Condenação do desejo libidinoso
§ 1871O pecado é «uma palavra, um ato ou um desejo contrários à lei eterna».
§ 2336Jesus veio restaurar a criação na pureza das suas origens.
§ 2380O adultério.
§ 2480Deve condenar-se toda a palavra ou atitude que, por lisonja, adulação ou complacência, estimula e confirma outrem na malícia dos seus atos e na perversidade da sua conduta.
§ 2535O apetite sensível leva-nos a desejar as coisas agradáveis que não possuímos.
§ 2536O décimo mandamento condena a avidez e o desejo duma apropriação desmesurada dos bens terrenos; e proíbe a cupidez desregrada, nascida da paixão imoderada das riquezas e do seu poder.
§ 2537Não é violar este mandamento desejar obter coisas que pertencem ao próximo, desde que seja por meios legítimos.
§ 2538O décimo mandamento exige que seja banida a inveja do coração humano.
§ 2539A inveja é um vício capital.
§ 2540A inveja representa uma das formas da tristeza e, portanto, uma recusa da caridade; o batizado lutará contra ela, opondo-lhe a benevolência.
Desejo como paixão
§ 1772As principais paixões são o amor e o ódio, o desejo e o temor; a alegria, a tristeza e a cólera.
Desejo da volta de Cristo
§ 524Ao celebrar em cada ano a Liturgia do Advento, a Igreja atualiza esta expectativa do Messias.
Desejo de conversão
§ 1431A penitência interior é uma reorientação radical de toda a vida, um regresso, uma conversão a Deus de todo o nosso coração, uma rotura com o pecado, uma aversão ao mal, com repugnância pelas más ações que cometemos.
Desejo de Deus
§ 27O desejo de Deus é um sentimento inscrito no coração do homem, porque o homem foi criado por Deus e para Deus.
§ 28De muitos modos, na sua história e até hoje, os homens exprimiram a sua busca de Deus em crenças e comportamentos religiosos (orações, sacrifícios, cultos, meditações, etc.).
§ 29Mas esta «relação íntima e vital que une o homem a Deus» pode ser esquecida, desconhecida e até explicitamente rejeitada pelo homem.
§ 30«Exulte o coração dos que procuram o Senhor» (Sl 105, 3).
§ 2736Será que estamos convencidos de que «não sabemos o que pedir, para rezar como devemos» (Rm 8, 26)?
Desejo de felicidade
§ 1718As bem-aventuranças respondem ao desejo natural de felicidade.
§ 1719As bem-aventuranças descobrem a meta da existência humana, o fim último dos atos humanos: Deus chama-nos à sua própria felicidade.
§ 1725As bem-aventuranças retomam e aperfeiçoam as promessas de Deus, desde Abraão, ordenando-as para o Reino dos céus.
§ 2548O desejo da verdadeira felicidade liberta o homem do apego imoderado aos bens deste mundo, e terá a sua plenitude na visão beatífica de Deus.
Desejo de Jesus
§ 607Este desejo de fazer seu o plano do amor de redenção do seu Pai, anima toda a vida de Jesus.
§ 1130A Igreja celebra o mistério do seu Senhor «até que Ele venha» e «Deus seja tudo em todos»(1 Cor 11, 26; 15, 28).
Desejo de oração
§ 2601«Estando um dia Jesus em oração em certo lugar, quando acabou disse-Lhe um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar» (Lc 11, 1).
Desejo de riqueza
§ 2424Uma teoria que faça do lucro a regra exclusiva e o fim último da atividade econômica, é moralmente inaceitável.
Desejo do anúncio de Cristo
§ 425A transmissão da fé cristã é, antes de mais, o anúncio de Jesus Cristo, para Levar à fé n'Ele.
§ 429Deste conhecimento amoroso de Cristo brota o desejo de O anunciar, de «evangelizar» e levar os outros ao «sim» da fé em Jesus Cristo.
Desejo do bem
§ 1707«Seduzido pelo Maligno desde o começo da história, o homem abusou da sua liberdade».
§ 1765São numerosas as paixões.
Desejo do Espírito Santo
§ 2541A economia da lei e da graça desvia o coração dos homens da cobiça e da inveja; inicia-o no desejo do sumo bem; e instrui-o nos desejos do Espírito Santo que sacia o coração do homem.
§ 2737«Não tendes, porque não pedis.
§ 2764O sermão da montanha é doutrina de vida e a oração dominical é prece; mas num e noutra, o Espírito do Senhor dá uma forma nova aos nossos desejos, a esses movimentos interiores que animam a nossa vida.
Desejo do Reino de Deus
§ 2632A petição cristã está centrada no desejo e na busca do Reino que há-de vir, em conformidade com o ensinamento de Jesus.
§ 2818Na oração do Senhor, trata-se principalmente da vinda final do Reino de Deus pelo regresso de Cristo.
Homem e seu desejo de Deus
§ 2548O desejo da verdadeira felicidade liberta o homem do apego imoderado aos bens deste mundo, e terá a sua plenitude na visão beatífica de Deus.
§ 2549Resta ao povo santo lutar, com a graça do Alto, para alcançar os bens que Deus promete.
§ 2550Neste caminho da perfeição, o Espírito e a Esposa chamam quem os escuta à comunhão perfeita com Deus: «Ali será a verdadeira glória; ninguém ali será louvado por engano ou por lisonja; as verdadeiras honras não serão…
§ 2557O homem de desejo diz: «Quero ver a Deus», sede de Deus é saciada pela água da vida eterna.
§ 2566O homem anda à procura de Deus.
§ 2589Há traços constantes e comuns a todos os salmos: a simplicidade e a espontaneidade da oração; o desejar Deus em pessoa, através e com tudo o que é bom na sua criação; a situação desconfortável do crente que, no seu…
§ 2709O que é a contemplação?
§ 2784Este dom gratuito da adoção exige da nossa parte uma conversão contínua e uma vida nova.
Inveja como desejo dos bens alheios
§ 2539A inveja é um vício capital.
§ 2553Inveja é a tristeza que se experimenta perante o bem alheio e o desejo imoderado de se apropriar dele.
Ira desejo de vingança
§ 2302Evocando o preceito «Não matarás» (Mt 5, 21), nosso Senhor pede a paz do coração e denuncia a imoralidade da cólera assassina e do ódio: A ira é um desejo de vingança.
Luta contra os desejos libidinosos
§ 2520O Batismo confere a quem o recebe a graça da purificação de todos os pecados.
Temperança e moderação do desejo
§ 1809A temperança é a virtude moral que modera a atração dos prazeres e proporciona o equilíbrio no uso dos bens criados.