Ora um tal combate e uma tal vitória só são possíveis pela oração. Foi pela oração que Jesus venceu o Tentador desde o princípio138 e no último combate da sua agonia139. Foi ao seu combate e à sua agonia que Cristo nos uniu nesta petição ao nosso Pai. A vigilância do coração é lembrada com insistência140 em comunhão com a sua. A vigilância é a «guarda do coração» e Jesus pede ao Pai que «nos guarde em seu nome»141. O Espírito Santo procura incessantemente despertar-nos para esta vigilância142. Esta petição adquire todo o seu sentido dramático, quando relacionada com a tentação final do nosso combate na terra: ela pede a perseverança final. «Olhai que vou chegar como um ladrão: feliz de quem estiver vigilante!» (Ap 16, 15).
Notas
No índice analítico
- Combate › Oração como combate
- Coração › Vigilância humilde do coração
- Tentação › "Não nos deixeis cair em tentação"
- Vigilância › Vigilância na oração
Na Liturgia Diária
Este parágrafo acompanha as leituras da missa nestes dias:
- 15 de novembro de 2026 · 1Ts 5,1-6
- 2 de novembro de 2026 · Lc 12,35-40
- 21 de outubro de 2026 · Lc 12,39-48
- 20 de outubro de 2026 · Lc 12,35-38