Antigo e Novo Testamento como verdadeira Revelação
§ 129Os cristãos lêem, pois, o Antigo Testamento à luz de Cristo morto e ressuscitado.
Argumentos exteriores da fé na Revelação
§ 156O motivo de crer não é o fato de as verdades reveladas aparecerem como verdadeiras e inteligíveis à luz da nossa razão natural.
Capacidade do homem de acolher a Revelação
§ 35As faculdades do homem tornam-no capaz de conhecer a existência de um Deus pessoal.
§ 36«A Santa Igreja, nossa Mãe, atesta e ensina que Deus, princípio e fim de todas as coisas, pode ser conhecido, com certeza, pela luz natural da razão humana, a partir das coisas criadas».
Causa e fins da Revelação
§ 52Deus, que «habita numa luz inacessível» (1 Tm 6, 16), quer comunicar a sua própria vida divina aos homens que livremente criou, para fazer deles, no seu Filho único, filhos adotivos.
§ 68Por amor, Deus revelou-Se e deu-Se ao homem.
Compreensão humana da Revelação
§ 157A fé é certa, mais certa que qualquer conhecimento humano, porque se funda na própria Palavra de Deus, que não pode mentir.
§ 158«A fé procura compreender»: é inerente à fé o desejo do crente de conhecer melhor Aquele em quem acreditou, e de compreender melhor o que Ele revelou; um conhecimento mais profundo exigirá, por sua vez, uma fé maior e…
Fé resposta à Revelação
§ 142Pela sua revelação, «Deus invisível, na riqueza do seu amor, fala aos homens como amigos e convive com eles, para os convidar e admitir à comunhão com Ele».
§ 143Pela fé, o homem submete completamente a Deus a inteligência e a vontade; com todo o seu ser, o homem dá assentimento a Deus revelador.
§ 150Antes de mais, a fé é uma adesão pessoal do homem a Deus.
§ 176A fé é uma adesão pessoal, do homem todo, a Deus que Se revela.
§ 1814A fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em tudo o que Ele nos disse e revelou e que a santa Igreja nos propõe para acreditarmos, porque Ele é a própria verdade.
Não haverá outra Revelação
§ 66«Portanto, a economia cristã, como nova e definitiva aliança, jamais passará, e já não se há-de esperar nenhuma nova revelação pública antes da gloriosa manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo».
§ 67No decurso dos séculos tem havido revelações ditas «privadas», algumas das quais foram reconhecidas pela autoridade da Igreja.
Necessidade da Revelação
§ 74Deus «quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tm 2, 4), quer dizer, de Cristo Jesus.
§ 1960Os preceitos da lei natural não são por todos recebidos de maneira clara e imediata.
Revelação de Deus expressa em linguagem humana
§ 101Na sua bondade condescendente, para Se revelar aos homens.
Revelação feita aos "pequenos"
§ 544O Reino é dos pobres e pequenos, quer dizer, dos que o acolheram com um coração humilde.
Revelação feita progressivamente
§ 53O desígnio divino da Revelação realiza-se, ao mesmo tempo, «por meio de ações e palavras, intrinsecamente relacionadas entre si» e esclarecendo-se mutuamente.
§ 69Deus revelou-Se ao homem, comunicando-lhe gradualmente o seu próprio mistério, por ações e por palavras.
Revelação leva a uma compreensão mais profunda das leis sociais
§ 2419«A Revelação cristã conduz [...] a uma inteligência mais penetrante das leis da vida social».
Revelação fruto da inspiração do Espírito Santo
§ 105Deus é o autor da Sagrada Escritura.
Revelação iluminação das verdades religiosas e morais
§ 38É por isso que o homem tem necessidade de ser esclarecido pela Revelação de Deus, não somente no que diz respeito ao que excede o seu entendimento, mas também sobre «as verdades religiosas e morais que, de si, não são…
Revelação modo excelente de conhecer a Deus
§ 50Pela razão natural, o homem pode conhecer Deus com certeza, a partir das suas obras.
Revelações "particulares"
§ 67No decurso dos séculos tem havido revelações ditas «privadas», algumas das quais foram reconhecidas pela autoridade da Igreja.
Sagrada Escritura e Tradição oriundas da Revelação
§ 80«A Tradição sagrada e a Sagrada Escritura estão intimamente unidas e compenetradas entre si.
§ 81«A Sagrada Escritura é a Palavra de Deus enquanto foi escrita por inspiração do Espírito divino».
§ 82Daí resulta que a Igreja, a quem está confiada a transmissão e interpretação da Revelação, «não tira só da Sagrada Escritura a sua certeza a respeito de todas as coisas reveladas.
§ 83A Tradição de que falamos aqui é a que vem dos Apóstolos.
§ 124«A Palavra de Deus, que é força de Deus para salvação de quem acredita, apresenta-se e manifesta o seu poder dum modo eminente nos escritos do Novo Testamento».
Revelação de Deus
§ 51«Aprouve a Deus, na sua sabedoria e bondade, revelar-Se a Si mesmo e dar a conhecer o mistério da sua vontade, segundo o qual os homens, por meio de Cristo, Verbo encarnado, têm acesso ao Pai no Espírito Santo e se…
§ 52Deus, que «habita numa luz inacessível» (1 Tm 6, 16), quer comunicar a sua própria vida divina aos homens que livremente criou, para fazer deles, no seu Filho único, filhos adotivos.
§ 53O desígnio divino da Revelação realiza-se, ao mesmo tempo, «por meio de ações e palavras, intrinsecamente relacionadas entre si» e esclarecendo-se mutuamente.
§ 54«Deus, criando e conservando todas as coisas pelo Verbo, oferece aos homens um testemunho perene de Si mesmo nas coisas criadas, e, além disso, decidindo abrir o caminho da salvação sobrenatural, manifestou-se a Si…
§ 55Esta Revelação não foi interrompida pelo pecado dos nossos primeiros pais.
§ 56Desfeita a unidade do gênero humano pelo pecado, Deus procurou imediatamente, salvar a humanidade intervindo com cada uma das suas partes.
§ 57Esta ordem, ao mesmo tempo cósmica, social e religiosa da pluralidade das nações, destinava-se a limitar o orgulho duma humanidade decaída, que, unânime na sua perversidade, pretendia refazer por si mesma a própria…
§ 58A aliança com Noé permanece em vigor enquanto durar o tempo das nações, até à proclamação universal do Evangelho.
§ 59Para reunir a humanidade dispersa, Deus escolhe Abrão, chamando-o para «deixar a sua terra, a sua família e a casa de seu pai» (Gn 12, 1), para o fazer Abraão, quer dizer, «pai de um grande número de nações» (Gn 17…
§ 60O povo descendente de Abraão será o depositário da promessa feita aos patriarcas, o povo eleito, chamado a preparar a reunião, um dia, de todos os filhos de Deus na unidade da Igreja.
§ 61Os patriarcas, os profetas e outras personagens do Antigo Testamento foram, e serão sempre, venerados como santos em todas as tradições litúrgicas da Igreja.
§ 62Depois dos patriarcas, Deus formou Israel como seu povo, salvando-o da escravidão do Egito.
§ 63Israel é o povo sacerdotal de Deus, sobre o qual «foi invocado o Nome do Senhor» (Dt 28, 10).
§ 64Pelos profetas, Deus forma o seu povo na esperança da salvação, na expectativa duma aliança nova e eterna, destinada a todos os homens, e que será gravada nos corações.
§ 65«Muitas vezes e de muitos modos falou Deus antigamente aos nossos pais, pelos Profetas.
§ 66«Portanto, a economia cristã, como nova e definitiva aliança, jamais passará, e já não se há-de esperar nenhuma nova revelação pública antes da gloriosa manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo».
§ 67No decurso dos séculos tem havido revelações ditas «privadas», algumas das quais foram reconhecidas pela autoridade da Igreja.
Da omnipotência de Deus
§ 272A fé em Deus Pai todo-poderoso pode ser posta à prova pela experiência do mal e do sofrimento.
Da Trindade
§ 237A Trindade é um mistério de fé em sentido estrito, um dos «mistérios ocultos em Deus, que não podem ser conhecidos se não forem revelados lá do alto»
§ 732Neste dia, revelou-Se plenamente a Santíssima Trindade.
De Deus como único Deus
§ 201A Israel, seu povo eleito, Deus revelou-Se como sendo único: «Escuta, Israel!
§ 202O próprio Jesus confirma que Deus é «o único Senhor», e que é necessário amá-Lo «com todo o coração, com toda a alma, com todo o entendimento e com todas as forças».
De Deus no Decálogo
§ 2059As «dez palavras» são pronunciadas por Deus no decurso duma teofania («sobre a montanha, no meio do fogo, o Senhor vos falou face a face»: Dt 5, 4).
§ 2070Os Dez Mandamentos fazem parte da revelação de Deus.
§ 2071Embora acessíveis à simples razão, os preceitos do Decálogo foram revelados.
Do Deus de Israel
§ 2085O Deus único e verdadeiro revela, antes de mais, a sua glória a Israel.
Do Espírito Santo
§ 243Antes da sua Páscoa, Jesus anuncia o envio de um «outro Paráclito»(Defensor), o Espírito Santo.
§ 244A origem eterna do Espírito revela-se na sua missão temporal.
§ 245A fé apostólica relativamente ao Espírito foi confessada pelo segundo concilio ecumênico, reunido em Constantinopla em 381:«Nós acreditamos no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai».
§ 246A tradição latina do Credo confessa que o Espírito «procede do Pai e do Filho (Filioque)».
§ 247A afirmação do Filioque não figurava no Símbolo de Constantinopla de 381.
§ 248A tradição oriental exprime, antes de mais, o caráter de origem primeira do Pai em relação ao Espírito.
§ 687«Ninguém conhece o que há em Deus, senão o Espírito de Deus» (1 Cor 2, 11).
§ 688A Igreja, comunhão viva na fé dos Apóstolos que ela transmite, é o lugar do nosso conhecimento do Espírito Santo: — Nas Escrituras, que Ele inspirou: — na Tradição, de que os Padres da Igreja são testemunhas sempre…
Do Filho
§ 152Não é possível acreditar em Jesus Cristo sem ter parte no seu Espírito.
§ 438A consagração messiânica de Jesus manifesta a sua missão divina.
§ 647«Oh noite bendita! – canta o «Exultet» pascal – única a ter conhecimento do tempo e da hora em que Cristo ressuscitou do sepulcro».
§ 648A ressurreição de Cristo é objeto de fé, na medida em que é uma intervenção transcendente do próprio Deus na criação e na história.
§ 651«Se Cristo não ressuscitou, então a nossa pregação é vã e também é vã a vossa fé» (1 Cor 15, 14).
Do nome de Deus
§ 203Deus revelou-Se ao seu povo Israel, dando-lhe a conhecer o seu nome.
§ 204Deus revelou-Se progressivamente e sob diversos nomes ao seu povo; mas foi a revelação do nome divino feita a Moisés na teofania da sarça ardente, no limiar do êxodo e da Aliança do Sinai, que se impôs como sendo a…
§ 205Do meio duma sarça que arde sem se consumir, Deus chama por Moisés.
§ 206Ao revelar o seu nome misterioso de YHWH, «Eu sou Aquele que É», ou «Eu sou Aquele que Sou», ou ainda «Eu sou quem Eu sou», Deus diz Quem é e com que nome deve ser chamado.
§ 207Ao revelar o seu nome, Deus revela ao mesmo tempo a sua fidelidade, que é de sempre e para sempre, válida tanto para o passado («Eu sou o Deus de teu pai» – Ex 3, 6), como para o futuro («Eu estarei contigo» – Ex 3, 12).
§ 208Perante a presença atraente e misteriosa de Deus, o homem descobre a sua pequenez.
§ 209Por respeito pela santidade de Deus, o povo de Israel não pronuncia o seu nome.
§ 210Depois do pecado de Israel, que se afastou de Deus para adorar o bezerro de ouro, Deus atende a intercessão de Moisés e aceita caminhar no meio dum povo infiel, manifestando deste modo o seu amor.
§ 211O nome divino «Eu sou» ou «Ele é» exprime a fidelidade de Deus, que, apesar da infidelidade do pecado dos homens e do castigo que merece, «conserva a sua benevolência em favor de milhares de pessoas» (Ex 34, 7).
§ 212No decorrer dos séculos, a fé de Israel pôde desenvolver e aprofundar as riquezas contidas na revelação do nome divino.
§ 213A revelação do nome inefável «Eu sou Aquele que sou» encerra, portanto, a verdade que só Deus «É».
§ 214Deus, «Aquele que É», revelou-Se a Israel como Aquele que é «cheio de misericórdia e fidelidade» (Ex 34, 6).
§ 2143Entre todas as palavras da Revelação, há uma, singular, que é a revelação do nome de Deus.
Do Pai
§ 151Para o cristão, crer em Deus é crer inseparavelmente n'Aquele que Deus enviou – «no seu Filho muito amado» em quem Ele pôs todas as suas complacências: Deus mandou-nos que O escutássemos.
§ 238A invocação de Deus como «Pai» é conhecida em muitas religiões.
§ 239Ao designar Deus com o nome de «Pai», a linguagem da fé indica principalmente dois aspectos: que Deus é a origem primeira de tudo e a autoridade transcendente, e, ao mesmo tempo, que é bondade e solicitude amorosa para…
§ 240Jesus revelou que Deus é «Pai» num sentido inédito: não o é somente enquanto Criador: é Pai eternamente em relação ao seu Filho único, o qual, eternamente, só é Filho em relação ao Pai: «Ninguém conhece o Filho senão o…
§ 241É por isso que os Apóstolos confessam que Jesus é «o Verbo [que] estava [no princípio] junto de Deus» e que é Deus (Jo 1, 1), «a imagem do Deus invisível» (Cl 1, 15), «o resplendor da sua glória e a imagem da sua…
§ 242Na esteira deles, seguindo a tradição apostólica, no primeiro concílio ecumênico de Niceia, em 325, a Igreja confessou que o Filho é «consubstancial» ao Pai, quer dizer, um só Deus com Ele.
§ 2779Antes de fazermos nosso este primeiro impulso da oração do Senhor, convém purificar humildemente o nosso coração de certas falsas imagens «deste mundo».
Vida de Cristo realização da Revelação de Deus
§ 561«Toda a vida de Cristo foi um contínuo ensinamento: os seus silêncios, os seus milagres, os seus gestos, a sua oração, o seu amor pelo homem, a sua predileção pelos pequenos e pelos pobres, a aceitação do sacrifício…
Vida de Cristo Revelação do Pai
§ 516Toda a vida de Cristo é revelação do Pai: as suas palavras e atos, os seus silêncios e sofrimentos, a maneira de ser e de falar.
Aos primeiros Pais
§ 54«Deus, criando e conservando todas as coisas pelo Verbo, oferece aos homens um testemunho perene de Si mesmo nas coisas criadas, e, além disso, decidindo abrir o caminho da salvação sobrenatural, manifestou-se a Si…
§ 70Além do testemunho que dá de Si mesmo através das coisas criadas, Deus manifestou-Se a Si próprio aos nossos primeiros pais.
Após a queda
§ 55Esta Revelação não foi interrompida pelo pecado dos nossos primeiros pais.
Desde a origem
§ 54«Deus, criando e conservando todas as coisas pelo Verbo, oferece aos homens um testemunho perene de Si mesmo nas coisas criadas, e, além disso, decidindo abrir o caminho da salvação sobrenatural, manifestou-se a Si…
§ 70Além do testemunho que dá de Si mesmo através das coisas criadas, Deus manifestou-Se a Si próprio aos nossos primeiros pais.
Em Abraão
§ 59Para reunir a humanidade dispersa, Deus escolhe Abrão, chamando-o para «deixar a sua terra, a sua família e a casa de seu pai» (Gn 12, 1), para o fazer Abraão, quer dizer, «pai de um grande número de nações» (Gn 17…
Em Israel
§ 60O povo descendente de Abraão será o depositário da promessa feita aos patriarcas, o povo eleito, chamado a preparar a reunião, um dia, de todos os filhos de Deus na unidade da Igreja.
§ 61Os patriarcas, os profetas e outras personagens do Antigo Testamento foram, e serão sempre, venerados como santos em todas as tradições litúrgicas da Igreja.
§ 62Depois dos patriarcas, Deus formou Israel como seu povo, salvando-o da escravidão do Egito.
§ 63Israel é o povo sacerdotal de Deus, sobre o qual «foi invocado o Nome do Senhor» (Dt 28, 10).
§ 64Pelos profetas, Deus forma o seu povo na esperança da salvação, na expectativa duma aliança nova e eterna, destinada a todos os homens, e que será gravada nos corações.
§ 72Deus escolheu Abraão e concluiu uma aliança com ele e os seus descendentes.
Em Jesus Cristo
§ 65«Muitas vezes e de muitos modos falou Deus antigamente aos nossos pais, pelos Profetas.
§ 66«Portanto, a economia cristã, como nova e definitiva aliança, jamais passará, e já não se há-de esperar nenhuma nova revelação pública antes da gloriosa manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo».
§ 67No decurso dos séculos tem havido revelações ditas «privadas», algumas das quais foram reconhecidas pela autoridade da Igreja.
§ 73Deus revelou-Se plenamente enviando o seu próprio Filho, no qual estabeleceu a sua aliança para sempre.
Em Noé
§ 56Desfeita a unidade do gênero humano pelo pecado, Deus procurou imediatamente, salvar a humanidade intervindo com cada uma das suas partes.
§ 57Esta ordem, ao mesmo tempo cósmica, social e religiosa da pluralidade das nações, destinava-se a limitar o orgulho duma humanidade decaída, que, unânime na sua perversidade, pretendia refazer por si mesma a própria…
§ 58A aliança com Noé permanece em vigor enquanto durar o tempo das nações, até à proclamação universal do Evangelho.
§ 71Deus concluiu com Noé uma aliança eterna entre Si e todos os seres vivos.
A criação
§ 287A verdade da criação é tão importante para toda a vida humana que Deus, na sua bondade, quis revelar ao seu povo tudo quanto é salutar conhecer-se a esse propósito.
§ 337Foi o próprio Deus que criou o mundo visível, com toda a sua riqueza, a sua diversidade e a sua ordem.
A misericórdia de Deus para com os pecadores
§ 1846O Evangelho é a revelação, em Jesus Cristo, da misericórdia de Deus para com os pecadores.
A realidade do pecado
§ 386O pecado está presente na história do homem.
§ 387A realidade do pecado e, dum modo particular, a do pecado das origens, só se esclarece à luz da Revelação divina.
§ 388Com o progresso da Revelação, vai-se esclarecendo também a realidade do pecado.
§ 389A doutrina do pecado original é, por assim dizer, «o reverso» da Boa-Nova de que Jesus é o Salvador de todos os homens, de que todos têm necessidade da salvação e de que a salvação é oferecida a todos, graças a Cristo.
§ 390A narrativa da queda (Gn 3) utiliza uma linguagem feita de imagens, mas afirma um acontecimento primordial, um fato que teve lugar no princípio da história do homem.
A ressurreição dos mortos
§ 992A ressurreição dos mortos foi revelada progressivamente por Deus ao seu povo.
A verdade definitiva Jesus Cristo
§ 124«A Palavra de Deus, que é força de Deus para salvação de quem acredita, apresenta-se e manifesta o seu poder dum modo eminente nos escritos do Novo Testamento».
A virgindade de Maria
§ 502O olhar da fé pode descobrir, em ligação com o conjunto da Revelação, as razões misteriosas pelas quais Deus, no seu desígnio salvífico, quis que o seu Filho nascesse duma virgem.
O Decálogo
§ 2060O dom dos mandamentos e da Lei faz parte da Aliança selada por Deus com os seus.
§ 2071Embora acessíveis à simples razão, os preceitos do Decálogo foram revelados.
O desígnio divino de salvação
§ 50Pela razão natural, o homem pode conhecer Deus com certeza, a partir das suas obras.
§ 51«Aprouve a Deus, na sua sabedoria e bondade, revelar-Se a Si mesmo e dar a conhecer o mistério da sua vontade, segundo o qual os homens, por meio de Cristo, Verbo encarnado, têm acesso ao Pai no Espírito Santo e se…
O homem como imagem de Deus
§ 1701«Cristo, [...] na própria revelação do mistério do Pai e do seu amor, manifesta plenamente o homem a si mesmo e descobre-lhe a sua vocação sublime».
§ 2419«A Revelação cristã conduz [...] a uma inteligência mais penetrante das leis da vida social».
O novo céu e a nova terra
§ 1048«Ignoramos o tempo em que a terra e a humanidade atingirão a sua plenitude, e também não sabemos como é que o universo será transformado.
Sagrada Escritura e Tradição dois modos diferentes de transmissão da Revelação
§ 81«A Sagrada Escritura é a Palavra de Deus enquanto foi escrita por inspiração do Espírito divino».
§ 82Daí resulta que a Igreja, a quem está confiada a transmissão e interpretação da Revelação, «não tira só da Sagrada Escritura a sua certeza a respeito de todas as coisas reveladas.
Transmissão pela Igreja
§ 78Esta transmissão viva, realizada no Espírito Santo, denomina-se Tradição, enquanto distinta da Sagrada Escritura, embora estreitamente a ela ligada.
§ 79Assim, a comunicação que o Pai fez de Si próprio, pelo seu Verbo, no Espírito Santo, continua presente e ativa na Igreja: «Deus, que outrora falou, dialoga sem interrupção com a esposa do seu amado Filho; e o Espírito…
§ 82Daí resulta que a Igreja, a quem está confiada a transmissão e interpretação da Revelação, «não tira só da Sagrada Escritura a sua certeza a respeito de todas as coisas reveladas.
Transmissão pelos Apóstolos e Evangelhos
§ 75«Cristo Senhor, em quem toda a revelação do Deus altíssimo se consuma, tendo cumprido e promulgado pessoalmente o Evangelho antes prometido pelos profetas, mandou aos Apóstolos que o pregassem a todos, como fonte de…
§ 76A transmissão do Evangelho, segundo a ordem do Senhor, fez-se de duas maneiras: – oralmente, «pelos Apóstolos, que, na sua pregação oral, exemplos e instituições, transmitiram aquilo que tinham recebido dos lábios…
Transmissão pelos Bispos
§ 77«Para que o Evangelho fosse perenemente conservado íntegro e vivo na Igreja, os Apóstolos deixaram os bispos como seus sucessores, "entregando-lhes o seu próprio ofício de magistério"».