«A íntima comunidade da vida e do amor conjugal foi fundada pelo Criador e dotada de leis próprias [...]. O próprio Deus é o autor do matrimônio»97. A vocação para o matrimônio está inscrita na própria natureza do homem e da mulher, tais como saíram das mãos do Criador. O matrimônio não é uma instituição puramente humana, apesar das numerosas variações a que esteve sujeito no decorrer dos séculos, nas diferentes culturas, estruturas sociais e atitudes espirituais. Tais diversidades não devem fazer esquecer os traços comuns e permanentes. Muito embora a dignidade desta instituição nem sempre e nem por toda a parte transpareça com a mesma clareza98, existe, no entanto, em todas as culturas, um certo sentido da grandeza da união matrimonial. Porque «a saúde da pessoa e da sociedade está estreitamente ligada a uma situação feliz da comunidade conjugal e familiar»99.
Notas
No índice analítico
- Amor › Amor conjugal e instituição do Matrimónio
- Casal › Matrimónio e casal
- Criação-criado › Matrimónio na ordem da criação
- Dignidade › Dignidade do amor elevado à dignidade do Sacramento
- Homem › Vocação para o Matrimónio
- Matrimónio › Grandeza do Matrimónio
- Matrimónio › Matrimónio na ordem da criação
- Matrimónio › Unidade e Matrimónio na antiga Lei
- Matrimónio › Matrimónio como sacramento §1601-1658
- Mulher › Vocação do homem e da mulher
- Natureza › Vocação para o Matrimónio inscrita na natureza humana
- Salvação › Salvação da pessoa e da sociedade estreitamente ligada ao bem-estar conjugal
- Sociedade › Salvação da sociedade
- União › União matrimonial
- Vocação do homem › Vocação para o casamento
No Catecismo de São Pio X
832. Por quem foi instituído o Matrimônio? O Matrimônio foi instituído pelo próprio Deus no Paraíso terrestre; e no Novo Testamento foi elevado à dignidade de Sacramento por Jesus Cristo. Ler no Catecismo de São Pio X →