Os evangelhos foram escritos por homens que foram dos primeiros a receber a fé187 e que quiseram partilhá-la com outros. Tendo conhecido, pela fé, quem é Jesus, puderam ver e fazer ver os traços do seu mistério em toda a sua vida terrena. Desde os panos do nascimento188 até ao vinagre da paixão189 e ao sudário da ressurreição190, tudo, na vida de Jesus, é sinal do seu mistério. Através dos seus gestos, milagres e palavras, foi revelado que «n'Ele habita corporalmente toda a plenitude da Divindade» (Cl 2, 9). A sua humanidade aparece, assim, como «sacramento», isto é, sinal e instrumento da sua divindade e da salvação que Ele veio trazer. O que havia de visível na sua vida terrena conduz ao mistério invisível da sua filiação divina e da sua missão redentora.
Notas
No índice analítico
- Cristo › Mistérios da vida de Cristo
- Divindade › Divindade de Jesus
- Evangelho(s) cf. boa nova novo testamento Sagrada Escritura › Autores do Evangelho
- Milagre(s) › Milagre de Cristo sinal de sua divindade
- Mistério › Mistério de Cristo
- Plenitude › Plenitude de Cristo
Na Liturgia Diária
Este parágrafo acompanha as leituras da missa nestes dias:
- 6 de dezembro de 2026 · Mc 1,1-8