O mistério de Cristo, a sua Encarnação e a sua Páscoa, que celebramos na Eucaristia, especialmente na assembleia dominical, penetra e transfigura o tempo de cada dia pela celebração da Liturgia das Horas, «o Ofício divino»52. Esta celebração, na fidelidade às recomendações apostólicas de «orar sem cessar»53 «constituiu-se de modo a consagrar, pelo louvor a Deus, todo o curso diurno e noturno do tempo»54. É «a oração pública da Igreja»55, na qual os fiéis (clérigos, religiosos e leigos) exercem o sacerdócio real dos batizados. Celebrada «segundo a forma aprovada» pela Igreja, a Liturgia das Horas «é verdadeiramente a voz da própria Esposa que fala com o Esposo; mais ainda, é a oração que Cristo, unido ao seu corpo, eleva ao Pai»56.
Notas
- Cf. II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, IV, 83-101: AAS 56 (1964) 121-125. ↩
- Cf. 1 Ts 5, 17; Ef 6, 18. ↩
- II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, 84: AAS 56 (1964) 121. ↩
- II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, 98: AAS 56 (1964) 124. ↩
- II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, 84: AAS 56 (1964) 121. ↩
No índice analítico
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Na Liturgia Diária
Este parágrafo acompanha as leituras da missa nestes dias:
- 13 de dezembro de 2026 · 1Ts 5,16-24
- 29 de outubro de 2026 · Ef 6,10-20