Jesus chama para entrar no Reino, por meio de parábolas, traço característico do seu ensino282. Por meio delas, convida para o banquete do Reino283, mas exige também uma opção radical: para adquirir o Reino é preciso dar tudo284. As palavras não bastam, exigem-se atos285. As parábolas são, para o homem, uma espécie de espelho: como é que ele recebe a Palavra? Como chão duro, ou como terra boa?286 Que faz ele dos talentos recebidos?287 Jesus e a presença do Reino neste mundo estão secretamente no coração das parábolas. É preciso entrar no Reino, quer dizer, tornar-se discípulo de Cristo, para «conhecer os mistérios do Reino dos céus» (Mt 13, 11). Para os que ficam «fora» (Mc 4, 11), tudo permanece enigmático288.
Notas
No índice analítico
- Convívio › Convívio das núpcias do Cordeiro
- Cristo › Anúncio do Reino
- Cristo › Reino de Deus
- Eleição(ões)/escolha(er) › Opção radical de cada um exigida por Jesus
- Mistério › Mistério de Cristo
- Parábola(s) › Significação e fins das parábolas
- Reino de Deus › Anúncio do Reino de Deus
Na Liturgia Diária
Este parágrafo acompanha as leituras da missa nestes dias:
- 15 de dezembro de 2026 · Mt 21,28-32
- 15 de novembro de 2026 · Mt 25,14-30
- 11 de outubro de 2026 · Mt 22,1-14
- 27 de setembro de 2026 · Mt 21,28-32