Depois do Concílio de Calcedônia, alguns fizeram da natureza humana de Cristo uma espécie de sujeito pessoal. Contra eles, o quinto Concílio ecumênico, reunido em Constantinopla em 553, confessou a propósito de Cristo: «não há n'Ele senão uma só hipóstase (ou pessoa), que é nosso Senhor Jesus Cristo, um da santa Trindade»95. Tudo na humanidade de Cristo deve, portanto, ser atribuído à sua pessoa divina como seu sujeito próprio96; não só os milagres, mas também os sofrimentos97 e a própria morte: «Aquele que foi crucificado na carne, nosso Senhor Jesus Cristo, é verdadeiro Deus, Senhor da glória e um da Santíssima Trindade»98.
Notas
No índice analítico
- Cristo › Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro homem
- Divindade › Divindade de Jesus
- Encarnação › Concílios e Encarnação de Cristo
- Encarnação › Heresias que negam a humanidade de Cristo
- Encarnação › Unidade do Verbo segundo a hipóstase
- Hipóstase › Cristo uma só hipóstase
- Natureza › Natureza humana de Jesus