Caridade origem e forma de todas as virtudes
§ 25A concluir esta apresentação, é oportuno Lembrar este princípio pastoral enunciado pelo Catecismo Romano: Este é sem dúvida o caminho melhor, que o mesmo apóstolo seguia quando fundamentava a sua doutrina e ensino na…
§ 2346A caridade é a forma de todas as virtudes.
Catequese das virtudes humanas e cristãs
§ 1697Na catequese, importa revelar com toda a clareza a alegria e as exigências do caminho de Cristo.
Definição de virtude
§ 1803«Tudo o que é verdadeiro, nobre e justo, tudo o que é puro, amável e de boa reputação, tudo o que é virtude e digno de louvor, isto deveis ter no pensamento» (Fl 4, 8).
§ 1804As virtudes humanas são atitudes firmes, disposições estáveis, perfeições habituais da inteligência e da vontade, que regulam os nossos atos, ordenam as nossas paixões e guiam o nosso procedimento segundo a razão e a fé.
§ 1833A virtude é uma disposição habitual e firme para praticar o bem.
Educação nas virtudes
§ 1784A formação da consciência é tarefa para toda a vida.
§ 2223Os pais são os primeiros responsáveis pela educação dos filhos.
Espírito Santo obra pelas virtudes
§ 798O Espírito Santo é «o princípio de toda a ação vital e verdadeiramente salvífica em cada uma das diversas partes do Corpo», Ele realiza, de múltiplas maneiras, a edificação de todo o Corpo na caridade: pela Palavra de…
Obstáculos no exercício das virtudes
§ 1863O pecado venial enfraquece a caridade, traduz um afeto desordenado aos bens criados, impede o progresso da pessoa no exercício das virtudes e na prática do bem moral; e merece penas temporais.
§ 2284O escândalo é a atitude ou comportamento que leva outrem a fazer o mal.
Virtude da castidade
§ 2337A castidade significa a integração conseguida da sexualidade na pessoa, e daí a unidade interior do homem no seu ser corporal e espiritual.
§ 2341A virtude da castidade gira na órbita da virtude cardial da temperança, a qual visa impregnar de razão as paixões e os apetites da sensibilidade humana.
§ 2345A castidade é uma virtude moral.
§ 2347A virtude da castidade expande-se na amizade.
§ 2349«A castidade deve qualificar as pessoas segundo os seus diferentes estados de vida: uns, na virgindade ou celibato consagrado, forma eminente de se entregarem mais facilmente a Deus com um coração indiviso: outros, do…
Virtude da solidariedade
§ 1942A virtude da solidariedade vai além dos bens materiais.
§ 1948A solidariedade é uma virtude eminentemente cristã.
Virtude da verdade
§ 2468A verdade, como retidão da ação e da palavra humana, chama-se veracidade, sinceridade ou franqueza.
§ 2469«Os homens não seriam capazes de viver juntos, se não tivessem confiança uns nos outros, isto é, se não se dissessem a verdade».
Virtudes e dons do Espírito Santo
§ 1831Os sete dons do Espírito Santo são: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus.
Virtudes humanas elevadas pela graça
§ 1810As virtudes humanas, adquiridas pela educação, por atos deliberados e por uma sempre renovada perseverança no esforço, são purificadas e elevadas pela graça divina.
§ 1811Não é fácil, ao homem ferido pelo pecado, manter o equilíbrio moral.
Virtudes dom do Batismo
§ 1266A Santíssima Trindade confere ao batizado a graça santificante, a graça da justificação, que – o torna capaz de crer em Deus, esperar n'Ele e O amar, pelas virtudes teologais; – lhe dá o poder de viver e agir sob a…
Definição de dons do Espírito Santo
§ 1830A vida moral dos cristãos é sustentada pelos dons do Espírito Santo.
Frutos do Espírito Santo
§ 1832Os frutos do Espírito são perfeições que o Espírito Santo forma em nós, como primícias da glória eterna.
Sete dons do Espírito Santo
§ 1831Os sete dons do Espírito Santo são: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus.
Definição de virtudes humanas
§ 1804As virtudes humanas são atitudes firmes, disposições estáveis, perfeições habituais da inteligência e da vontade, que regulam os nossos atos, ordenam as nossas paixões e guiam o nosso procedimento segundo a razão e a fé.
§ 1834As virtudes humanas são disposições estáveis da inteligência e da vontade, que regulam os nossos atos, ordenam as nossas paixões e guiam o nosso procedimento segundo a razão e a fé.
Fortaleza
§ 1808A fortaleza é a virtude moral que, no meio das dificuldades, assegura a firmeza e a constância na prossecução do bem.
§ 1837A fortaleza assegura, no meio das dificuldades, a firmeza e a constância na prossecução do bem.
Justiça
§ 1807A justiça é a virtude moral que consiste na constante e firme vontade de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido.
§ 1836A justiça consiste na constante e firme vontade de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido.
Prudência
§ 1806A prudência é a virtude que dispõe a razão prática para discernir, em qualquer circunstância, o nosso verdadeiro bem e para escolher os justos meios de o atingir.
§ 1835A prudência dispõe a razão prática para discernir, em todas as circunstâncias, o verdadeiro bem e para escolher os justos meios de o realizar.
Temperança
§ 1809A temperança é a virtude moral que modera a atração dos prazeres e proporciona o equilíbrio no uso dos bens criados.
§ 1838A temperança modera a atração dos prazeres sensíveis e proporciona equilíbrio no uso dos bens criados.
§ 2290A virtude da temperança leva a evitar toda a espécie de excessos, o abuso da comida, da bebida, do tabaco e dos medicamentos.
Virtudes humanas "cardeais"
§ 1805Há quatro virtudes que desempenham um papel de charneira.
Virtudes humanas purificadas e elevadas pela graça
§ 1810As virtudes humanas, adquiridas pela educação, por atos deliberados e por uma sempre renovada perseverança no esforço, são purificadas e elevadas pela graça divina.
§ 1811Não é fácil, ao homem ferido pelo pecado, manter o equilíbrio moral.
Virtudes morais
§ 1266A Santíssima Trindade confere ao batizado a graça santificante, a graça da justificação, que – o torna capaz de crer em Deus, esperar n'Ele e O amar, pelas virtudes teologais; – lhe dá o poder de viver e agir sob a…
§ 1804As virtudes humanas são atitudes firmes, disposições estáveis, perfeições habituais da inteligência e da vontade, que regulam os nossos atos, ordenam as nossas paixões e guiam o nosso procedimento segundo a razão e a fé.
§ 1839As virtudes morais desenvolvem-se pela educação, por atos deliberados e pela perseverança no esforço.
Caridade
§ 1822A caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas por Ele mesmo, e ao próximo como a nós mesmos, por amor de Deus.
§ 1823Jesus faz da caridade o mandamento novo.
§ 1824Fruto do Espírito e plenitude da Lei, a caridade guarda os mandamentos de Deus e do seu Cristo: «Permanecei no meu amor.
§ 1825Cristo morreu por amor de nós, sendo nós ainda «inimigos» (Rm 5, 10).
§ 1826Sem a caridade, diz ainda o Apóstolo, «nada sou».
§ 1827O exercício de todas as virtudes é animado e inspirado pela caridade.
§ 1828A prática da vida moral animada pela caridade dá ao cristão a liberdade espiritual dos filhos de Deus.
§ 1829Os frutos da caridade são: a alegria, a paz e a misericórdia; exige a prática do bem e a correção fraterna; é benevolente; suscita a reciprocidade, é desinteressada e liberal: é amizade e comunhão: «A consumação de…
§ 1844Pela caridade, amamos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, por amor de Deus.
Definição e função das virtudes teologais
§ 1812As virtudes humanas radicam nas virtudes teologais, que adaptam as faculdades do homem à participação na natureza divina.
§ 1813As virtudes teologais fundamentam, animam e caracterizam o agir moral do cristão, Informam e vivificam todas as virtudes morais.
§ 1840As virtudes teologais dispõem os cristãos para viverem em relação com a Santíssima Trindade.
§ 1841São três as virtudes teologais: fé, esperança e caridade.
Esperança
§ 1817A esperança é a virtude teologal pela qual desejamos o Reino dos céus e a vida eterna como nossa felicidade, pondo toda a nossa confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos, não nas nossas forças, mas no socorro da…
§ 1818A virtude da esperança corresponde ao desejo de felicidade que Deus colocou no coração de todo o homem; assume as esperanças que inspiram as atividades dos homens, purifica-as e ordena-as para o Reino dos céus; protege…
§ 1819A esperança cristã retorna e realiza a esperança do povo eleito, que tem a sua origem e modelo na esperança de Abraão, o qual, em Isaac, foi cumulado das promessas de Deus e purificado pela provação do sacrifício.
§ 1820A esperança cristã manifesta-se, desde o princípio da pregação de Jesus, no anúncio das bem-aventuranças.
§ 1821Podemos, portanto, esperar a glória do céu prometida por Deus àqueles que O amam e fazem a sua vontade.
§ 1843Pela esperança, desejamos e esperamos de Deus, com firme confiança, a vida eterna e as graças para a merecer.
§ 2090Quando Deus Se revela e chama o homem, este não pode responder plenamente ao amor divino pelas suas próprias forças.
Fé
§ 153Quando Pedro confessa que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo, Jesus declara-lhe que esta revelação não lhe veio «da carne nem do sangue, mas do seu Pai que está nos Céus» (Mt 16, 17).
§ 1814A fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em tudo o que Ele nos disse e revelou e que a santa Igreja nos propõe para acreditarmos, porque Ele é a própria verdade.
§ 1815O dom da fé permanece naquele que não pecou contra ela.
§ 1816O discípulo de Cristo, não somente deve guardar a fé e viver dela, como ainda professá-la, dar firme testemunho dela e propagá-la: «Todos devem estar dispostos a confessar Cristo diante dos homens e a segui-Lo no…
§ 1842Pela fé, cremos em Deus e em tudo quanto Ele nos revelou e a santa Igreja nos propõe para acreditarmos.