Catecismo da Igreja Católica · índice analítico

Fecundidade

23 parágrafos do Catecismo em 6 entradas do índice analítico. Cada trecho abre o parágrafo inteiro, com as notas e os temas ligados.

Cristo verdadeira videira da fecundidade espiritual

§ 755«A Igreja é a agricultura ou o campo de Deus.

§ 864«Sendo Cristo, enviado do Pai, a fonte e a origem de todo o apostolado da Igreja», é evidente que a fecundidade do apostolado, tanto dos ministros ordenados como dos leigos, depende da sua união vital com Cristo.

§ 2074Jesus diz: «Eu sou a cepa, vós as varas.

Extensão da fecundidade do amor conjugal

§ 2221A fecundidade do amor conjugal não se reduz apenas à procriação dos filhos.

§ 2363Pela união dos esposos realiza-se o duplo fim do matrimônio: o bem dos próprios esposos e a transmissão da vida.

Fecundidade do Matrimónio

§ 2366A fecundidade é um dom, uma finalidade do matrimônio, porque o amor conjugal tende naturalmente a ser fecundo.

§ 2367Chamados a dar a vida, os esposos participam do poder criador e da paternidade de Deus.

§ 2368Um aspecto particular desta responsabilidade diz respeito à regulação da procriação.

§ 2369«É salvaguardando estes dois aspectos essenciais, união e procriação, que o ato conjugal conserva integralmente o sentido de mútuo e verdadeiro amor e a sua ordenação para a altíssima vocação do homem para a…

§ 2370A continência periódica, os métodos de regulação dos nascimentos baseados na auto-observação e no recurso aos períodos infecundos, são conformes aos critérios objetivos da moralidade.

§ 2371«Aliás, todos devem ter bem presente que a vida humana e a missão de a transmitir não se limitam aos horizontes deste mundo, nem podem ser medidas ou compreendidas unicamente em função dele, mas estão sempre…

§ 2372O Estado é responsável pelo bem-estar dos cidadãos.

Fecundidade exigência do amor conjugal

§ 2363Pela união dos esposos realiza-se o duplo fim do matrimônio: o bem dos próprios esposos e a transmissão da vida.

Ordenação para a fecundidade conjugal

§ 372O homem e a mulher são feitos «um para o outro»: não é que Deus os tenha feito «a meias» e «incompletos»; criou-os para uma comunhão de pessoas, em que cada um pode ser «ajuda» para o outro, uma vez que são, ao mesmo…

§ 1604Deus, que criou o homem por amor, também o chamou ao amor, vocação fundamental e inata de todo o ser humano.

§ 1642Cristo é a fonte desta graça.

§ 1643«O amor conjugal comporta um todo em que entram todas as componentes da pessoa – apelo do corpo e do instinto, força do sentimento e da afetividade, aspiração do espírito e da vontade –; visa uma unidade profundamente…

§ 1652«Pela sua própria natureza, a instituição matrimonial e o amor conjugal estão ordenados à procriação e à educação dos filhos, que constituem o ponto alto da sua missão e a sua coroa»

§ 1653A fecundidade do amor conjugal estende-se aos frutos da vida moral, espiritual e sobrenatural que os pais transmitem aos filhos pela educação.

§ 1654Os esposos a quem Deus não concedeu a graça de ter filhos podem, no entanto, ter uma vida conjugal cheia de sentido, humana e cristãmente falando.

§ 1662O Matrimônio assenta no consentimento dos contraentes, quer dizer; na vontade de se darem mútua e definitivamente, com o fim de viverem uma aliança de amor fiel e fecundo.

§ 1664A unidade, a indissolubilidade e a abertura à fecundidade são essenciais ao Matrimônio.

Significação da fecundidade humana

§ 398Neste pecado, o homem preferiu-se a si próprio a Deus, e por isso desprezou Deus: optou por si próprio contra Deus, contra as exigências da sua condição de criatura e, daí, contra o seu próprio bem.

§ 2335Cada um dos dois sexos é, com igual dignidade, embora de modo diferente, imagem do poder e da ternura de Deus.