Ameaças à paz
§ 1938Mas também existem desigualdades iníquas que ferem milhões de homens e de mulheres.
§ 2315A acumulação de armas é considerada por muitos como um processo paradoxal de dissuadir da guerra eventuais adversários.
§ 2317As injustiças, as excessivas desigualdades de ordem econômica ou social, a inveja, a desconfiança e o orgulho que grassam entre os homens e as nações, são uma constante ameaça à paz e provocam as guerras.
Auxílios da paz
§ 1941Os problemas sócio-econômicos só podem ser resolvidos com a ajuda de todas as formas de solidariedade: solidariedade dos pobres entre si, dos ricos com os pobres, dos trabalhadores entre si, dos empresários e…
§ 2015O caminho desta perfeição passa pela cruz.
§ 2310Os poderes públicos têm, neste caso, o direito e o dever de impor aos cidadãos as obrigações necessárias à defesa nacional.
Defesa da paz
§ 2302Evocando o preceito «Não matarás» (Mt 5, 21), nosso Senhor pede a paz do coração e denuncia a imoralidade da cólera assassina e do ódio: A ira é um desejo de vingança.
§ 2303O ódio voluntário é contra a caridade.
§ 2304O respeito e o crescimento da vida humana exigem a paz.
§ 2305A paz terrena é imagem e fruto da paz de Cristo, o «Príncipe da Paz» messiânico (Is 9, 5).
§ 2306Os que, renunciando à ação violenta e sangrenta, recorrem a meios de defesa ao alcance dos mais fracos para a salvaguarda dos direitos humanos, dão testemunho da caridade evangélica, desde que o façam sem lesar os…
§ 2307O quinto mandamento proíbe a destruição voluntária da vida humana.
§ 2308Cada cidadão e cada governante deve trabalhar no sentido de evitar as guerras.
§ 2309Devem ser ponderadas com rigor as estritas condições duma legítima defesa pela força das armas.
§ 2310Os poderes públicos têm, neste caso, o direito e o dever de impor aos cidadãos as obrigações necessárias à defesa nacional.
§ 2311Os poderes públicos atenderão equitativamente o caso daqueles que, por motivos de consciência, recusam o uso de armas; estes continuam obrigados a servir, de outra forma, a comunidade humana.
§ 2312A Igreja e a razão humana declaram a validade permanente da lei moral durante os conflitos armados.
§ 2313Devem ser respeitados e tratados com humanidade os não-combatentes, os soldados feridos e os prisioneiros.
§ 2314«Toda a ação bélica, que tende indiscriminadamente à destruição de cidades inteiras ou vastas regiões com os seus habitantes, é um crime contra Deus e o próprio homem, que se deve condenar com firmeza, sem hesitação».
§ 2315A acumulação de armas é considerada por muitos como um processo paradoxal de dissuadir da guerra eventuais adversários.
§ 2316O fabrico e comércio de armas tem a ver com o bem comum das nações e da comunidade internacional.
Educação da consciência e paz
§ 1784A formação da consciência é tarefa para toda a vida.
Paz terrestre imagem de Cristo
§ 2305A paz terrena é imagem e fruto da paz de Cristo, o «Príncipe da Paz» messiânico (Is 9, 5).
Paz dom de Deus
§ 1424É chamado sacramento da confissão, porque o reconhecimento, a confissão dos pecados perante o sacerdote é um elemento essencial deste sacramento.
§ 1468«Toda a eficácia da Penitência consiste em nos restituir à graça de Deus e em unir-nos a Ele numa amizade perfeita».
Paz fruto da caridade
§ 1829Os frutos da caridade são: a alegria, a paz e a misericórdia; exige a prática do bem e a correção fraterna; é benevolente; suscita a reciprocidade, é desinteressada e liberal: é amizade e comunhão: «A consumação de…
Paz fruto do Espírito
§ 736É graças a esta força do Espírito que os filhos de Deus podem dar fruto.
§ 1832Os frutos do Espírito são perfeições que o Espírito Santo forma em nós, como primícias da glória eterna.
Paz fundamento do bem comum
§ 1909Finalmente, o bem comum implica a paz, quer dizer, a permanência e segurança duma ordem justa.
Promotores da paz
§ 1716As bem-aventuranças estão no coração da pregação de Jesus.
§ 2442Não compete aos pastores da Igreja intervir diretamente na construção política e na organização da vida social.
Penhor pede a paz
§ 2302Evocando o preceito «Não matarás» (Mt 5, 21), nosso Senhor pede a paz do coração e denuncia a imoralidade da cólera assassina e do ódio: A ira é um desejo de vingança.