Catecismo da Igreja Católica

§ 1718

As bem-aventuranças respondem ao desejo natural de felicidade. Este desejo é de origem divina; Deus pô-lo no coração do homem para o atrair a Si, o único que o pode satisfazer:

«Todos nós, sem dúvida, queremos viver felizes, e não há entre os homens quem não dê o seu assentimento a esta afirmação, mesmo antes de ela ser plenamente enunciada»16
«Como é então, Senhor, que eu Te procuro? De fato, quando Te procuro, ó meu Deus, é a vida feliz que eu procuro. Faz com que Te procure, para que a minha alma viva! Porque tal como o meu corpo vive da minha alma, assim a minha alma vive de Ti»17.
«Só Deus sacia»18.

Notas

  1. Santo Agostinho, De moribus Ecclesiae catholicae 1. 3, 4: CSEL 90, 6 (PL 32, 1312). ↩
  2. Santo Agostinho, Confissões, 10, 20, 29: CCL 27, 170 (PL 32, 791). ↩
  3. São Tomás de Aquino, In Symbolum Apostolarum scilicet «Credo in Deum», expositio, c. 15: Opera omnia, v. 27 (Parisiis 1875) p. 228. ↩

No índice analítico

No Catecismo de São Pio X

929. Quem são aqueles a quem o mundo chama de bem-aventurados? O mundo chama bem-aventurados aqueles que desfrutam abundância em riquezas e honras, que vivem regozijadamente e não têm ocasião alguma de sofrer. Ler no Catecismo de São Pio X →