Os evangelistas retiveram duas orações mais explícitas de Cristo durante o seu ministério. E ambas começam por uma ação de graças. Na primeira51, Jesus louva o Pai, reconhece-O e bendi-Lo por ter escondido os mistérios do Reino aos que se julgavam sábios e os ter revelado aos «pequeninos» (os pobres das bem-aventuranças). O seu estremecimento – «Sim Pai!» – revela o íntimo do seu coração, a sua adesão ao «beneplácito» do Pai, como um eco do «Fiat» da sua Mãe aquando da sua concepção e como prelúdio do que Ele próprio dirá ao Pai na sua agonia. Toda a oração de Jesus está nesta adesão amorosa do seu coração de homem ao «mistério da vontade» do Pai52.
Notas
No índice analítico
- Adesão › Adesão de Jesus ao desígnio do Pai
- Bem-aventuranças evangélicas › "Bem-aventurados os pobres"
- Bem-aventuranças evangélicas › Espírito das bem-aventuranças evangélicas
- Coração › Coração de Cristo e Sagrada Escritura
- Cristo › Jesus orante
- Graça › Jesus Ação de graças ao Pai
- Oração cf. "Pai-nosso" salmos liturgia das horas › Jesus mestre de oração
- Oração cf. "Pai-nosso" salmos liturgia das horas › Oração de Jesus na vida
- Pai Deus › Fazer a vontade do Pai
- Plenitude › Oração na plenitude do tempo e
- Reino de Deus › Chamados ao Reino
Na Liturgia Diária
Este parágrafo acompanha as leituras da missa nestes dias:
- 1 de dezembro de 2026 · Lc 10,21-24
- 3 de outubro de 2026 · Lc 10,17-24