Abandono filial dos filhos de Deus
§ 305Jesus reclama um abandono filial à Providência do Pai celeste, que cuida das mais pequenas necessidades dos seus filhos: «Não vos inquieteis, dizendo: Que havemos de comer?
§ 2830«O pão nosso».
Ações de Deus para com seus filhos
§ 104Na Sagrada Escritura, a Igreja encontra continuamente o seu alimento e a sua força, porque nela não recebe apenas uma palavra humana, mas o que ela é na realidade: a Palavra de Deus.
§ 239Ao designar Deus com o nome de «Pai», a linguagem da fé indica principalmente dois aspectos: que Deus é a origem primeira de tudo e a autoridade transcendente, e, ao mesmo tempo, que é bondade e solicitude amorosa para…
§ 305Jesus reclama um abandono filial à Providência do Pai celeste, que cuida das mais pequenas necessidades dos seus filhos: «Não vos inquieteis, dizendo: Que havemos de comer?
Ajudas para viver como filhos de Deus
§ 736É graças a esta força do Espírito que os filhos de Deus podem dar fruto.
§ 1568«Os presbíteros, elevados pela ordenação à Ordem do presbiterado, estão unidos entre si numa íntima fraternidade sacramental.
§ 1813As virtudes teologais fundamentam, animam e caracterizam o agir moral do cristão, Informam e vivificam todas as virtudes morais.
§ 1831Os sete dons do Espírito Santo são: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus.
§ 1996A nossa justificação vem da graça de Deus.
§ 2157O cristão começa o seu dia, as suas orações, as suas atividades, pelo sinal da cruz «em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
§ 2650A oração não se reduz ao brotar espontâneo dum impulso interior: para orar, é preciso querer.
§ 2766Mas Jesus não nos deixa uma fórmula para ser repetida maquinalmente.
Audácia filial na oração
§ 2610Do mesmo modo que Jesus ora ao Pai e Lhe dá graças antes de receber os seus dons, assim também nos ensina esta audácia filial: «tudo o que pedirdes na oração, acreditai que já o alcançastes» (Mc 11, 24).
§ 2777Na liturgia romana, a assembleia eucarística é convidada a orar ao nosso Pai com ousadia filial.
Conversão filial ao Pai
§ 2608Jesus insiste na conversão do coração desde o sermão da montanha: a reconciliação com o irmão antes de apresentar a oferta no altar; o amor dos inimigos e a oração pelos perseguidores; orar ao Pai «no segredo» (Mt 6…
Dignidade dos filhos de Deus
§ 2736Será que estamos convencidos de que «não sabemos o que pedir, para rezar como devemos» (Rm 8, 26)?
Filhos de Deus adoptivos
§ 1Deus, infinitamente perfeito e bem-aventurado em Si mesmo, num desígnio de pura bondade, criou livremente o homem para o tornar participante da sua vida bem-aventurada.
§ 52Deus, que «habita numa luz inacessível» (1 Tm 6, 16), quer comunicar a sua própria vida divina aos homens que livremente criou, para fazer deles, no seu Filho único, filhos adotivos.
§ 270Deus é o Pai todo-poderoso.
§ 294A glória de Deus está em que se realize esta manifestação e esta comunicação da sua bondade, em ordem às quais o mundo foi criado.
§ 422«Quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher e sujeito à Lei, para resgatar os que estavam sujeitos à Lei e nos tornar seus filhos adotivos» (Gl 4, 4-5).
§ 654Existe um duplo aspecto no mistério pascal: pela sua morte, Cristo liberta-nos do pecado; pela sua ressurreição, abre-nos o acesso a uma nova vida.
§ 1709Quem crê em Cristo torna-se filho de Deus.
§ 2009A adoção filial, tornando-nos, pela graça, participantes da natureza divina, pode conferir-nos, segundo a justiça gratuita de Deus, um verdadeiro mérito.
Filhos de Deus regenerados nos sacramentos
§ 1213O santo Batismo é o fundamento de toda a vida cristã, o pórtico da vida no Espírito («vitae spiritualis ianua – porta da vida espiritual») e a porta que dá acesso aos outros sacramentos.
§ 1243A veste branca simboliza que o batizado «se revestiu de Cristo»: ressuscitou com Cristo.
§ 1250Nascidas com uma natureza humana decaída e manchada pelo pecado original, as crianças também têm necessidade do novo nascimento no Batismo para serem libertas do poder das trevas e transferidas para o domínio da…
§ 1692O Símbolo da fé, professou a grandeza dos dons de Deus ao homem na obra da criação e, mais ainda, na da redenção e santificação.
Igreja Mãe e casa dos filhos de Deus
§ 808A Igreja é a Esposa de Cristo: Ele amou-a e entregou-Se por ela.
§ 1186Finalmente a igreja tem uma significação escatológica.
Oração dos filhos de Deus
§ 2565Na Nova Aliança, a oração é a relação viva dos filhos de Deus com o seu Pai infinitamente bom, com o seu Filho Jesus Cristo e com o Espírito Santo.
§ 2673Na oração, o Espírito Santo une-nos à pessoa do Filho Único, na sua humanidade glorificada.
§ 2712A contemplação é a oração do filho de Deus, do pecador perdoado que consente em acolher o amor com que é amado e ao qual quer corresponder amando ainda mais.
§ 2766Mas Jesus não nos deixa uma fórmula para ser repetida maquinalmente.
Presença do Espírito Santo nos filhos de Deus
§ 742«E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: "Abbá!" Pai!» (Gl 4, 6).
§ 2639O louvor é a forma de oração que mais imediatamente reconhece que Deus é Deus!
Sacramentos encontro dos filhos de Deus com o Pai
§ 1153Cada celebração sacramental é um encontro dos filhos de Deus com o seu Pai, em Cristo e no Espírito Santo.
União e unidade dos filhos de Deus
§ 706Contra toda a esperança humana, Deus promete a Abraão uma descendência, como fruto da fé e do poder do Espírito Santo.
§ 831É católica, porque Cristo a enviou em missão à universalidade do gênero humano: «Todos os homens são chamados a fazer parte do povo de Deus.
§ 845Foi para reunir de novo todos os seus filhos, desorientados e dispersos pelo pecado, que o Pai quis reunir toda a humanidade na Igreja do seu Filho.
§ 855A missão da Igreja requer um esforço em ordem à unidade dos cristãos.
§ 959Na única família de Deus.
§ 1097Na liturgia da Nova Aliança, toda a ação litúrgica, especialmente a celebração da Eucaristia e dos sacramentos, é um encontro entre Cristo e a Igreja.
§ 1108A finalidade da missão do Espírito Santo em toda a ação litúrgica é pôr-nos em comunhão com Cristo, para formarmos o seu corpo.