A Igreja rejeitou as ideologias totalitárias e ateias, associadas, nos tempos modernos, ao «comunismo» ou ao «socialismo». Por outro lado, recusou, na prática do «capitalismo», o individualismo e o primado absoluto da lei do mercado sobre o trabalho humano167. Regular a economia só pela planificação centralizada perverte a base dos laços sociais: regulá-la só pela lei do mercado é faltar à justiça social, «porque há numerosas necessidades humanas que não podem ser satisfeitas pelo mercado»168. É necessário preconizar uma regulação racional do mercado e das iniciativas econômicas, segundo uma justa hierarquia dos valores e tendo em vista o bem comum.
Notas
No índice analítico
- Bem comum › Economia e bem comum
- Capitalismo › Juízo da Igreja sobre alguns aspectos do capitalismo
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- Lei › Lei de mercado
- Oração cf. "Pai-nosso" salmos liturgia das horas › Primeira comunidade de Jerusalém
- Sociedade › Doutrina social da Igreja
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