Pecado contrário à razão
§ 1872O pecado é um ato contrário à razão.
Razão e conhecimento de Deus
§ 35As faculdades do homem tornam-no capaz de conhecer a existência de um Deus pessoal.
§ 36«A Santa Igreja, nossa Mãe, atesta e ensina que Deus, princípio e fim de todas as coisas, pode ser conhecido, com certeza, pela luz natural da razão humana, a partir das coisas criadas».
§ 37Nas condições históricas em que se encontra, o homem experimenta, no entanto, muitas dificuldades para chegar ao conhecimento de Deus só com as luzes da razão: «Com efeito, para falar com simplicidade, apesar de a…
§ 38É por isso que o homem tem necessidade de ser esclarecido pela Revelação de Deus, não somente no que diz respeito ao que excede o seu entendimento, mas também sobre «as verdades religiosas e morais que, de si, não são…
§ 39Ao defender a capacidade da razão humana para conhecer Deus, a Igreja exprime a sua confiança na possibilidade de falar de Deus a todos os homens e com todos os homens.
§ 47A Igreja ensina que o Deus único e verdadeiro, nosso Criador e Senhor; pode ser conhecido com certeza pelas suas obras, graças à luz natural da razão humana.
§ 237A Trindade é um mistério de fé em sentido estrito, um dos «mistérios ocultos em Deus, que não podem ser conhecidos se não forem revelados lá do alto»
§ 286Não há dúvida de que a inteligência humana é capaz de encontrar uma resposta para a questão das origens.
Razão e Lei moral natural
§ 1954O homem participa na sabedoria e na bondade do Criador, que lhe confere o domínio dos seus atos e a capacidade de se governar em ordem à verdade e ao bem.
Razão e paixões
§ 1767Em si mesmas, as paixões não são nem boas nem más.
Razão e promulgação das Leis
§ 1902A autoridade não recebe de si mesma a legitimidade moral.
§ 1976«A lei é uma ordenação da razão para o bem comum, promulgada por aquele que tem o encargo da comunidade».
Razão e virtudes
§ 1804As virtudes humanas são atitudes firmes, disposições estáveis, perfeições habituais da inteligência e da vontade, que regulam os nossos atos, ordenam as nossas paixões e guiam o nosso procedimento segundo a razão e a fé.
§ 1806A prudência é a virtude que dispõe a razão prática para discernir, em qualquer circunstância, o nosso verdadeiro bem e para escolher os justos meios de o atingir.
§ 2341A virtude da castidade gira na órbita da virtude cardial da temperança, a qual visa impregnar de razão as paixões e os apetites da sensibilidade humana.
Razão humana e fé
§ 50Pela razão natural, o homem pode conhecer Deus com certeza, a partir das suas obras.
§ 156O motivo de crer não é o fato de as verdades reveladas aparecerem como verdadeiras e inteligíveis à luz da nossa razão natural.
§ 157A fé é certa, mais certa que qualquer conhecimento humano, porque se funda na própria Palavra de Deus, que não pode mentir.
§ 158«A fé procura compreender»: é inerente à fé o desejo do crente de conhecer melhor Aquele em quem acreditou, e de compreender melhor o que Ele revelou; um conhecimento mais profundo exigirá, por sua vez, uma fé maior e…
§ 159Fé e ciência.
§ 274«Portanto, nada é mais próprio para firmar a nossa fé e a nossa esperança do que a convicção, profundamente arraigada nas nossas almas, de que nada é impossível a Deus.
§ 1706Mediante a sua razão, o homem conhece a voz de Deus que o impele «a fazer [...] o bem e a evitar o mal».
Razão torna o homem semelhante a Deus
§ 1730Deus criou o homem racional, conferindo-lhe a dignidade de pessoa dotada de iniciativa e do domínio dos seus próprios atos.
Razão consciência moral e juízo
§ 1778A consciência moral é um juízo da razão, pelo qual a pessoa humana reconhece a qualidade moral dum ato concreto que vai praticar, que está prestes a executar ou que já realizou.
§ 1783A consciência deve ser informada e o juízo moral esclarecido.
§ 1796A consciência moral é um juízo da razão, pelo qual a pessoa humana reconhece a qualidade moral dum ato concreto.
§ 1798Uma consciência bem formada é reta e verídica.