Catecismo da Igreja Católica

§ 957

A comunhão com os santos. «Não é só por causa do seu exemplo que veneramos a memória dos bem-aventurados, mas ainda mais para que a união de toda a Igreja no Espírito aumente com o exercício da caridade fraterna. Pois, assim como a comunhão cristã entre os cristãos ainda peregrinos nos aproxima mais de Cristo, assim também a comunhão com os santos nos une a Cristo, de quem procedem, como de fonte e Cabeça, toda a graça e a própria vida do povo de Deus»519.

«A Cristo, nós O adoramos, porque Ele é o Filho de Deus; quanto aos mártires, nós os amamos como a discípulos e imitadores do Senhor: e isso é justo, por causa da sua devoção incomparável para com o seu Rei e Mestre. Assim nós possamos também ser seus companheiros e condiscípulos!»520.

Notas

  1. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 50: AAS 57 (1965) 56. ↩
  2. Martyrium sancti Polycarpi 17, 3: SC 10bis. 232 (Funk 1, 336). ↩

No índice analítico

No Catecismo de São Pio X

340. É coisa boa e útil recorrer à intercessão dos Santos? É coisa utilíssima invocar os Santos, e isso deve ser feito por todos os cristãos. De modo particular devemos rezar ao nosso Anjo da Guarda, São José, protetor da Igreja, os Santos Apóstolos, o Santo de nosso nome e os Santos protetores da diocese e da… Ler no Catecismo de São Pio X →