Catecismo da Igreja Católica

§ 2154

Seguindo o exemplo de São Paulo76, a Tradição da Igreja entendeu a palavra de Jesus como não se opondo ao juramento, quando feito por uma causa grave e justa (por exemplo, diante do tribunal). «O juramento, isto é, a invocação do nome de Deus como testemunha da verdade, não se pode prestar senão com verdade, discernimento e justiça»77.

Notas

  1. Cf. 2 Cor 1, 23; Gl 1, 20. ↩
  2. CIC can. 1199. § 1. ↩

No índice analítico

No Catecismo de São Pio X

378. É sempre proibido jurar? Não é sempre proibido o juramento, mas é lícito e até honroso para Deus, quando há necessidade, e se jura com verdade, discernimento e justiça. Ler no Catecismo de São Pio X →