Catecismo da Igreja Católica

§ 499

O aprofundamento da fé na maternidade virginal levou a Igreja a confessar a virgindade real e perpétua de Maria162, mesmo no parto do Filho de Deus feito homem163. Com efeito, o nascimento de Cristo «não diminuiu, antes consagrou a integridade virginal» da sua Mãe164.

A Liturgia da Igreja celebra Maria “Aeiparthenos” como a «sempre Virgem»165

Notas

  1. II Concílio de Constantinopla, Sess.8ª Canon 6 : DS 427. ↩
  2. Cf. São Leão Magno, Tomus ad Flavianum: DS 291; Ibid.: DS 294; Pelágio I, Ep. Humani generis: DS 442: Concílio e Latrão, Canon 3: DS 503; XVI Concílio de Toledo, Symbolum: DS 571; Paulo IV, Const. Cum quorumdam hominum: DS 1880. ↩
  3. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 57: AAS 57 (1965) 61. ↩
  4. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 52: AAS 57 (1965) 58. ↩

No índice analítico

No Catecismo de São Pio X

96. É de fé que Maria foi sempre Virgem? Sim, é de fé que Maria Santíssima foi sempre Virgem, e é chamada a Virgem por excelência.2 2 Nota do Tradutor - A Perpétua Virgindade de Maria é o mais antigo dogma mariano da Igreja Católica e ensina que Maria é virgem antes, durante e depois do parto… Ler no Catecismo de São Pio X →