Catecismo da Igreja Católica

§ 165

É então que nos devemos voltar para as testemunhas da fé: Abraão, que acreditou, «esperando contra toda a esperança» (Rm 4, 18); a Virgem Maria que, na «peregrinação da fé»41, foi até à «noite da fé»42, comungando no sofrimento do seu Filho e na noite do seu sepulcro43; e tantas outras testemunhas da fé: «envoltos em tamanha nuvem de testemunhas, devemos desembaraçar-nos de todo o fardo e do pecado que nos cerca, e correr com constância o risco que nos é proposto, fixando os olhos no guia da nossa fé, o qual a leva à perfeição» (Heb 12, 1-2).

Notas

  1. Cf. II Concílio Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 58: AAS 57 (1965) 61. ↩
  2. João Paulo II, Enc. Redemptoris Mater, 17: AAS 79 (1987) 381. ↩
  3. João Paulo II, Enc. Redemptoris Mater, 18: AAS 79 (1987) 382-383. ↩

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