Catecismo da Igreja Católica

§ 2785

Um coração humilde e confiante que nos faça «voltar ao estado de crianças» (Mt 18, 3): porque é aos «pequeninos» que o Pai Se revela (Mt 11, 25):

É um estado «que se forma contemplando a Deus somente, com o ardor da caridade. Nele, a alma funde-se e abisma-se em santa dileção e trata com Deus como com o seu próprio Pai, muito familiarmente, numa ternura de piedade muito particular»34.

«Pai nosso – que haverá de mais querido para os filhos do que o pai? – Este nome suscita em nós ao mesmo tempo o amor, o afeto na oração, [...] e também a esperança de obter o que vamos pedir [...]. De fato, que pode Ele recusar à súplica dos seus filhos, quando já previamente lhes permitiu que fossem filhos seus?»35.

Notas

  1. São João Cassiano, Conlatio, 9, 18, 1: CSEL 13, 265-266 (PL 49, 788). ↩
  2. Santo Agostinho, De sermone Domini in monte, 2, 4, 16: CCL 35, 106 (PL 34, 1276). ↩

No índice analítico

No Catecismo de São Pio X

286. Por que, invocando a Deus no início da oração dominical, O chamamos nosso Pai? No início da oração dominical chamamos a Deus nosso Pai para despertar a nossa confiança em sua infinita bondade, desde que somos seus filhos. Ler no Catecismo de São Pio X →