Catecismo da Igreja Católica · índice analítico

Plenitude

51 parágrafos do Catecismo em 10 entradas do índice analítico. Cada trecho abre o parágrafo inteiro, com as notas e os temas ligados.

Caridade plenitude da Lei

§ 2055Quando Lhe perguntam: «Qual é o maior mandamento que há na Lei?» (Mt 22, 36), Jesus responde: «Amarás o Senhor teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua mente: tal é o maior e primeiro…

Conselhos evangélicos plenitude da caridade

§ 1974Os conselhos evangélicos manifestam a plenitude viva da caridade, sempre insatisfeita por não dar mais.

Cristo mediador e plenitude de toda revelação

§ 65«Muitas vezes e de muitos modos falou Deus antigamente aos nossos pais, pelos Profetas.

§ 66«Portanto, a economia cristã, como nova e definitiva aliança, jamais passará, e já não se há-de esperar nenhuma nova revelação pública antes da gloriosa manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo».

§ 67No decurso dos séculos tem havido revelações ditas «privadas», algumas das quais foram reconhecidas pela autoridade da Igreja.

Cristo plenitude da Lei moral

§ 1953A lei moral encontra em Cristo a sua plenitude e unidade.

Oração na plenitude do tempo e

§ 2598O drama da oração é-nos plenamente revelado no Verbo que Se faz carne e habita entre nós.

§ 2599O Filho de Deus, feito Filho da Virgem, aprendeu a orar segundo o seu coração de homem.

§ 2600O Evangelho segundo São Lucas sublinha a ação do Espírito Santo e o sentido da oração no ministério de Cristo.

§ 2601«Estando um dia Jesus em oração em certo lugar, quando acabou disse-Lhe um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar» (Lc 11, 1).

§ 2602Jesus retira-Se muitas vezes sozinho para a solidão, no cimo da montanha, preferentemente de noite, a fim de orar.

§ 2603Os evangelistas retiveram duas orações mais explícitas de Cristo durante o seu ministério.

§ 2604A segunda oração é referida por São João, antes da ressurreição de Lázaro.

§ 2605Quando chegou a Hora em que cumpriu o desígnio de amor do Pai, Jesus deixa entrever a profundidade insondável da sua oração filial, não só antes de livremente Se entregar («Abbá... não se faça a minha vontade, mas a…

§ 2606Todas as desolações da humanidade de todos os tempos, escrava do pecado e da morte, todas as súplicas e intercessões da história da salvação estão reunidas neste brado do Verbo encarnado.

§ 2607Quando ora, Jesus já nos ensina a orar.

§ 2608Jesus insiste na conversão do coração desde o sermão da montanha: a reconciliação com o irmão antes de apresentar a oferta no altar; o amor dos inimigos e a oração pelos perseguidores; orar ao Pai «no segredo» (Mt 6…

§ 2609O coração, assim decidido a converter-se, aprende a orar na fé.

§ 2610Do mesmo modo que Jesus ora ao Pai e Lhe dá graças antes de receber os seus dons, assim também nos ensina esta audácia filial: «tudo o que pedirdes na oração, acreditai que já o alcançastes» (Mc 11, 24).

§ 2611A oração de fé não consiste somente em dizer «Senhor, Senhor!», mas em preparar o coração para fazer a vontade do Pai.

§ 2612Em Jesus, «o Reino de Deus está perto».

§ 2613São Lucas transmite-nos três parábolas principais sobre a oração.

§ 2614Quando Jesus confia abertamente aos discípulos o mistério da oração ao Pai, desvenda-lhes o que deve ser a oração deles e a nossa quando Ele tiver voltado para junto do Pai, na sua humanidade glorificada.

§ 2615Mais ainda: o que o Pai nos dá, quando a nossa oração se une à de Jesus, é «o outro Paráclito, [...] para ficar convosco para sempre, o Espírito de verdade» (Jo 14, 16-17).

§ 2616A oração a Jesus já foi sendo atendida por Ele durante o seu ministério, mediante os sinais que antecipam o poder da sua morte e ressurreição: Jesus atende a oração da fé expressa em palavras (do leproso, de Jairo, da…

§ 2617A oração de Maria é-nos revelada na aurora da plenitude dos tempos.

§ 2618O Evangelho revela-nos como é que Maria ora e intercede na fé: em Caná, a Mãe de Jesus roga a seu Filho pelas necessidades dum banquete de bodas, sinal dum outro banquete, o das bodas do Cordeiro que dá o seu corpo e o…

§ 2619É por isso que o cântico de Maria o Magnificat latino, o Megalynárion bizantino – é, ao mesmo tempo, o cântico da Mãe de Deus e o da Igreja, cântico da Filha de Sião e do novo povo de Deus, cântico de ação de graças…

Plenitude da vida cristã

§ 5«A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, que compreende especialmente o ensino da doutrina cristã, ministrado em geral dum modo orgânico e sistemático, em ordem à iniciação na plenitude…

§ 2013«Os cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade».

Plenitude de Cristo

§ 423Nós cremos e confessamos que Jesus de Nazaré, judeu nascido duma filha de Israel, em Belém, no tempo do rei Herodes o Grande e do imperador César Augusto, carpinteiro de profissão, morto crucificado em Jerusalém sob o…

§ 515Os evangelhos foram escritos por homens que foram dos primeiros a receber a fé e que quiseram partilhá-la com outros.

Plenitude do Reino de Deus

§ 1042No fim dos tempos, o Reino de Deus chegará à sua plenitude.

Plenitude dos meios de salvação

§ 824A Igreja, unida a Cristo, é santificada por Ele.

Plenitude dos tempos §2598-2619

§ 422«Quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher e sujeito à Lei, para resgatar os que estavam sujeitos à Lei e nos tornar seus filhos adotivos» (Gl 4, 4-5).

§ 484A Anunciação a Maria inaugura a «plenitude dos tempos» (Gl 4, 4), isto é, o cumprimento das promessas e dos preparativos.

§ 717«Apareceu um homem, enviado por Deus, que tinha o nome de João» (Jo 1, 6).

§ 718João é «Elias que devia vir».

§ 719João é «mais do que um profeta».

§ 720Finalmente, com João Batista, o Espírito Santo inaugura, em prefiguração, aquilo que vai realizar com e em Cristo: restituir ao homem «a semelhança» divina.

§ 721Maria, a santíssima Mãe de Deus, sempre virgem, é a obra-prima da missão do Filho e do Espírito na plenitude do tempo.

§ 722O Espírito Santo preparou Maria pela sua graça.

§ 723Em Maria, o Espírito Santo realiza o desígnio benevolente do Pai.

§ 724Em Maria, o Espírito Santo manifesta o Filho do Pai feito Filho da Virgem.

§ 725Finalmente, por Maria, o Espírito começa a pôr em comunhão com Cristo os homens que são «objeto do amor benevolente de Deus»; e os humildes são sempre os primeiros a recebé-Lo: os pastores, os magos, Simeão e Ana, os…

§ 726No termo desta missão do Espírito, Maria torna-se a «Mulher», a nova Eva «mãe dos vivos», Mãe do «Cristo total».

§ 727Toda a missão do Filho e do Espírito Santo, na plenitude do tempo, está contida no fato de o Filho ser o ungido do Espírito do Pai, desde a sua Encarnação: Jesus é o Cristo, o Messias.

§ 728Jesus não revela plenamente o Espírito Santo enquanto Ele próprio não for glorificado pela sua morte e ressurreição.

§ 729Só quando chega a Hora em que vai ser glorificado, é que Jesus promete a vinda do Espírito Santo, pois a sua morte e ressurreição serão o cumprimento da promessa feita aos antepassados.

§ 730Chega, por fim, a «Hora de Jesus»: Jesus entrega o seu espírito nas mãos do Pai, no momento em que pela sua morte vence a morte, de tal modo que, «ressuscitado dos mortos pela glória do Pai» (Rm 6, 4), logo dá o…

§ 744Na plenitude dos tempos, o Espírito Santo realiza em Maria todas as preparações para a vinda de Cristo ao povo de Deus.