturgia da Igreja, revela-nos, primeiramente, um trono preparado no céu, e Alguém sentado no trono, «o Senhor Deus» (Is 6, 1).

§ 1138«Recapitulados» em Cristo, tomam parte no serviço do louvor de Deus e na realização do seu desígnio: os Poderes celestes, toda a criação (os quatro viventes), os servidores da Antiga e da Nova Aliança (os vinte e…

§ 1139É nesta liturgia eterna que o Espírito e a Igreja nos fazem participar, quando celebramos o mistério da salvação nos sacramentos.

Liturgia da palavra

§ 1103A anamnese.

§ 1154A liturgia da Palavra é parte integrante das celebrações sacramentais.

§ 1346A liturgia eucarística processa-se em conformidade com uma estrutura fundamental, que se tem conservado através dos séculos até aos nossos dias.

§ 1349A liturgia da Palavra comporta «os escritos dos Profetas», quer dizer, o Antigo Testamento, e «as Memórias dos Apóstolos» ou seja, as suas epístolas e os evangelhos.

§ 2183«Se for impossível a participação na celebração eucarística por falta de ministro sagrado ou por outra causa grave, recomenda-se muito que os fiéis tomem parte na liturgia da Palavra, se a houver na igreja paroquial ou…

Liturgia hebraica e cristã

§ 1096Liturgia judaica e liturgia cristã.

Liturgia pascal

§ 1217Na liturgia da Vigília Pascal, a quando da bênção da água batismal, a Igreja faz solenemente memória dos grandes acontecimentos da história da salvação que prefiguravam já o mistério do Batismo: «Senhor nosso Deus…

Liturgia terrestre

§ 1088«Para realizar tão grande obra» – como é a dispensação ou comunicação da sua obra de salvação – «Cristo está sempre presente na sua igreja, sobretudo nas ações litúrgicas.

§ 1089«Em tão grande obra, pela qual Deus é perfeitamente glorificado e os homens santificados, Cristo associa sempre a Si a Igreja, sua amadíssima esposa, a qual invoca o seu Senhor e por meio d'Ele rende culto ao eterno…

Liturgias orientais

§ 948A expressão «comunhão dos santos» tem, portanto, dois significados estreitamente ligados: «comunhão nas coisas santas, sancta», e «comunhão entre as pessoas santas, sancti».

§ 1182O altar da Nova Aliança é a cruz do Senhor, de onde dimanam os sacramentos do mistério pascal.

§ 1240Na Igreja latina, esta tríplice infusão é acompanhada pelas palavras do ministro: «N., eu te batizo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo».

§ 1623Segundo a tradição latina, são os esposos quem, como ministros da graça de Cristo, mutuamente se conferem o sacramento do Matrimônio, ao exprimirem, perante a Igreja, o seu consentimento.

Maria na liturgia

§ 721Maria, a santíssima Mãe de Deus, sempre virgem, é a obra-prima da missão do Filho e do Espírito na plenitude do tempo.

Participação na liturgia da Igreja

§ 1273Incorporados na Igreja pelo Batismo, os fiéis receberam o caráter sacramental que os consagra para o culto religioso cristão.

§ 1389A Igreja impõe aos fiéis a obrigação de «participar na divina liturgia nos domingos e dias de festa» e de receber a Eucaristia ao menos uma vez em cada ano, se possível no tempo pascal preparados pelo sacramento da…

Religiosidade popular e liturgia

§ 1674Fora da liturgia dos sacramentos e dos sacramentais, a catequese deve ter em consideração as formas de piedade dos fiéis e a religiosidade popular.

§ 1675Estas manifestações são um prolongamento da vida litúrgica da Igreja, mas não a substituem.

Significação da palavra liturgia

§ 1069Originariamente, a palavra «liturgia» significa «obra pública», «serviço por parte dele em favor do povo».

§ 1070No Novo Testamento, a palavra «liturgia» é empregada para designar, não somente a celebração do culto divino mas também o anúncio do Evangelho e a caridade em ato.

Da Confirmação

§ 1297Um momento importante que precede a celebração da Confirmação, mas que, de certo modo, faz parte dela, é a consagração do santo crisma.

§ 1298Quando a Confirmação é celebrada separadamente do Batismo, como acontece no rito romano, a Liturgia do sacramento começa pela renovação das promessas do Batismo e pela profissão de fé dos confirmandos.

§ 1299No rito romano, o bispo estende as mãos sobre o grupo dos confirmandos, gesto que, desde o tempo dos Apóstolos, é sinal do dom do Espírito.

§ 1300Segue-se o rito essencial do sacramento.

§ 1301O ósculo da paz, com que termina o rito do sacramento, significa e manifesta a comunhão eclesial com o bispo e com todos os fiéis.

§ 1321Quando a Confirmação é celebrada separadamente do Batismo, a sua ligação com este sacramento é expressa, entre outras coisas, pela renovação dos compromissos batismais.

Da Eucaristia

§ 1330Memorial da paixão e ressurreição do Senhor.

§ 1345Desde o século II, temos o testemunho de São Justino, mártir, sobre as grandes linhas do desenrolar da celebração eucarística.

§ 1346A liturgia eucarística processa-se em conformidade com uma estrutura fundamental, que se tem conservado através dos séculos até aos nossos dias.

§ 1347Não é esse também o dinamismo da refeição pascal de Jesus Ressuscitado com os seus discípulos?

§ 1348Todos se reúnem.

§ 1349A liturgia da Palavra comporta «os escritos dos Profetas», quer dizer, o Antigo Testamento, e «as Memórias dos Apóstolos» ou seja, as suas epístolas e os evangelhos.

§ 1350A apresentação das oferendas (ofertório): traz-se então para o altar, por vezes processionalmente, o pão e o vinho que vão ser oferecidos pelo sacerdote em nome de Cristo no sacrifício eucarístico, no qual se tornarão…

§ 1351Desde o princípio, com o pão e o vinho para a Eucaristia, os cristãos trazem as suas ofertas para a partilha com os necessitados.

§ 1352A anáfora: Com a oração eucarística, oração de ação de graças e de consagração, chegamos ao coração e cume da celebração: no prefácio, a Igreja dá graças ao Pai, por Cristo, no Espírito Santo, por todas as suas obras…

§ 1353na epiclese, pede ao Pai que envie o seu Espírito Santo (ou o poder da sua bênção)sobre o pão e o vinho, para que se tornem, pelo seu poder, o corpo e o sangue de Jesus Cristo, e para que os que participam na…

§ 1354na anamnese que se segue, a Igreja faz memória da paixão, ressurreição e regresso glorioso de Cristo Jesus: e apresenta ao Pai a oferenda do seu Filho, que nos reconcilia com Ele: nas intercessões, a Igreja manifesta…

§ 1355Na comunhão, precedida da Oração do Senhor e da fração do pão, os fiéis recebem «o pão do céu» e «o cálice da salvação», o corpo e o sangue de Cristo, que Se entregou «para a vida do mundo» (Jo 6, 51): Porque este pão…

§ 1363No sentido que lhe dá a Sagrada Escritura, o memorial não é somente a lembrança dos acontecimentos do passado, mas a proclamação das maravilhas que Deus fez pelos homens.

Da Ordem

§ 1572A celebração da ordenação dum bispo, de presbíteros ou de diáconos, dada a sua importância na vida duma Igreja particular, requer o concurso do maior número possível de fiéis.

§ 1573O rito essencial do sacramento da Ordem é constituído, para os três graus, pela imposição das mãos, por parte do bispo, sobre a cabeça do ordinando, bem como pela oração consecratória específica, que pede a Deus a…

§ 1574Como em todos os sacramentos, ritos anexos envolvem a celebração.

§ 1597O sacramento da Ordem é conferido pela imposição das mãos, seguida duma solene oração consecratória, que pede a Deus para o ordinando as graças do Espírito Santo, requeridas para o seu ministério.

Da Penitência

§ 1480Tal como todos os sacramentos, a Penitência é uma ação litúrgica.

§ 1481A liturgia bizantina tem várias fórmulas de absolvição, em forma deprecativa, que exprimem admiravelmente o mistério do perdão: «Deus, que pelo profeta Natan perdoou a David, quando ele confessou os seus próprios…

§ 1482O sacramento da Penitência pode também ter lugar no âmbito duma celebração comunitária, na qual se faz uma preparação conjunta para a confissão e conjuntamente se dão graças pelo perdão recebido.

§ 1483Em casos de grave necessidade, pode-se recorrer à celebração comunitária da reconciliação, com confissão geral e absolvição geral.

§ 1484«A confissão individual e íntegra e a absolvição constituem o único modo ordinário pelo qual o fiel, consciente de pecado grave, se reconcilia com Deus e com a Igreja: somente a impossibilidade física ou moral o escusa…

Da Unção dos enfermos

§ 1517Como todos os sacramentos, a Unção dos Enfermos é uma celebração litúrgica e comunitária quer tenha lugar no seio da família, quer no hospital ou na igreja, para um só doente ou para um grupo deles.

§ 1518Palavra e sacramento formam um todo inseparável.

§ 1519A celebração do sacramento compreende principalmente os seguintes elementos: «Os presbíteros da Igreja» impõem em silêncio - as mãos sobre os enfermos; rezam por eles na fé da Igreja; é a epiclese própria deste…

§ 1531O essencial da celebração deste sacramento consiste na unção na fronte e nas mãos do doente (no rito romano) ou sobre outras partes do corpo (no Oriente), unção acompanhada da oração litúrgica do sacerdote celebrante…

Das exéquias

§ 1684As exéquias cristãs são uma celebração litúrgica da Igreja.

§ 1685Os diferentes ritos das exéquias exprimem o caráter pascal da morte cristã e correspondem às situações e tradições de cada região, até no que respeita à cor litúrgica.

§ 1686A Celebração das Exéquias – Ordo exsequiarum – da liturgia romana propõe três tipos de celebração das exéquias, correspondentes aos três lugares em que se desenrolam (a casa, a igreja, o cemitério), e segundo a…

§ 1687O acolhimento da comunidade.

§ 1688A liturgia da Palavra, aquando das exéquias, exige uma preparação, tanto mais atenta quanto a assembleia presente pode incluir fiéis pouco frequentadores da liturgia e até amigos do defunto que não sejam cristãos.

§ 1689O sacrifício eucarístico.

§ 1690O adeus («a Deus») ao defunto é a sua «encomendação a Deus» pela Igreja.

Do Batismo

§ 1234O sentido e a graça do sacramento do Batismo aparecem claramente nos ritos da sua celebração.

§ 1235O sinal da cruz, no princípio da celebração, manifesta a marca de Cristo impressa naquele que vai passar a pertencer-Lhe, e significa a graça da redenção que Cristo nos adquiriu pela sua cruz.

§ 1236O anúncio da Palavra de Deus ilumina com a verdade revelada os candidatos e a assembleia e suscita a resposta da fé, inseparável do Batismo.

§ 1237E porque o Batismo significa a libertação do pecado e do diabo, seu instigador, pronuncia-se sobre o candidato um ou vários exorcismos.

§ 1238A água batismal é então consagrada por uma oração de epiclese (ou no próprio momento, ou na Vigília Pascal).

§ 1239Segue-se o rito essencial do sacramento: o batismo propriamente dito, que significa e realiza a morte para o pecado e a entrada na vida da Santíssima Trindade, através da configuração com o mistério pascal de Cristo.

§ 1240Na Igreja latina, esta tríplice infusão é acompanhada pelas palavras do ministro: «N., eu te batizo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo».

§ 1241A unção com o santo crisma, óleo perfumado que foi consagrado pelo bispo, significa o dom do Espírito Santo ao novo batizado.

§ 1242Na liturgia das Igrejas do Oriente, a unção pós-batismal é o sacramento da Crismação (Confirmação).

§ 1243A veste branca simboliza que o batizado «se revestiu de Cristo»: ressuscitou com Cristo.

§ 1244A primeira Comunhão eucarística.

§ 1245A celebração do Batismo conclui-se com a bênção solene.

§ 1278O rito essencial do Batismo consiste em mergulhar na água o candidato ou em derramar água sobre a sua cabeça, pronunciando a invocação da Santíssima Trindade, isto é, do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Do Matrimónio

§ 1621No rito latino, a celebração do Matrimônio entre dois fiéis católicos tem lugar normalmente no decorrer da santa Missa, em virtude da ligação de todos os sacramentos com o mistério pascal de Cristo.

§ 1622«Enquanto ação sacramental de santificação, a celebração litúrgica do Matrimônio [...] deve ser por si mesma válida, digna e frutuosa».

§ 1623Segundo a tradição latina, são os esposos quem, como ministros da graça de Cristo, mutuamente se conferem o sacramento do Matrimônio, ao exprimirem, perante a Igreja, o seu consentimento.

§ 1624As diversas liturgias são ricas em orações de bênção e de epiclese, pedindo a Deus a sua graça e invocando a sua bênção sobre o novo casal, especialmente sobre a esposa.

§ 1631É por esse motivo que, normalmente, a Igreja exige para os seus fiéis a forma eclesiástica da celebração do Matrimônio.

§ 1663Uma vez que o Matrimônio estabelece os cônjuges num estado público de vida na Igreja, é conveniente que a sua celebração seja pública, integrada numa celebração litúrgica, perante o sacerdote (ou testemunha qualificada…

Ministérios e celebração litúrgica

§ 1142Mas «nem todos os membros têm a mesma função» (Rm 12, 4).

§ 1143Para o exercício das funções do sacerdócio comum dos fiéis, existem ainda outros ministérios particulares, não consagrados pelo sacramento da Ordem, e cuja função é determinada pelos bispos segundo as tradições…

§ 1144Assim, na celebração dos sacramentos, toda a assembleia é « liturga», cada qual segundo a sua função, mas «na unidade do Espírito» que age em todos.

Mistério Pascal de Cristo na celebração litúrgica

§ 1067«Esta obra da redenção humana e da glorificação perfeita de Deus, cujo prelúdio foram as magníficas obras divinas operadas no povo do Antigo Testamento, realizou-a Cristo Senhor, principalmente pelo mistério pascal da…

§ 1068É este mistério de Cristo que a Igreja proclama e celebra na sua liturgia, para que os fiéis dele vivam e dele dêem testemunho no mundo.

Mudança do rito dos Sacramentos

§ 1125É por isso que nenhum rito sacramental pode ser modificado ou manipulado ao arbítrio do ministro ou da comunidade.

Tradições litúrgicas e catolicidade da Igreja

§ 1200Desde a primeira comunidade de Jerusalém até à Parusia, as Igrejas de Deus celebram em toda a parte o mesmo mistério pascal, fiéis à fé apostólica.

§ 1201A riqueza insondável do mistério de Cristo é tal, que nenhuma tradição litúrgica pode esgotar-lhe a expressão.

§ 1202As diversas tradições litúrgicas nasceram em razão da própria missão da Igreja.

§ 1203As tradições litúrgicas ou ritos, atualmente em uso na Igreja, são: o rito latino (principalmente o rito romano, mas também os ritos de certas igrejas locais, como o rito ambrosiano ou o de certas ordens religiosas) e…

Celebrantes da liturgia celeste

§ 1137O Apocalipse de São João, lido na liturgia da Igreja, revela-nos, primeiramente, um trono preparado no céu, e Alguém sentado no trono, «o Senhor Deus» (Is 6, 1).

§ 1138«Recapitulados» em Cristo, tomam parte no serviço do louvor de Deus e na realização do seu desígnio: os Poderes celestes, toda a criação (os quatro viventes), os servidores da Antiga e da Nova Aliança (os vinte e…

§ 1139É nesta liturgia eterna que o Espírito e a Igreja nos fazem participar, quando celebramos o mistério da salvação nos sacramentos.

§ 1140É toda a comunidade, o corpo de Cristo unido à sua Cabeça, que celebra.

§ 1141A assembleia que celebra é a comunidade dos batizados, que «pela regeneração e pela unção do Espírito Santo, são consagrados para ser uma casa espiritual e um sacerdócio santo, para oferecerem, mediante todas as obras…

§ 1142Mas «nem todos os membros têm a mesma função» (Rm 12, 4).

§ 1143Para o exercício das funções do sacerdócio comum dos fiéis, existem ainda outros ministérios particulares, não consagrados pelo sacramento da Ordem, e cuja função é determinada pelos bispos segundo as tradições…

§ 1144Assim, na celebração dos sacramentos, toda a assembleia é « liturga», cada qual segundo a sua função, mas «na unidade do Espírito» que age em todos.

Canto e música

§ 1156«A tradição musical da Igreja universal criou um tesouro de inestimável valor, que excede todas as outras expressões de arte, sobretudo porque o canto sagrado, intimamente unido com o texto, constitui parte necessária…

§ 1157O canto e a música desempenham a sua função de sinais, dum modo tanto mais significativo, quanto «mais intimamente estiverem unidos à ação litúrgica»,, segundo três critérios principais: a beleza expressiva da oração…

§ 1158A harmonia dos sinais (canto, música, palavras e ações) é aqui tanto mais expressiva e fecunda quanto mais se exprimir na riqueza cultural própria do Povo de Deus que celebra.

Imagens sacras

§ 1159A imagem sagrada, o «ícone» litúrgico, representa principalmente Cristo.

§ 1160A iconografia cristã transpõe para a imagem a mensagem evangélica que a Sagrada Escritura transmite pela palavra.

§ 1161Todos os sinais da celebração litúrgica fazem referência a Cristo: também as imagens sagradas da Mãe de Deus e dos santos.

§ 1162«A beleza e a cor das imagens estimulam a minha oração.

Palavras e ações

§ 1153Cada celebração sacramental é um encontro dos filhos de Deus com o seu Pai, em Cristo e no Espírito Santo.

§ 1154A liturgia da Palavra é parte integrante das celebrações sacramentais.

§ 1155Inseparáveis enquanto sinais e ensinamento, as palavras e a ação litúrgica são-no também enquanto realizam o que significam.

Sinais e símbolos

§ 1145Uma celebração sacramental é tecida de sinais e de símbolos.

§ 1146Sinais do mundo dos homens.

§ 1147Deus fala ao homem através da criação visível.

§ 1148Enquanto criaturas, estas realidades sensíveis podem tornar-se o lugar de expressão da ação de Deus que santifica os homens e da ação dos homens que prestam a Deus o seu culto.

§ 1149As grandes religiões da humanidade dão testemunho, muitas vezes de modo impressionante, deste sentido cósmico e simbólico dos ritos religiosos.

§ 1150Sinais da Aliança.

§ 1151Sinais assumidos por Cristo.

§ 1152Sinais sacramentais.

Liturgia actualiza os acontecimentos salvadores

§ 1104A liturgia cristã não se limita a recordar os acontecimentos que nos salvaram: atualiza-os, torna-os presentes.

Liturgia Ação da Igreja

§ 1071Obra de Cristo, a Liturgia é também uma ação da sua Igreja.

§ 1072«A liturgia não esgota toda a ação da Igreja».

Liturgia ápice para o qual tende a Ação da Igreja e fonte donde emana sua força

§ 1074«A liturgia é simultaneamente o cume para o qual se encaminha a ação da Igreja e a fonte de onde dimana toda a sua força».

Liturgia elemento constitutivo da Tradição

§ 1124A fé da Igreja é anterior à fé do fiel, que é chamado a aderir a ela.

Liturgia lugar privilegiado da catequese

§ 1074«A liturgia é simultaneamente o cume para o qual se encaminha a ação da Igreja e a fonte de onde dimana toda a sua força».

Liturgia resposta da fé

§ 1083Compreende-se então a dupla dimensão da liturgia cristã, como resposta de fé e de amor às «bênçãos espirituais» com que o Pai nos gratifica.

Renovação da liturgia segundo as várias culturas

§ 1204A celebração da Liturgia deve, pois, corresponder ao gênio e à cultura dos diferentes povos.

§ 1205«Na liturgia, sobretudo na dos sacramentos, existe uma parte imutável — por ser de instituição divina — da qual a Igreja é guardiã, e partes suscetíveis de mudança que a Igreja tem o poder e, por vezes, mesmo o dever…

§ 1206«A diversidade litúrgica pode ser fonte de enriquecimento, mas também pode provocar tensões, incompreensões recíprocas e até cismas.

Liturgia das Horas

§ 1173Quando a Igreja, no ciclo anual, faz memória dos mártires e dos outros santos, «proclama o mistério pascal» realizado naqueles homens e mulheres que «sofreram com Cristo e com Ele foram glorificados, propõe aos fiéis…

§ 1174O mistério de Cristo, a sua Encarnação e a sua Páscoa, que celebramos na Eucaristia, especialmente na assembleia dominical, penetra e transfigura o tempo de cada dia pela celebração da Liturgia das Horas, «o Ofício…

§ 1175A Liturgia das Horas está destinada a tornar-se a oração de todo o povo de Deus.

§ 1176Celebrar a Liturgia das Horas exige, não somente harmonizar a voz com o coração que ora, mas também procurar «adquirir maior instrução litúrgica e bíblica, especialmente quanto aos salmos».

§ 1177Os hinos e as preces litânicas da Liturgia das Horas inserem a oração dos salmos no tempo da Igreja, exprimindo o simbolismo do momento do dia, do tempo litúrgico ou da festa celebrada.

§ 1178A Liturgia das Horas, que é como que um prolongamento da celebração eucarística, não exclui, antes postula como complemento, as diversas devoções do povo de Deus, particularmente a adoração e o culto do Santíssimo…

Efeitos da liturgia das Horas

§ 1437A leitura da Sagrada Escritura, a oração da Liturgia das Horas e do Pai Nosso, todo o ato sincero de culto ou de piedade reavivam em nós o espírito de conversão e de penitência e contribuem para o perdão dos nossos…

Lugares para celebrar a liturgia das Horas

§ 2691A igreja, casa de Deus, é o lugar próprio da oração litúrgica para a comunidade paroquial.

Origem da liturgia das Horas

§ 1096Liturgia judaica e liturgia cristã.

Cristo na liturgia

§ 1084«Sentado à direita do Pai» e derramando o Espírito Santo sobre o seu corpo que é a Igreja, Cristo age agora pelos sacramentos, que instituiu para comunicar a sua graça.

§ 1085Na liturgia da Igreja, Cristo significa e realiza principalmente o seu mistério pascal.

§ 1086«Assim como Cristo foi enviado pelo Pai, assim também Ele enviou os Apóstolos, cheios do Espírito Santo, não só para que, pregando o Evangelho a toda a criatura, anunciassem que o Filho de Deus, pela sua morte e…

§ 1087Deste modo, Cristo ressuscitado, ao dar o Espírito Santo aos Apóstolos, confia-lhes o seu poder de santificação: eles tornam-se sinais sacramentais de Cristo.

§ 1088«Para realizar tão grande obra» – como é a dispensação ou comunicação da sua obra de salvação – «Cristo está sempre presente na sua igreja, sobretudo nas ações litúrgicas.

§ 1089«Em tão grande obra, pela qual Deus é perfeitamente glorificado e os homens santificados, Cristo associa sempre a Si a Igreja, sua amadíssima esposa, a qual invoca o seu Senhor e por meio d'Ele rende culto ao eterno…

§ 1090«Na liturgia da terra, participamos, saboreando-a de antemão, na liturgia celeste, celebrada na cidade santa de Jerusalém, para a qual nos dirigimos como peregrinos e onde Cristo está sentado à direita de Deus, como…

§ 1097Na liturgia da Nova Aliança, toda a ação litúrgica, especialmente a celebração da Eucaristia e dos sacramentos, é um encontro entre Cristo e a Igreja.

§ 1136A liturgia é «ação» do «Cristo total» (Christus totus).

§ 2665A oração da Igreja, alimentada pela Palavra de Deus e pela celebração da liturgia, ensina-nos a orar ao Senhor Jesus.

Cristo centro e sacerdote da liturgia

§ 662«E Eu, uma vez elevado da terra, atrairei todos a Mim» (Jo 12, 32).

§ 1070No Novo Testamento, a palavra «liturgia» é empregada para designar, não somente a celebração do culto divino mas também o anúncio do Evangelho e a caridade em ato.

§ 1088«Para realizar tão grande obra» – como é a dispensação ou comunicação da sua obra de salvação – «Cristo está sempre presente na sua igreja, sobretudo nas ações litúrgicas.

Deus Pai fonte e fim da liturgia

§ 1077«Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, nos céus, nos encheu de toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo.

§ 1078Abençoar é uma ação divina que dá a vida e de que o Pai é a fonte.

§ 1079Desde o princípio até à consumação dos tempos, toda a obra de Deus é bênção.

§ 1080Desde o princípio, Deus abençoa os seres vivos, especialmente o homem e a mulher.

§ 1081As bênçãos divinas manifestam-se em acontecimentos maravilhosos e salvíficos: o nascimento de Isaac, a saída do Egito (Páscoa e Êxodo), o dom da terra prometida, a eleição de David, a presença de Deus no templo, o…

§ 1082Na liturgia da Igreja, a bênção divina é plenamente revelada e comunicada: o Pai é reconhecido e adorado como a Fonte e o Fim de todas as bênçãos da criação e da salvação; no seu Verbo – encarnado, morto e ressuscitado…

§ 1083Compreende-se então a dupla dimensão da liturgia cristã, como resposta de fé e de amor às «bênçãos espirituais» com que o Pai nos gratifica.

Espírito Santo na liturgia

§ 688A Igreja, comunhão viva na fé dos Apóstolos que ela transmite, é o lugar do nosso conhecimento do Espírito Santo: — Nas Escrituras, que Ele inspirou: — na Tradição, de que os Padres da Igreja são testemunhas sempre…

§ 1091Na liturgia, o Espírito Santo é o pedagogo da fé do povo de Deus, o artífice das «obras-primas de Deus» que são os sacramentos da Nova Aliança.

§ 1092Nesta dispensação sacramental do mistério de Cristo, o Espírito Santo age do mesmo modo que nos outros tempos da economia da salvação: prepara a Igreja para o encontro com o seu Senhor; lembra e manifesta Cristo à fé…

§ 1094É com base nesta harmonia dos dois Testamentos que se articula a catequese pascal do Senhor e, depois, a dos Apóstolos e dos Padres da Igreja.

§ 1095É por isso que a Igreja, especialmente por ocasião dos tempos do Advento, da Quaresma e sobretudo na noite da Páscoa, relê e revive todos estes grandes acontecimentos da história da salvação no «hoje» da sua liturgia.

§ 1096Liturgia judaica e liturgia cristã.

§ 1097Na liturgia da Nova Aliança, toda a ação litúrgica, especialmente a celebração da Eucaristia e dos sacramentos, é um encontro entre Cristo e a Igreja.

§ 1098A assembleia deve preparar-se para o encontro com o seu Senhor, ser «um povo bem disposto».

§ 1099O Espírito e a Igreja cooperam para manifestar Cristo e a sua obra de salvação na liturgia.

Liturgia obra da Trindade

§ 1076No dia do Pentecostes, pela efusão do Espírito Santo, a Igreja foi manifestada ao mundo.

§ 1077«Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, nos céus, nos encheu de toda a espécie de bênçãos espirituais em Cristo.

§ 1078Abençoar é uma ação divina que dá a vida e de que o Pai é a fonte.

§ 1079Desde o princípio até à consumação dos tempos, toda a obra de Deus é bênção.

§ 1080Desde o princípio, Deus abençoa os seres vivos, especialmente o homem e a mulher.

§ 1081As bênçãos divinas manifestam-se em acontecimentos maravilhosos e salvíficos: o nascimento de Isaac, a saída do Egito (Páscoa e Êxodo), o dom da terra prometida, a eleição de David, a presença de Deus no templo, o…

§ 1082Na liturgia da Igreja, a bênção divina é plenamente revelada e comunicada: o Pai é reconhecido e adorado como a Fonte e o Fim de todas as bênçãos da criação e da salvação; no seu Verbo – encarnado, morto e ressuscitado…

§ 1083Compreende-se então a dupla dimensão da liturgia cristã, como resposta de fé e de amor às «bênçãos espirituais» com que o Pai nos gratifica.

§ 1084«Sentado à direita do Pai» e derramando o Espírito Santo sobre o seu corpo que é a Igreja, Cristo age agora pelos sacramentos, que instituiu para comunicar a sua graça.

§ 1085Na liturgia da Igreja, Cristo significa e realiza principalmente o seu mistério pascal.

§ 1086«Assim como Cristo foi enviado pelo Pai, assim também Ele enviou os Apóstolos, cheios do Espírito Santo, não só para que, pregando o Evangelho a toda a criatura, anunciassem que o Filho de Deus, pela sua morte e…

§ 1087Deste modo, Cristo ressuscitado, ao dar o Espírito Santo aos Apóstolos, confia-lhes o seu poder de santificação: eles tornam-se sinais sacramentais de Cristo.

§ 1088«Para realizar tão grande obra» – como é a dispensação ou comunicação da sua obra de salvação – «Cristo está sempre presente na sua igreja, sobretudo nas ações litúrgicas.

§ 1089«Em tão grande obra, pela qual Deus é perfeitamente glorificado e os homens santificados, Cristo associa sempre a Si a Igreja, sua amadíssima esposa, a qual invoca o seu Senhor e por meio d'Ele rende culto ao eterno…

§ 1090«Na liturgia da terra, participamos, saboreando-a de antemão, na liturgia celeste, celebrada na cidade santa de Jerusalém, para a qual nos dirigimos como peregrinos e onde Cristo está sentado à direita de Deus, como…

§ 1092Nesta dispensação sacramental do mistério de Cristo, o Espírito Santo age do mesmo modo que nos outros tempos da economia da salvação: prepara a Igreja para o encontro com o seu Senhor; lembra e manifesta Cristo à fé…

§ 1093O Espírito Santo realiza, na economia sacramental, as figuras da Antiga Aliança.

§ 1094É com base nesta harmonia dos dois Testamentos que se articula a catequese pascal do Senhor e, depois, a dos Apóstolos e dos Padres da Igreja.

§ 1095É por isso que a Igreja, especialmente por ocasião dos tempos do Advento, da Quaresma e sobretudo na noite da Páscoa, relê e revive todos estes grandes acontecimentos da história da salvação no «hoje» da sua liturgia.

§ 1096Liturgia judaica e liturgia cristã.

§ 1097Na liturgia da Nova Aliança, toda a ação litúrgica, especialmente a celebração da Eucaristia e dos sacramentos, é um encontro entre Cristo e a Igreja.

§ 1098A assembleia deve preparar-se para o encontro com o seu Senhor, ser «um povo bem disposto».

§ 1099O Espírito e a Igreja cooperam para manifestar Cristo e a sua obra de salvação na liturgia.

§ 1100A Palavra de Deus.

§ 1101É o Espírito Santo que dá aos leitores e ouvintes, segundo a disposição dos seus corações, a inteligência espiritual da Palavra de Deus.

§ 1102«É pela Palavra da salvação [...] que a fé é alimentada no coração dos fiéis; e é mercê da fé que tem início e se desenvolve a reunião dos fiéis».

§ 1103A anamnese.

§ 1104A liturgia cristã não se limita a recordar os acontecimentos que nos salvaram: atualiza-os, torna-os presentes.

§ 1105A epiclese («invocação sobre») é a intercessão mediante a qual o sacerdote suplica ao Pai que envie o Espírito santificador para que as oferendas se tornem o corpo e o sangue de Cristo e para que, recebendo-as, os…

§ 1106Juntamente com a anamnese, a epiclese é o coração de qualquer celebração sacramental, e mais particularmente da Eucaristia: «Tu perguntas como é que o pão se torna corpo de Cristo, e o vinho [..] sangue de Cristo?

§ 1107O poder transformante do Espírito Santo na liturgia apressa a vinda do Reino e a consumação do mistério da salvação.

§ 1108A finalidade da missão do Espírito Santo em toda a ação litúrgica é pôr-nos em comunhão com Cristo, para formarmos o seu corpo.

§ 1109A epiclese é também oração pelo pleno efeito da comunhão da assembleia no mistério de Cristo.

Tempo litúrgico

§ 1163«A santa mãe Igreja considera seu dever celebrar com uma comemoração sagrada, em determinados dias do ano, a obra de salvação do seu divino Esposo.

§ 1164O povo de Deus, desde o tempo da lei mosaica, conheceu festas em datas fixadas a partir da Páscoa, para comemorar as ações portentosas do Deus Salvador, dar-Lhe graças por elas, perpetuar-lhes a lembrança e ensinar as…

§ 1165Quando a Igreja celebra o mistério de Cristo, há uma palavra que ritma a sua oração: Hoje!, como um eco da oração que lhe ensinou o seu Senhor e do chamamento do Espírito Santo.

§ 1166«Por tradição apostólica, que remonta ao próprio dia da ressurreição de Cristo, a Igreja celebra o mistério pascal todos os oito dias, no dia que bem se denomina dia do Senhor ou Domingo».

§ 1167O Domingo é o dia por excelência da assembleia litúrgica, em que os fiéis se reúnem «para, ouvindo a Palavra de Deus e participando na Eucaristia, fazerem memória da paixão, ressurreição e glória do Senhor Jesus, e…

§ 1168Partindo do Tríduo Pascal, como da sua fonte de luz, o tempo novo da ressurreição enche todo o ano litúrgico da sua claridade.

§ 1169É por isso que a Páscoa não é simplesmente uma festa entre outras: é a «festa das festas», a «solenidade das solenidades», tal como a Eucaristia é o sacramento dos sacramentos (o grande sacramento).

§ 1170No Concílio de Niceia (em 325), todas as Igrejas acordaram em que a Páscoa cristã fosse celebrada no domingo a seguir à lua cheia (14 de Nisan), depois do equinócio da Primavera.

§ 1171O ano litúrgico é o desenrolar dos diferentes aspectos do único mistério pascal.

§ 1172«Na celebração deste ciclo anual dos mistérios de Cristo, a santa Igreja venera, com especial amor, porque indissoluvelmente unida à obra de salvação do seu Filho, a bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus; nela vê e…

§ 1173Quando a Igreja, no ciclo anual, faz memória dos mártires e dos outros santos, «proclama o mistério pascal» realizado naqueles homens e mulheres que «sofreram com Cristo e com Ele foram glorificados, propõe aos fiéis…

§ 1174O mistério de Cristo, a sua Encarnação e a sua Páscoa, que celebramos na Eucaristia, especialmente na assembleia dominical, penetra e transfigura o tempo de cada dia pela celebração da Liturgia das Horas, «o Ofício…

§ 1175A Liturgia das Horas está destinada a tornar-se a oração de todo o povo de Deus.

§ 1176Celebrar a Liturgia das Horas exige, não somente harmonizar a voz com o coração que ora, mas também procurar «adquirir maior instrução litúrgica e bíblica, especialmente quanto aos salmos».

§ 1177Os hinos e as preces litânicas da Liturgia das Horas inserem a oração dos salmos no tempo da Igreja, exprimindo o simbolismo do momento do dia, do tempo litúrgico ou da festa celebrada.

§ 1178A Liturgia das Horas, que é como que um prolongamento da celebração eucarística, não exclui, antes postula como complemento, as diversas devoções do povo de Deus, particularmente a adoração e o culto do Santíssimo…

Explicação do mistério pascal

§ 1171O ano litúrgico é o desenrolar dos diferentes aspectos do único mistério pascal.

Interpretação dos tempos pela liturgia

§ 1095É por isso que a Igreja, especialmente por ocasião dos tempos do Advento, da Quaresma e sobretudo na noite da Páscoa, relê e revive todos estes grandes acontecimentos da história da salvação no «hoje» da sua liturgia.

Memória da Virgem Maria

§ 1172«Na celebração deste ciclo anual dos mistérios de Cristo, a santa Igreja venera, com especial amor, porque indissoluvelmente unida à obra de salvação do seu Filho, a bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus; nela vê e…

§ 1370À oblação de Cristo unem-se não só os membros que estão ainda neste mundo, mas também os que já estão na glória do céu: é em comunhão com a santíssima Virgem Maria e fazendo memória d'Ela, assim como de todos os santos…

Memória dos santos

§ 1173Quando a Igreja, no ciclo anual, faz memória dos mártires e dos outros santos, «proclama o mistério pascal» realizado naqueles homens e mulheres que «sofreram com Cristo e com Ele foram glorificados, propõe aos fiéis…

Mistério Pascal fundamento da Interpretação do ano litúrgico

§ 1168Partindo do Tríduo Pascal, como da sua fonte de luz, o tempo novo da ressurreição enche todo o ano litúrgico da sua claridade.

§ 1169É por isso que a Páscoa não é simplesmente uma festa entre outras: é a «festa das festas», a «solenidade das solenidades», tal como a Eucaristia é o sacramento dos sacramentos (o grande sacramento).

Domingo

§ 1166«Por tradição apostólica, que remonta ao próprio dia da ressurreição de Cristo, a Igreja celebra o mistério pascal todos os oito dias, no dia que bem se denomina dia do Senhor ou Domingo».

§ 1167O Domingo é o dia por excelência da assembleia litúrgica, em que os fiéis se reúnem «para, ouvindo a Palavra de Deus e participando na Eucaristia, fazerem memória da paixão, ressurreição e glória do Senhor Jesus, e…

Celebração das outras festividades

§ 2177A celebração dominical do Dia e da Eucaristia do Senhor está no coração da vida da Igreja.

Dia do Senhor

§ 1166«Por tradição apostólica, que remonta ao próprio dia da ressurreição de Cristo, a Igreja celebra o mistério pascal todos os oito dias, no dia que bem se denomina dia do Senhor ou Domingo».

§ 1167O Domingo é o dia por excelência da assembleia litúrgica, em que os fiéis se reúnem «para, ouvindo a Palavra de Deus e participando na Eucaristia, fazerem memória da paixão, ressurreição e glória do Senhor Jesus, e…

Importância da celebração eucarística dominical

§ 2177A celebração dominical do Dia e da Eucaristia do Senhor está no coração da vida da Igreja.

§ 2178Esta prática da reunião da assembleia cristã data dos princípios da idade apostólica.

§ 2179«A paróquia é uma certa comunidade de fiéis, constituída estavelmente na Igreja particular, cuja cura pastoral, sob a autoridade do bispo diocesano, está confiada ao pároco, como a seu pastor próprio».