Catecismo da Igreja Católica · índice analítico

Felicidade

14 parágrafos do Catecismo em 3 entradas do índice analítico. Cada trecho abre o parágrafo inteiro, com as notas e os temas ligados.

Bem-aventuranças caminho para a felicidade

§ 1697Na catequese, importa revelar com toda a clareza a alegria e as exigências do caminho de Cristo.

§ 1718As bem-aventuranças respondem ao desejo natural de felicidade.

§ 1719As bem-aventuranças descobrem a meta da existência humana, o fim último dos atos humanos: Deus chama-nos à sua própria felicidade.

§ 1818A virtude da esperança corresponde ao desejo de felicidade que Deus colocou no coração de todo o homem; assume as esperanças que inspiram as atividades dos homens, purifica-as e ordena-as para o Reino dos céus; protege…

§ 2546«Bem-aventurados os pobres em espírito» (Mt 5, 3).

Desejo humano de felicidade

§ 33O homem: Com a sua abertura à verdade e à beleza, com o seu sentido do bem moral, com a sua liberdade e a voz da sua consciência, com a sua ânsia de infinito e de felicidade, o homem interroga-se sobre a existência de…

§ 188A palavra grega «symbolon» significava a metade dum objeto partido (por exemplo, um selo), que se apresentava como um sinal de identificação.

§ 1718As bem-aventuranças respondem ao desejo natural de felicidade.

§ 1719As bem-aventuranças descobrem a meta da existência humana, o fim último dos atos humanos: Deus chama-nos à sua própria felicidade.

§ 2548O desejo da verdadeira felicidade liberta o homem do apego imoderado aos bens deste mundo, e terá a sua plenitude na visão beatífica de Deus.

Deus dá a felicidade

§ 27O desejo de Deus é um sentimento inscrito no coração do homem, porque o homem foi criado por Deus e para Deus.

§ 30«Exulte o coração dos que procuram o Senhor» (Sl 105, 3).

§ 384A Revelação dá-nos a conhecer o estado de santidade e justiça originais do homem e da mulher, antes do pecado: da amizade de ambos com Deus derivava a felicidade da sua existência no paraíso.

§ 1028Em virtude da sua transcendência, Deus não pode ser visto tal como é, senão quando Ele próprio abrir o seu mistério à contemplação imediata do homem e lhe der capacidade para O contemplar.

§ 1035A doutrina da Igreja afirma a existência do Inferno e a sua eternidade.

§ 1723A bem-aventurança prometida coloca-nos perante as opções morais decisivas.