Catecismo da Igreja Católica · índice analítico

Glória

25 parágrafos do Catecismo em 12 entradas do índice analítico. Cada trecho abre o parágrafo inteiro, com as notas e os temas ligados.

Anjos glorificam a Deus

§ 350Os anjos são criaturas espirituais que glorificam a Deus sem cessar e servem os seus planos salvíficos em relação às outras criaturas: «Ad omnia bona nostra cooperantur angeli – Os anjos prestam a sua cooperação a tudo…

Apóstolos e glória de Deus

§ 241É por isso que os Apóstolos confessam que Jesus é «o Verbo [que] estava [no princípio] junto de Deus» e que é Deus (Jo 1, 1), «a imagem do Deus invisível» (Cl 1, 15), «o resplendor da sua glória e a imagem da sua…

Consumação da glória da Igreja no céu

§ 769«A Igreja [...] só na glória celeste alcançará a sua realização acabada», aquando do regresso glorioso de Cristo.

§ 1042No fim dos tempos, o Reino de Deus chegará à sua plenitude.

§ 1821Podemos, portanto, esperar a glória do céu prometida por Deus àqueles que O amam e fazem a sua vontade.

§ 2550Neste caminho da perfeição, o Espírito e a Esposa chamam quem os escuta à comunhão perfeita com Deus: «Ali será a verdadeira glória; ninguém ali será louvado por engano ou por lisonja; as verdadeiras honras não serão…

Deus revela sua glória

§ 2059As «dez palavras» são pronunciadas por Deus no decurso duma teofania («sobre a montanha, no meio do fogo, o Senhor vos falou face a face»: Dt 5, 4).

Glória de Deus e sua vida bem-aventurada

§ 257«O lux beata Trinitas et principalis Unitas! – Ó Trindade.

Glória humana não constitui a verdadeira felicidade

§ 1723A bem-aventurança prometida coloca-nos perante as opções morais decisivas.

Glorificação de Cristo

§ 124«A Palavra de Deus, que é força de Deus para salvação de quem acredita, apresenta-se e manifesta o seu poder dum modo eminente nos escritos do Novo Testamento».

§ 312Assim, com o tempo, é possível descobrir que Deus, na sua onipotente Providência, pode tirar um bem das consequências dum mal (mesmo moral), causado pelas criaturas: «Não, não fostes vós – diz José a seus irmãos – que…

§ 429Deste conhecimento amoroso de Cristo brota o desejo de O anunciar, de «evangelizar» e levar os outros ao «sim» da fé em Jesus Cristo.

§ 663Doravante, Cristo está sentado à direita do Pai: «Por direita do Pai entendemos a glória e a honra da divindade, em cujo seio Aquele que, antes de todos os séculos, existia como Filho de Deus, como Deus e…

§ 1335Os milagres da multiplicação dos pães, quando o Senhor disse a bênção, partiu e distribuiu os pães pelos seus discípulos para alimentar a multidão, prefiguram a superabundância deste pão único da sua Eucaristia.

Homem necessita da glória de Deus

§ 705Desfigurado pelo pecado e pela morte, o homem permanece «à imagem de Deus», à imagem do Filho, mas está «privado da glória de Deus», privado da «semelhança».

Igreja dá glória a Deus

§ 434A ressurreição de Jesus glorifica o nome de Deus salvador porque, a partir daí, é o nome de Jesus que manifesta em plenitude o poder supremo do nome que está acima de todos os nomes» (Fl 2, 9-10).

§ 824A Igreja, unida a Cristo, é santificada por Ele.

§ 1204A celebração da Liturgia deve, pois, corresponder ao gênio e à cultura dos diferentes povos.

§ 2639O louvor é a forma de oração que mais imediatamente reconhece que Deus é Deus!

Moisés e a glória de Deus

§ 210Depois do pecado de Israel, que se afastou de Deus para adorar o bezerro de ouro, Deus atende a intercessão de Moisés e aceita caminhar no meio dum povo infiel, manifestando deste modo o seu amor.

Mundo criado para glória de Deus

§ 293É uma verdade fundamental, que a Escritura e a Tradição não cessam de ensinar e de celebrar: «O mundo foi criado para glória de Deus».

§ 294A glória de Deus está em que se realize esta manifestação e esta comunicação da sua bondade, em ordem às quais o mundo foi criado.

Natureza e arte dão glória a Deus

§ 1162«A beleza e a cor das imagens estimulam a minha oração.

§ 2416Os animais são criaturas de Deus.

§ 2502A arte sacra é verdadeira e bela quando corresponde, pela forma, à sua vocação própria: evocar e glorificar, na fé e na adoração, o mistério transcendente de Deus, sobre eminente beleza invisível da verdade e do amor…