Inácio de Antioquia (em grego clássico: Ἰγνάτιος Ἀντιοχείας; romaniz.: Ignátios Antiokheías; em siríaco: ܐܺܝܓܢܰܐܛܺܝܳܘܣ ܕܰܐܢܛܺܝܳܘܟܝܳܐ; romaniz.: Ignaṭios də(ʔ)Anṭioḵīyo), também chamado O Teóforo (em grego clássico: ὁ Θεοφόρος; romaniz.: ho Theophóros; "o Portador de Deus") e em fontes siríacas ortodoxas apelidado de Nurono (em siríaco: ܢܽܘܪܳܢܳܐ; "o iluminador"), foi, segundo o historiador Eusébio de Cesareia, o terceiro bispo da Igreja de Antioquia, entre 68 e 100 ou 107. Inácio foi um dos pais apostólicos, os mais antigos pais da Igreja, que viveram no primeiro século e conheceram os apóstolos, desempenhando um papel crucial na história do cristianismo e na tradição eclesiástica. Antes de sofrer o martírio em Roma, escreveu uma série de cartas destinadas às igrejas locais da Grécia e da Ásia, nas quais critica os movimentos heterodoxos que se espalhavam nas igrejas, ressaltando a unidade e universalidade dos cristãos ortodoxos, esta sintetizada por ele nos termos "Igreja Católica" e "Cristianismo", sendo Inácio o primeiro a usar ambas as expressões.
Ler o artigo completo na Wikipédia ↗