O sétimo mandamento proíbe os atos ou empreendimentos que, seja por que motivo for – egoísta ou ideológico, mercantil ou totalitário – conduzam a escravizar seres humanos, a desconhecer a sua dignidade pessoal, a comprá-los, vendê-los e trocá-los como mercadoria. É um pecado contra a dignidade das pessoas e seus direitos fundamentais reduzi-las, pela violência, a um valor utilitário ou a uma fonte de lucro. São Paulo ordenava a um amo cristão que tratasse o seu escravo, também cristão, «não já como escravo mas como irmão [...], tanto humanamente como no Senhor» (Flm 16).
No índice analítico
- Dignidade › Ofensas à dignidade pessoal cf. Respeito
- Direito(s) › Ações contrárias aos direitos fundamentais
- Doutrina social da Igreja › Desenvolvimento na doutrina social
- Escravidão › Proibição de submeter criaturas humanas à escravidão
- Pessoa › Respeito às pessoas e a seus bens
- Pessoa › Pecado e dignidade da pessoa
- Respeito › Respeito aos bens alheios