Catecismo da Igreja Católica

§ 1471

A doutrina e a prática das indulgências na Igreja estão estreitamente ligadas aos efeitos do sacramento da Penitência.

«A indulgência é a remissão, perante Deus, da pena temporal devida aos pecados cuja culpa já foi apagada; remissão que o fiel devidamente disposto obtém em certas e determinadas condições, pela ação da Igreja, a qual, enquanto dispensadora da redenção, distribui e aplica por sua autoridade o tesouro das satisfações de Cristo e dos santos»79. «A indulgência é parcial ou plenária, consoante liberta parcialmente ou na totalidade da pena temporal devida ao pecado»80. «O fiel pode lucrar para si mesmo as indulgências [...], ou aplicá-las aos defuntos»81.

Notas

  1. Paulo VI, Const. ap. Indulgentiarum doctrina, Normae. I: AAS 59 (1967) 21. ↩
  2. Paulo VI, Const. ap. Indulgentiarum doctrina, Normae. 2: AAS 59 (1967) 21. ↩
  3. CIC can. 994. ↩

No índice analítico

No Catecismo de São Pio X

804. O que se entende por indulgências de quarenta ou cem dias, ou sete anos, e assim por diante? Indulgências de quarenta ou cem dias, ou sete anos, e assim por diante entende-se a remissão da pena temporal tanto quanto seria descontar quarenta ou cem dias, ou sete anos de penitência antigamente estabelecida pela Igreja. Ler no Catecismo de São Pio X →

796. Que é a indulgência? A indulgência é a remissão da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, remissão que a Igreja concede fora do Sacramento da Penitência. Ler no Catecismo de São Pio X →

806. Quais são as condições requeridas para se ganharem as indulgências? As condições para se ganharem as indulgências são: 1º o estado de graça (pelo menos ao cumprir a última obra) e o desapego até mesmo das culpas veniais cuja a pena se quer apagar; 2º o cumprimento das obras que a Igreja prescreve para se ganhar a… Ler no Catecismo de São Pio X →