Amar a Deus com todas as forças
§ 1Deus, infinitamente perfeito e bem-aventurado em Si mesmo, num desígnio de pura bondade, criou livremente o homem para o tornar participante da sua vida bem-aventurada.
§ 201A Israel, seu povo eleito, Deus revelou-Se como sendo único: «Escuta, Israel!
Deus dá-nos a força
§ 1432O coração do homem é pesado e endurecido.
§ 2584É no «a sós com Deus» que os profetas vão haurir luz e força para a sua missão.
§ 2848«Não entrar em tentação» implica uma decisão do coração: «Onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração [...] Ninguém pode servir a dois senhores» (Mt 6, 21, 24).
Força da oração
§ 2610Do mesmo modo que Jesus ora ao Pai e Lhe dá graças antes de receber os seus dons, assim também nos ensina esta audácia filial: «tudo o que pedirdes na oração, acreditai que já o alcançastes» (Mc 11, 24).
Força da palavra de Deus
§ 124«A Palavra de Deus, que é força de Deus para salvação de quem acredita, apresenta-se e manifesta o seu poder dum modo eminente nos escritos do Novo Testamento».
§ 131«É tão grande a força e a virtude da Palavra de Deus, que ela se torna para a Igreja apoio e vigor e, para os filhos da Igreja, solidez da fé, alimento da alma, fonte pura e perene de vida espiritual».
§ 2057O Decálogo compreende-se, antes de mais nada, no contexto do Êxodo que é o grande acontecimento libertador de Deus, no centro da Antiga Aliança.
Força da providência
§ 302A criação tem a sua bondade e a sua perfeição próprias, mas não saiu totalmente acabada das mãos do Criador.
Força do Espírito Santo
§ 735Ele dá-nos então as «arras» ou as «primícias» da nossa herança: a própria vida da Santíssima Trindade, que consiste em amar «como Ele nos amou».
§ 1107O poder transformante do Espírito Santo na liturgia apressa a vinda do Reino e a consumação do mistério da salvação.
§ 1285Com o Batismo e a Eucaristia, o sacramento da Confirmação constitui o conjunto dos «sacramentos da iniciação cristã», cuja unidade deve ser salvaguardada.
§ 1520Um dom particular do Espírito Santo.
§ 1550Esta presença de Cristo no seu ministro não deve ser entendida como se este estivesse premunido contra todas as fraquezas humanas, contra o afã de domínio, contra os erros, isto é, contra o pecado.
§ 1624As diversas liturgias são ricas em orações de bênção e de epiclese, pedindo a Deus a sua graça e invocando a sua bênção sobre o novo casal, especialmente sobre a esposa.
§ 1704A pessoa humana participa da luz e da força do Espírito divino.
§ 2472O dever dos cristãos, de tomar parte na vida da Igreja, leva-os a agir como testemunhas do Evangelho e das obrigações que dele dimanam.
Força militar
§ 2309Devem ser ponderadas com rigor as estritas condições duma legítima defesa pela força das armas.
Forças humanas
§ 60O povo descendente de Abraão será o depositário da promessa feita aos patriarcas, o povo eleito, chamado a preparar a reunião, um dia, de todos os filhos de Deus na unidade da Igreja.
§ 405Embora próprio de cada um, o pecado original não tem, em qualquer descendente de Adão, caráter de falta pessoal.
§ 661Esta última etapa continua intimamente unida à primeira, isto é, à descida do céu realizada na Encarnação.
§ 822A preocupação com realizar a união «diz respeito a toda a Igreja, fiéis e pastores».
§ 2090Quando Deus Se revela e chama o homem, este não pode responder plenamente ao amor divino pelas suas próprias forças.
§ 2620No Novo Testamento, o modelo perfeito da oração é a oração filial de Jesus.
Jesus dá-nos a força
§ 1504Frequentemente, Jesus pede aos doentes que acreditem.
§ 1615Esta insistência inequívoca na indissolubilidade do vínculo matrimonial pôde criar perplexidade e aparecer como uma exigência impraticável.
§ 1642Cristo é a fonte desta graça.
Sacramentos dão-nos a força
§ 1116«Forças que saem» do corpo de Cristo, sempre vivo e vivificante: ações do Espírito Santo que opera no seu corpo que é a Igreja, os sacramentos são «as obras-primas de Deus», na nova e eterna Aliança.
§ 1496Os efeitos espirituais do sacramento da Penitência são: – a reconciliação com Deus, pela qual o penitente recupera a graça; – a reconciliação com a Igreja; – a remissão da pena eterna, em que incorreu pelos pecados…
§ 1521A união à paixão de Cristo.
§ 1588Quanto aos diáconos, «fortalecidos pela graça sacramental, servem o povo de Deus na "diaconia" da liturgia, da palavra e da caridade, em comunhão com o bispo e o seu presbitério».