Domínio do homem da própria vontade
§ 1734A liberdade torna o homem responsável pelos seus atos, na medida em que são voluntários.
§ 1809A temperança é a virtude moral que modera a atração dos prazeres e proporciona o equilíbrio no uso dos bens criados.
Moralidade das ações humanas e vontade
§ 1755O ato moralmente bom pressupõe, em simultâneo, a bondade do objeto, da finalidade e das circunstâncias.
Paixões e vontade
§ 1767Em si mesmas, as paixões não são nem boas nem más.
§ 1768Os grandes sentimentos não determinam nem a moralidade nem a santidade das pessoas; são o reservatório inesgotável das imagens e afetos com que se exprime a vida moral.
Pecado e vontade livre
§ 1853Os pecados podem distinguir-se segundo o seu objeto, como todo o ato humano; ou segundo as virtudes a que se opõem; por excesso ou por defeito; ou segundo os mandamentos que violam.
Virtude e vontade
§ 1834As virtudes humanas são disposições estáveis da inteligência e da vontade, que regulam os nossos atos, ordenam as nossas paixões e guiam o nosso procedimento segundo a razão e a fé.